MARIA JÚLIA Olhei o copo de acrílico vazio e uma luz se passou pela minha cabeça. Aquele mesmo vapor voltaria pra pegar o copo vazio, eu poderia usar isso contra ele. Quebrei um pedaço do copo tentando deixar uma ponta aguda e assim que consegui eu esperei o rapaz voltar. Cerca de dez minutos depois ele voltou e eu fechei os olhos fingindo que estava inconsciente. Ele viu o copo quebrado, deu as costas pronto pra chamar alguém e ali eu reuni forças e o ataquei, enfiei o pedaço do copo nele bem no seu pescoço onde eu sabia que era a jugular. Ele caiu no chão sem vida e eu apalpei a calça dele vendo se tinha alguma arma e pra minha sorte tinha uma pistola carregada. Eu corri sem saber muito bem pra onde ir, parecia um subsolo embaixo da casa, fui andando rápido com toda a força que eu tin

