— Desculpe, senhor Vasconcellos! — ela arregalou os olhos, estendendo a mão para ajudá-lo a sair. Ele sorriu de canto, puxou sua mão… e a levou junto para dentro da piscina. Julietta caiu direto em seu peito, gritando quando a água gelada a envolveu. Mas, em segundos, apenas bolhas subiram à superfície: Julietta estava se debatendo debaixo d’água. — Julietta! — Heitor mergulhou e a puxou de volta, desesperado. Ela tossia, sem fôlego. Ele a apoiou, aflito. — Consegue respirar? Está com dor? Ela ergueu o polegar, sinalizando que estava bem, ainda recuperando o ar. Heitor suspirou aliviado. — Graças a Deus… — murmurou, com culpa na voz. — Fui irresponsável. Então, tentando aliviar a tensão, ofereceu: — Quer uma carona nas costas? Os olhos dela brilharam de surpresa e alegria. Ele a

