O agente parou seu carro em frente a uma casa de madeira, com uma placa escrita “lobos” e o grande símbolo de um lobo, ao entrar Josef é atendido por um homem baixinho, meio gordinho, pele parda, cabelo comprido e penteado para trás, camisa social verde musgo, calça caqui e no pescoço o crachá escrito John.
-Olá, como posso ajudar?
-To procurando uma faca grande, a maior que tive aqui.
-A claro temos várias, vamos ali no balcão que te mostro elas.
Os dois foram até um balcão de vidro com acabamento em madeira, lá o vendedor começou a puxar uma série de facas.
-Nós temos estas aqui.
Ele falou puxando três facas, uma de vinte centímetros, lâmina preta e cabo branco. Uma outra de trinta centímetros com lâmina cinza e cabo de madeira. A última faca de quarenta e oito centímetros, lâminas longa com uma leve ondulação para frente na ponta com serrilhado nas costas, cabo de madeira envernizada e um lobo prata na ponta do mesmo, Josef pegou ela na mão, uma bela faca de caça, peso agradável e com aquele tamanho faria um belo estrago.
-Eu quero essa maior aqui.
-É uma boa escolha, vai facilitar muito seu acampamento, dá pra cortar muita coisa com uma faca desse tamanho.
-Tem razão, vai facilitar muito, mas quanto fica?
-Duzentos e oitenta.
Josef pagou a faca, colocou ela presa ao seu cinto do lado direito, ele e Luna voltaram para o carro, logo continuando seu caminho até a casa da enfermeira, seguindo a localização josef parou em frente a um prédio de três andares, bege com sacadas verde claro, a porta de entrada do prédio já estava aberta, então josef entrou, a entrada do prédio já dava direto nas escadas, o chão era revestido de lajotas brancas, enquanto as parede de uma lajota marrom, as escadas levavam para o primeiro andar, onde tem apenas um apartamento no qual o homem se aproximou e bateu a porta, a mesma se abriu após alguns poucos segundo, sendo possível visualizar uma mulher por volta dos trinta e cinco anos, ruiva, alta, branca como papel, sardas no rosto e de vestido azul claro que vai até a metade da coxa.
-Oi como posso ajudar?
-Olá, Ana se encontra?
-Sim, sou eu, por que?
-Eu sou da polícia. -Ele fala enquanto mostra seu distintivo falso.
-Gostaria de saber o que aconteceu no hospital em que você trabalhava para ele ser abandonado.
-O doutor Edgar achou um vazamento de gás no hospital, que não podia ser consertado então tivemos que sair.
-Você sabe como ele descobriu?
-Eu não tenho ideia, a única coisa que sei é que isso foi logo na hora da cirurgia que ele estava fazendo, lembro claramente deles saindo correndo da sala de cirurgia e deixando a garota para morrer.
-Eles?
-Sim o doutor Mário e o Edgar.
-Você sabe onde esse Edgar mora, também gostaria de saber caso você saiba onde o Mario mora?
-A última vez que ouvi falar do Edgar estava morando mais ao leste na casa 1600 rua Brok e o Mario eu não tenho ideia
-Ok obrigado, tenha um bom dia.
-Por favor faça eles pagarem pela menina.
Josef apenas virou as costas saindo dali junto com Luna e indo para a casa de Edgar. Chegando ao endereço do doutor é possível ver uma casa bem bonita, branca com os acabamentos na cor preta, uma varanda com uma cadeira de balanço apodrecida e grama alta, o que indicava que ninguém cortava aquela grama a muito tempo, Josef pulou o portão, deixando Luna do lado de fora, mas dessa vez realmente não tinha como ela passar, Josef pegou uma pedra, volta tou até o portão onde deu algumas pancadas, até quebrar o cadeado que já estava enferrujado, assim liberando a passagem para a c****a.
