Souza Gaia veio de caô pro meu lado, tava falando já tinha uma cota e eu sabia que, tão cedo ela não ia parar. Bati as mãos na mesa. - Cala boca cara, cala boca. - soltei. Gaia me encarou, encarei de volta. - Deixa Atena quieta. - Mas Souza. - levantei a mão e ela calou. - Para de pressionar ela. - comecei. - Para de encher o p***a do saco, o dela e o meu. Ela matou o cara, deixa ela superar isso p***a. - Tá. - resmungou. - Ótimo. - me recostei na cadeira. - Vão beber. - Nemo foi entrando. - Pode entrar. - ironizei. - Vão beber. - repetiu, deu um beijo na Gaia e se jogou no sofá. - Vou nada. - ele me encarou. - Não vai pro baile? - Gaia soltou me analisando. - Não. - respondi dando de ombros. - Vai fazer o que então? - Nemo retrucou. - Vou pra casa. - comecei. - Fi

