Ele a puxou pelo cabelo emanando ódio: — O que foi, vagabunda? — Sua filha da pu.ta, foi bater na Esmeralda pelas costas, agindo na covardia? — Cê tá me tirando mesmo. — Solta o menor. Anda, por.ra! Cê tá fudida, Daianara. Ela colocou o bebê na cama chorando aos prantos, pedindo para ele não fazer nada, levou um ta.pa no rosto, caiu no chão. A Sene chegou entrando com uma tesoura nas mãos: — Patrão, toma aí. Ele a mandou pegar o bebê, descer para a entrada do morro e esperar até uma hora, para a Daianara descer, a pegou pelo cabelo foi arrastando para fora: — Cê vai meter o pé daqui, tem meia hora pra sumir, ou eu vou voltar e te levar pras ideias, filha da pu.ta. Ele começou a cortar o cabelo dela curto, fazendo ameaças, para todos verem, foi sentar e ficou olhando até ela sai