Josef se aproximou da porta de entrada que estava trancada, ele já estava irritado com todos aqueles empecilhos, então chutou a porta, ao lado da maçaneta, a escancarando, ao entrar na casa ele viu a sala estar, com muitos papéis jogados, copos com resto de café, manchas de café no chão e muitos cadernos cheios de anotações, tinha pizza jogada no chão, papel de hambúrguer para todo lado, olhando as folhas jogadas e os cadernos tinham muitas contas. Andando pela casa ele encontrou a garagem, uma porta nos fundos que leva para o pátio de trás da casa, um carro e algumas manchas de sangue que levam para o segundo andar, seguindo as manchas que levavam para o segundo andar Luna começou a rosnar, passos pesados podiam ser ouvidos lá em cima, Josef sacou sua arma e esperou o que está lá em cima aparecer, um lobisomem de dois metros de altura com pelagem marrom e olhos vermelhos surgiu, logo que ele enxergou a criatura disparou três vezes, mas o monstro veio correndo de quatro na direção dele, recebendo todos os tiros, mas os ignorando, ele pulou para cima do agente de forma como um cachorro faria. Josef se jogou por baixo da criatura mas acertou a parede o que o fez derrubar sua arma.
-Vem seu m***a!
Gritou puxando sua faca e entrando em posição de batalha, a criatura rapidamente veio em sua direção, dando um t**a mas Josef que já estava de pé agora, se abaixou fazendo a criatura apenas arranhar a parede, ele aproveita a guarda aberta e deu um corte logo abaixo do braço monstro enquanto foi para trás do monstro, nesse momento Josef fincou a faca nas costas do lobisomem e puxou para baixo abrindo um corte enorme, Luna no canto apenas latia e chorava sem coragem de avançar. Após fazer aquele corte enorme o monstro se virou dando um arranhão no rosto de josef, logo dando outro corte em seu peito, que dessa vez jogou Josef escada a baixo, a criatura pulou do meio da escada onde a luta estava ocorrendo em cima do homem que rapidamente ergueu a faca fazendo com que quando o lobisomem atingisse ele atravessasse o tórax da b***a, que se ergue em um uivo de dor e raiva, Josef se levantou e novamente entra em posição de luta, dessa vez a criatura corre na direção do agente novamente, mas já conhecendo um pouco o estilo de luta de Josef, a criatura deu um ataque seguido de outro, assim pegando seu alvo desprevenido, pois o homem desviou para trás apenas do primeiro golpe, com o segundo o jogando contra a parede, o agente caiu no chão desnorteado, o lobisomem pulou em Josef e mordeu suas costelas, vendo o caminho livre para a cabeça fincou a faca no crânio do monstro, que assim como o planejado, amoleceu o corpo, caindo por cima do agente, Josef abre a boca da criatura que ainda estava com os dentes fincados e Luna finalmente foi até ele.
-Calma garota, sei que foi assustador. Calma, calma.
Josef falou enquanto acariciava a cachorra, Após acalmar Luna e pegar sua Magnum Josef continuou seu caminho para o segundo andar, ao chegar no andar de cima se encontrava em um corredor com duas portas, na primeira porta ele encontrou um quarto de criança com correntes e algemas, junto com um pouco de sangue, ele continuou sua procura extremamente irritado por notar que Edgar provavelmente fazia experimentos em crianças, na segunda porta encontrou um quarto de casal, chão de madeira como no resto da casa, uma cama de madeira bruta com uma bela cabeceira ornamentada com entalhes de flores, dois criado mudos, um de cada lado da cama e mais ao lado uma cômoda com um papel em cima.
" terceira entrada seguindo a BR para o sul."
Aquilo foi a única coisa que ele encontrou ali então resolveu seguir, mas quando ele estava chegando na porta ele ouve:
-Senhor sabemos que está aí, recebemos uma denúncia de tiroteio e viemos investigar, por favor abra a porta ou teremos que arrombar.
