Olhei nos olhos dele, e não vi um pingo de arrependimento pelo que ele havia falado segundos antes. Não dei tempo pra ele ter qualquer reação, fui pra cima dele, e o agarrei pela gola da blusa. Fiz ele olhar bem no fundo dos meus olhos. - Não se mete. - rosnei. - Não me chamam de d***o atoa. Coloquei tanta pressão, que se eu fizesse um movimento brusco demais, derrubaria Nemo. Na melhor das hipóteses, ele só bateria a cabeça no ferro. - Você não vai fazer isso. - ele deu um sorrisinho. Dei um soco no nariz nele. - Me da um motivo pra não fazer. - retruquei. - Atena. - ouvi a voz do Souza mas não me virei. - Solta ele. - Te dou seu motivo. - Nemo começou. - Ele não vai te perdoar. Coloquei mais pressão ainda. A vida dele estava na palma da minha mão. Vi medo nos olhos do Nemo, q

