Ouvi tiros e a sirene da polícia, não me dei ao trabalho de sentar na cama. Só quando meu peito apertou, tive que me sentar. Senti um aperto imenso no peito, e automaticamente meus olhos se encheram de lágrimas. Troquei de roupa, peguei minha arma e me esgueirei até a cozinha. Bebi um copo de água e observei o morro. Era a polícia. De novo. Fui pra perto da janela, mirando em alguns policiais que estavam por perto, atirei algumas vezes e todos caíram. Sentei no sofá e esperei. As horas se arrastaram. Jurava que tinham se passado dias, mas só tinham se passado 3 horas. Abri a porta de casa devagar, e sentei na calçada. Os soldadinhos do Thiago passavam a milhão, examinando cada canto. Souza veio andando pela rua, sem camisa, com um fuzil nas costas. Quando me viu, parece