Josef ao ouvir isso saiu correndo para a porta dos fundos junto com Luna, os policiais ao ouvir os passos arrombaram a porta, mas neste momento Josef já tinha saído pela porta dos fundos, na parte de trás da casa tinha um buraco na cerca, o que teria facilitado muito para Josef se soubesse disso antes, ambos passaram pelo buraco e deram a volta na casa, chegando na frente da casa ele viu um policial de estatura média, pele clara, por volta de seus vinte e cinco anos, olhando seu carro, rapidamente Josef sacou sua arma, se aproximando furtivamente do mesmo, sem que fosse notado acertou a nuca do policial que desmaiou caiu desmaiado, o agente então correu para dentro do Mustang, ligou e saiu discretamente, em direção ao endereço descrito no papel.
Após algum tempo dirigindo saiu da cidade, chegando a uma pequena trilha em meio a floresta, seguindo por ela Josef chegou a uma casa de dois andares, que um dia já foi branca, mas hoje estava toda descascada, tábuas podres e o telhado quebrado. Ao entrar logo notou que tem um cheiro forte de sangue vindo de baixo do tapete de entrada, ao erguer ele se deparou com um alçapão de madeira, Josef mandou Luna ficar sentada ali o esperando e logo em seguida desceu. Ao chegar lá embaixo ele se deparou com um homem abrindo a barriga de Ana, a mulher com quem falou mais cedo, ele estava retirando o sangue para fazer um simbolo.
-A você chegou, achei que ninguém nunca daria bola para aquele hospital.
-O que você está fazendo?!!
Josef fala já puxando sua magnum.
-Calma, se você prometer me ajudar eu te ajudo, se junte a mim, abandonado a sua organização e eu trago ela de volta.
-Ok eu aceito.
-Sério? Sem nem pensar?
-Não, se assim eu salvo ela, eu aceito.
-Ótimo.
Josef então simplesmente subindi de volta, pegou Luna e saíram, do lado de fora já é noite, eles entram no carro e voltam para a base da Ordo in Chao para dormir, ele aproveitou para rastreia o celular que ele havia pego de j**k anteriormente, o local mostrado no mapa era na área mais rural em volta de NY, mais especificamente em Port Jervis. Ele pediu um xis para a janta e escreveu seu dia no diário.
" A alguns dias fui mandado investigar um caso, desde então não tive mais tempo para escrever, a investigação já começou m*l comigo ficando com algumas costelas quebradas pois um aberrante gigantesco me acertou, e também machucou Luna, após nos recuperarmos voltamos ao hospital onde lutei com um fantasma e um zumbi, o que acabou com o sobrenatural no hospital, seguindo pistas cheguei até a casa de uma enfermeira simpática, que me falou onde era a casa do Edgar e eu fui até lá, chegando lá enfrentei um lobisomem que me mordeu, falando nisso, senti algumas coisas estranhas depois, parece que meu corpo tá sendo envenenado, achei o endereço de Mario, quando cheguei lá o mesmo estava matando Ana, então para ela viver tive que aceitar me juntar aos cultistas, espero achar uma solução até amanhã."
Após escrever o diário e ter uma longa noite de sono Josef e Luna voltam para a casa de Mario pela manhã, quando a dupla chegou, ele estava terminando o ritual.
-A que bom que você chegou, agora vem a parte final, coloca seu braço nesse altar por favor.
-Coloca você!
-Eu não, não quero perder nada meu.
-Então esse ritual vai arrancar meu braço?
-Isso.
Josef vai até o círculo e coloca seu braço, ele estava relutante, mas a ia o preço que custaria não fazer isso.
