Souza foi resolver alguma coisa, enquanto eu fui pra padaria, pedi uma água e fiquei sentada de frente pra rua. Não demorou muito pro Souza aparecer, mas o que me surpreendeu, foi a mulher atrás dele. Souza me viu, e pareceu aliviado, enquanto a mulher continuou falando sozinha. Realmente só dava pra conversar, se ele quisesse. - Me salva. - ele resmungou se jogando no banquinho do meu lado. Coloquei a mão nas costas dele, que de primeira, entranhou meu toque, mas depois pareceu confortável. A mulher, pareceu notar o momento e deu um sorrisinho, cruzou os braços e me analisou. - Tenta colocar juízo na cabeça desse meu sobrinho, porque eu já tentei e não consegui. - ela reclamou. Sônia, uma vozinha gritou na minha cabeça. A tia dele. - Acho difícil. - falei com um sorrisinho. -

