Gaia, Nemo e Souza saíram. Eu fiquei na casa. Limpei cada uma das armas que havia levado, depois arrumei os quartos, troquei de roupa, e quando abri a porta, um homem me agarrou pelo pescoço. Ele era enorme, devia ter quase 2 metros de altura, poderia confundir ele com um muro. Ele me prensou contra a parede e continuou tentando me enforcar. - Quem é você c*****o? Tá maluco? - soltei com a voz fraca. - Eu vi você saindo do quartinho. - soltou. O oxigênio não entrava, meu cérebro não conseguiu ser rápido o suficiente e ligar qualquer acontecimento com um quartinho, mas aí eu lembrei. - Você é amigo dele. - resmunguei. Dei um soco, que acertou em cheio o nariz dele, que pareceu se irritar ainda mais, e me apertou com mais força. - Eu vou te m***r. - gritou. - Não. - neguei