-Agora eu faço…
Neste momento o agente foi interrompido por uma dor imensurável, uma luz forte subia das margens do círculo, acertando exatamente o cotovelo de josef, quando a luz sumiu, seu antebraço havia sumido junto e seu cotoco parecia ter cicatrizado a anos, nesse momento Josef sacou a magnum e atirou cinco vezes em Mario, acertando quatro em seu peito e um na cabeça. Após isso ele foi até Ana que ainda estava inconsciente, mas com sua barriga fechada, e nenhum machucado em seu corpo, a pegou no colo, logo levando para fora do local, Luna o acompanhava para fora novamente.
Alguns dias se passaram, Josef não saiu de perto da Ana no hospital, quando Eva entra no quarto
-Oi, como ela tá?
-Aparentemente bem, mas eu não tenho ideia, e saber que isso é culpa minha.
-Não, não é, ela apenas foi capturada por um cultistas, podia acontecer com qualquer um.
-Não tô falando só de ser capturada, se eu tivesse chegado um pouco antes, ela talvez não estivesse assim.
-Tem razão, provavelmente você não teria chegado aquela hora lá, talvez se tivesse feito tudo correndo, vocês nem tivessem chegado na casa onde ela estava.
-Verdade.
Ele fala dando um leve sorriso
-Bom vamos embora, você não pode ficar aqui para sempre e eu tenho que m***r ela.
-O que? Não vou deixar
-Eu sou sua superiora, eu escolho o que você deixa ou não.
Ela falou enquanto puxava uma Pistola para atirar em Ana, no mesmo instante Josef puxou a magnum e apontou para a nuca de Eva.
-Se você atirar nela eu atiro em você, não vou deixar você m***r ela.
-Então você atiraria em mim para salvar uma desconhecida?
-Sem pensar duas vezes, esse é meu trabalho. -Ele fala engatilhando a arma.
-Beleza ela vai ficar viva mas é sua responsabilidade, se ela m***r alguém inocente não vou ser eu quem vou m***r ela, vai ser você e o que nós tínhamos terminou.
-Ótimo então pode ir embora.
Após esta discussão Eva sai dali batendo a porta, quando Josef escutou vindo de trás dele.
-Causei problemas a você?
-Não, eu causei problemas a mim mesmo, mas como você tá se sentindo?
-Tô bem, eu lembro de você, o policial que bateu na minha porta, o que aconteceu com seu braço?
Enquanto ela está falando, Luna se apoia com as patas da frente na cama ficando de pé e cheirando Ana.
-Então vou te contar a história completa, a alguns dias fui chamado por aquela mulher, minha chefe para investigar um caso… Então resumindo eu não sou policial e meu braço foi arrancado para te manter viva.
-Nossa ou você é um b****a ou você é a melhor pessoa que eu conheço.
Ela fala dando uma risadinha.
-Olha eu posso ser muito b****a as vezes mas não agora, enfim agora que você sabe de tudo isso eu queria saber se você quer se juntar a Ordo in Chao?
-Eu aceito, mas não quero ser treinada por aquela mulher.
-Não se preocupa, eu vou ter que te acompanhar de agora em diante e te treinar.
-Beleza eu aceito.
-Que bom, isso facilita muito para mim, bom vamos sair daqui?
-Vamos, tô louca para comer um hambúrguer.
-Pode deixar que eu pago como recompensas por te por em tantos problemas e pelo inferno que sua vida vai virar agora.
Ele falou dando um sorriso, os três saíram do hospital e foram para uma hamburgueria, parecia que ela não comia anos, durante o jantar o agente “entrevistou” ela, com perguntas básicas, apenas para conhecer-la melhor, após comer Josef levou Ana para casa.
-Bom aqui estamos, em frente a sua casa, acho que é aqui que vamos nos separar.
-É, até amanhã?
-É, até amanhã.
Ana desceu do carro e foi em direção a porta do prédio, Josef deu partida no carro mas antes de ele sair ela voltou até o carro.
-Não quer dormir aqui em casa, sei que você não tem exatamente uma casa.
-Tem certeza? Não vai pegar m*l pra sua reputação se alguém descobrir?
