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2476 Palavras

Praguejando, Adrian puxou as rédeas com tanta força que o cavalo quase se sentou nas patas traseiras. — Saia da minha frente, sua tola — gritou para a mulher que atravessara no meio da rua, como se quisesse deliberadamente se matar. Quando viu os olhos azuis surpresos de Hester Pimblett e o seu rosto pálido a fitá-lo, Adrian desejou haver ficado na companhia de Sally. Ela o fitou por um instante, depois, abaixou os olhos e corou, como se houvesse sido ela a ser flagrada deixando uma casa de reputação duvidosa. — O que diabos está fazendo no meio da rua? — indagou ao desmontar. — E nesta parte da cidade? — Se já não soubesse a resposta, meu senhor, poderia lhe perguntar o mesmo — ela retrucou. Foi então que notou o perfume de Sally exalando do corpo dele. — Podia ter sido atacada ou r

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