Capítulo 12

373 Palavras

Me encolhi no sofá e continuei lendo a ficha do tal rival do Souza.  Não era lá grande coisa, o que me fazia pensar porque um cara desse seria chefe de qualquer lugar. Mordi meu chocolate e continuei lendo. Bizarro.  O cara aparentava - e eu tinha certeza que era isso mesmo - ser mais burro que uma porta. Com uma ignorância surreal. Alguém bateu na porta e eu bufei. Incrível como não conseguia ficar um dia sequer, sem alguém entrar na minha casa.  - Tô ocupada. - gritei.  - Tô nem aí não. - Souza retrucou e eu ri.  Ele abriu a porta e olhou os papéis espalhados, depois me olhou. Ajeitei tudo numa pilha, e guardei numa gaveta qualquer.  Souza não queria que eu fosse atrás do Perigo, o tal rival dele, mas era inevitável.  Eu sempre estava atrás de alguém, e agora, era a vez do Perig

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