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Paty no Morro - 2ª temporada

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família
badgirl
Comédia
seductive
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intro-logo
Sinopse

O destino é cheio de reviravoltas, e a vida nem sempre é um mar de rosas, mas será que existe o que separe Manu e RF? Nessa temporada veremos como eles mudaram, aprenderam e como sempre mostram que seu amor é invencível. Além de como a família cresceu!

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Capítulo 1
7 meses depois.... Manu Enfim, nove meses! Meu Bê chutava cada dia mais. Um menininho, que conseguiu misturar minha força com a do RF. Eu, Ju, MM e RF estávamos cada dia mais próximos. Talvez porque os dois bebês eram meninos, ou porque RF e MM faziam questão que eles fossem criados juntos, vai saber. Mas eu amava cada vez mais isso.  Nossos amigos haviam se mudado pro morro, ainda no início da minha gravidez. Aquela invasão da polícia, foi a última que tivemos no morro. Aliás, o morro estava em uma paz que só! Os meninos quase não iam pra boca, todos vinham aqui pra casa, e nós ficávamos jogados na sala.  - Cadê meu sobrinho? - Juan gritou entrando. - Tá aqui. - fiz carinho na minha barriga. Outra coisa que mudou, RF não se importava mais que eu mostrasse minha barriga. Na verdade, as vezes ele até pedia. Acho que pros homens me evitarem. Fora a barriga, meu corpo não mudou nada.  Juan se sentou do meu lado, colocando a mão na minha barriga, e Bernardo chutou, ele me olhou com os olhos brilhando.  - Ele gosta de você. - falei. - Fala com ele.  - Oi neném. - e mexeu a mão na minha barriga. - É o tio Juan, tá? O tio mais p**a que você tem!  - Ah, vai mentir pro menino? - MM entrou com a Ju, que logo se jogou do meu lado.  - Oi, amor da dinda. - falei colocando a mão na barriga dela. O Bê chutou forte, e eu gemi de dor.  - Ciumento igual o pai, né? - Ju falou rindo.  - p***a. - resmunguei. - Querida, cheguei. - RF gritou da porta, e me lançou um sorriso.  - Que sorriso perfeito. - falei olhando pra ele, que sorriu mais ainda, e me beijou.  - Oi, filho. - disse colocando a mão na minha barriga, e o Bê chutou na hora. - Tô ligado que cê me ama. - RF colocou a mão na barriga da Ju. - Tio chegou. - e o Davi chutou. Aos poucos todos chegaram, e se amontoaram no chão, colocando as mãos na minha barriga e na da Júlia, era parte da rotina desde que nossas barrigas apareceram. Estiquei minhas pernas em cima do Rafael, e ele ficou fazendo carinho, depois me deu um beijo. - Hoje tem, viu? - e todos me olharam. - Samba, gente! - Achei que cê nem ia. - Rangel implicou.  - E ela perde algum? - RF perguntou me olhando.  - Aliás. - Ju começou. - Já tá dando a hora, né?  - Se arruma comigo! - falei me levantando em um pulo.  - Cê pode muito levantar assim né, Manuela? - RF me olhou sério e dei um sorrisinho amarelo pra ele. As meninas foram pra casa, acompanhadas dos meninos, RF e MM ficaram jogados na sala, enquanto eu e Ju fomos pro meu quarto. Assim que chegamos, suspirei. A escada parecia ter duplicado os degraus.  Tomei meu banho, enquanto Ju olhava minhas roupas, sai de toalha, e ela entrou. Coloquei um vestidinho branco curto de alcinha, ajeitei minha corrente no pescoço, olhei pra minha aliança e dei um sorriso. Ju saiu, vestiu um vestidinho identifico ao meu, só que vermelho escuro. Passei um rímel, perfume, calcei minha havaiana branca, me sentei na cama e fiquei olhando a Júlia passar o rímel, depois ela se sentou ao meu lado e deitou a cabeça no meu ombro.  - Eu tô doida pra poder dar umas sentadas igual antes. - falou e eu ri.  - Minha maior saudade! - falei e olhei séria pra ela. - Além dos shortinhos!  - Ah, os shortinhos! - ela suspirou. - Tô ansiosa pra ver o Davi.  - E eu tô ansiosa pra ver meu Bê. - fiz carinho na minha barriga, e o Bê chutou.  - Será que eles vão ser amigos igual os meninos? - perguntou, me olhando preocupada.  - Tenho certeza. - tranquilizei ela. - Já arrumou a bolsa dele?  - Semana passada. E você? - dei um sorrisinho. - Eu também. - ela sorriu.  Ficamos conversando mais um pouco, até que resolvemos descer, mas antes Ju me deu uma olhada, e disse que eu estava uma grande gostosa, sorri e disse que ela também estava.  RF  Nove meses. A qualquer momento meu moleque ia nascer. Eu não sabia se ficava nervoso, ou ansioso, ou com medo. Agora tinha mais alguém que dependia de mim. Manu desceu com a Júlia, e eu sorri.  - Baba menos. - MM falou alto, e as meninas riram.  Levantei e fui até ela, que parou, e me olhou com um sorriso, como se quisesse minha aprovação. Ela estava a coisa mais linda do morro, quer dizer, do mundo! Dei um sorriso, e continuei olhando pra ela. Ela continuava impecável, igual 7 meses atrás, o corpo estava tão lindo quanto antes, a b***a parece que só crescia, junto com a barriga, o brilho nos olhos tinha voltado, e dava pra ver de longe a felicidade dela quando estávamos juntos.  - Já falei que me apaixono por você cada dia mais? - perguntei e os olhos dela aumentaram o brilho.  - Eu te amo tanto! - e me abraçou. Senti o Bernardo chutar, e nós sorrimos.  - Vocês parecem dois adolescentes! - Ju disse sorrindo, já sentada no colo do Marcelo.  - Mas é lindo. - ele comentou. Manu deu um sorrisinho, mordeu o lábio e ficou me olhando, entendi o que ela queria, e o fiz, beijei ela como se fosse a primeira vez. Segurei a nuca dela com uma mão, e com a outra segurei a cintura, dei uma mordidinha, que ela ama, e nos separamos. Ela me deu mais um selinho, pegou minha mão e foi me puxando pra porta, MM e Ju nos seguiram rindo. - Vida é melhor ir de carro. - ela me olhou com cara de tédio. - Você vai andar demais.  - Meu amor, eu sempre andei esse morro inteiro. - e ficou me olhando.  - Antes você não estava grávida. - falei e olhei pra ela com cara de vitória. - Mas jae então. - peguei ela no colo, e coloquei a mão aberta na parte de baixo do vestido, pra ninguém ver a calcinha da minha mulher.  - Amor. - ela exclamou gargalhando.  Sorri só de ver ela gargalhar. Era extremamente bom ver ela assim, toda descontraída, e não preocupada com a possibilidade de qualquer coisa dar errado. MM tirou uma foto, Manu pediu pra que ele enviasse pra ela, e fomos rindo até o campinho, onde seria o pagode, chegamos, e todos ficaram me olhando com um sorriso no rosto, como se eu estivesse fazendo algo que não fosse mais que minha obrigação! Só soltei a Manu quando consegui uma cadeira pra ela. Eu sabia que não ia adiantar, já que no momento seguinte ela iria dançar com as meninas, mas tentei.  - Amor, eu vou dançar um pouco, tá? - se levantou, me deu um beijo e foi. Fui pra onde os caras estavam, peguei o pandeiro, e comecei a tocar junto com eles. Manu parou por um tempo, ficou me olhando com um sorriso no rosto, já que ela amava me ver tocando, depois voltou a sambar, não tirei os olhos dela um segundo sequer. Depois de quatro musicas, ela se sentou no meu colo, ofegante, e sorriu.  - Quer água? - ela assentiu, abri a garrafa que já estava lá na mesa pra ela, entreguei e ela bebeu metade num gole só.  - Vai sossegar quando? - Claudinho perguntou rindo.  - Nunca. - falou com um sorrisinho.  - Quero ver quando a cria nascer. - Rangel disse apontando pra barriga dela. - Bernardo vai ser bicho solto. - falei e ela sorriu.  - Ele concordou. - disse passando a mão na barriga.  - Vai ser igual vocês então? - Juan perguntou.  - Pode ter certeza. - respondemos juntos.  - Ele só não vai arranjar namorada! - Manu falou rápido.  - Não mesmo. - Monica disse parando ao nosso lado.  - A dinda não deixa. - Ju disse e piscou pra Manu.  - Quer água, irmã? - Manu perguntou estendendo a água pra Júlia.  - Fazia tempo que você não me chamava assim. - Ju disse abrindo a água e limpando algumas lágrimas. Manu levantou e a abraçou.  Depois elas voltaram a dançar, como se nada tivesse acontecido. Fiquei olhando o movimento, vários vapores estavam lá, o mais importante, eu e os caras estávamos lá, mas eu não podia deixar nada passar. Quando estava voltando a olhar pra Manu, vi um velho, que não passou a mão na b***a dela por muito pouco, levantei em um pulo e voei até ele, que arregalou os olhos ao me ver.  - Achou que eu não ia ver, né? - falei alto agarrando ele pela gola da blusa.  As meninas ficaram olhando, enquanto os caras vieram pro meu lado. Dei um soco na cara do velho, ouvi as meninas tentando acalmar a Manu, que saiu de perto delas e veio pro meu lado. Acertei mais três socos nele.  - Vida, olha pra mim. - ela falou com a voz calma. Ignorei e soquei a cara do velho mais algumas vezes. - Vida, olha pra mim, por favor. - ela continuava calma. Olhei. - Vem beber uma água comigo.  Olhei pro velho mais uma vez, depois olhei pro Dentin, que assentiu e veio pra perto, Manu me estendeu a mão, me levantei e peguei a mão dela. Ela me levou pra nossa mesa, ficou me olhando, suspirou e me abraçou. Era f**a o jeito que ela tinha o poder de me acalmar. Ela me soltou, fez com que eu me sentasse, ficou no meio das minhas pernas, segurou meu rosto e ficou me olhando.  Júlia - Olha isso. - falei suspirando.  Manu estava tentando acalmar o RF da forma mais linda possível, da forma que só ela sabia. As meninas suspiraram, Davi chutou, e os meninos ficaram olhando de longe.  - RF tá num nível acima de apaixonado. - ouvi Claudinho comentar com os meninos e sorri.  - É bom que esteja mesmo. - Juan respondeu ainda olhando pra eles.  - Mas olha lá cara. - MM falou e eles continuaram olhando.  RF viu um velho tentando passar a mão na Manu, no mesmo instante ele socou o rosto do velho, mas a Manu foi acalmar ele. A paternidade m*l tinha começado, mas já tinha ajudado muito o RF e a Manu. Eles simplesmente não brigavam mais. Viviam presos no próprio filme de romance deles, e contagiavam quem estava por perto.

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