Enquanto isso, no quarto, Vanessa não dava trégua. Atacava Heitor com perguntas insistentes sobre a noite anterior. Ele desviava, evitando respostas diretas, o que só aumentava a desconfiança dela. Foi então que seus olhos pousaram nas marcas no pescoço e nos pulsos dele. Um estalo lhe atravessou a mente: algemas, correntes… não podia ser! O choque fez seu sangue ferver. b**m? Heitor? A incredulidade logo se transformou em fúria. Agarrou o pulso dele e ergueu-o diante dos próprios olhos. — Que desculpa esfarrapada vai inventar para essa marca, Heitor?! — disparou, em tom acusador. Foi o estopim. — Quem diabos é você para me questionar?! — o rugido dele ecoou pela casa. — Acha que pode me dominar só porque eu não protestei quando entrou na minha casa? Que tem direito de invadir meu qua