-Não se preocupe, tem o estacionamento atrás do prédio, vai lá guardar o carro que eu te espero aqui.
Josef guardou o carro, então subiram para o apartamento, ao entrar, chegaram direto na sala, que era bem simples, tendo apenas um sofá de três lugares marrom, uma lareira a álcool, com uma televisão em cima, logo à frente do sofá, as paredes brancas, com uma grande janela na parede oposta a porta de entrada e chão feito de madeira. A noite chegou, Josef e Ana estavam sentados no sofá assistindo um filme chamado “A Velocidade Do Amor”, falava sobre uma mulher, que se apaixonava por um motoqueiro que acabou morrendo em um acidente trágico. Após o fim do filme Josef notou que Ana estava encostada em seu peito chorando, ele a abraçou, ambos se entreolham e Ana rapidamente se levantou.
-Tenho que arrumar as camas.
-Pode deixar que eu e Luna dormimos aqui mesmo.
-Certeza?
-Claro.
Josef sorriu e Ana saiu da sala, alguns minutos depois voltou.
-Olha eu ainda não tô muito bem, você pode dormir comigo? Não como algo romântico, só pra eu me sentir mais segura.
-Claro, sem problemas
Os dois foram para o quarto, onde tem apenas uma cama de casal, uma cômoda, uma janela grande na cabeceira da cama e um guarda roupa. Os dois deitaram na cama e Ana abraça forte Josef.
-Obrigada, obrigada mesmo, sei que você perdeu muito pra me manter viva.
-Não se preocupe, eu te coloquei nisso, era o mínimo que eu podia fazer.
Ao olhar para o rosto da mulher ele nota lágrimas escorrendo por seu rosto até seu peito..
-Sabe eu nunca gostei daquele i****a e no dia que você saiu daqui, alguns minutos depois ele apareceu e me levou, eu lembro de quase tudo que ele fez comigo, aí eu apaguei e acordei no hospital.
-Desculpa por col…
Quando Josef ia falar foi interrompido por um beijo, ele sentiu o coração acelerar e uma forte dor em todo seu corpo, Ana não notou e continuou o abraçando, o que faz com que ele se acalmasse e aquilo passasse, durante a noite Josef suou e sentiu calafrios a maior parte do tempo. Pela manhã Ana acordou sozinha na cama, levantou achando que Josef mudou de ideia ou algo assim, mas ao chegar na cozinha, um lugar amplo, separado da sala apenas por uma bancada, balcões de madeira rústica, fogão preto assim como a geladeira de duas portas, o enxerga preparando o café da manhã.
-Bom dia, não quis acordar você, dormiu bem?
-Capaz, não se preocupe, dormi sim e você?
-Também, na verdade fazia tempo que não dormia com ninguém, então foi no mínimo diferente.
-Bom eu também. Tava me esquecendo já, boom diaaa!
ela fala se aproximando de Josef e o beijando, eles passaram o resto da manhã juntos, Josef explicou um pouco sobre as criaturas e como as coisas funcionam, por volta das onze da manhã eles saíram, dessa vez com Luna no banco de trás, eles partiram em direção a mesma Loja de Caça e Pesca de outro dia, chegando ao local são atendidos pelo mesmo atendente.
-Opa seu John, voltei comprar mais uma arma, o que o senhor tem pra mim de pistola?
-Antes de qualquer coisa, o senhor tem alguma licença?
Josef então puxou o distintivo e mostrou.
-Eu não tenho papel, mas acho que isso serve.
-Serve sim, bom pode me acompanhar.
Ele falou enquanto foi até um balcão, lá ele puxou algumas armas, mas a que mais seria útil era um revólver 44, afinal é mais fácil de manusear, mais especificamente um revólver prata, com cabo perolado, cano longo, lembrando muito um revólver como os de filmes de faroeste. Após pagar, Josef, Ana e Luna voltaram para o carro e se dirigiram até a base.