O barulho foi ensurdecedor, senti meu corpo ser lançado contra algo. Meu ouvido zunia enquanto eu tentava manter meus olhos abertos. Senti meu corpo inteiro arder e olhei em volta. - Vidro. - resmunguei. Toda maldita vez é a mesma coisa. Meu celular começou a tocar, bufei e ignorei, mas ele não parava. Passei a mão pelo meu abdômen, até minha calça e puxei o celular. Meu celular e minha mão, estavam ambos ensanguentados. - Ligação - - Péssimo momento. - minha voz saiu fraca. - Que que houve? - Souza parecia preocupado. - Talvez, e só talvez, eu esteja com problemas. E, acho que tô morrendo. - falei. - Sem alarde, nada demais. - Atena. - ele disse sério. - Você não vai morrer ai. - Morrer em Provence não seria tão r**m. - tentei descontrair. - Você não vai morrer. - conti

