5. Não esqueça nem um segundo

1054 Palavras
NATHANIEL Diana segura minha mão e anda na frente até entrarmos no quarto. Alcanço sua cintura e colo seu corpo ao meu, ela dá uma risada surpresa e isso me faz sorrir, em seguida tento beijá-la mas ela coloca a mão na frente. – O que foi agora mocinha? – Pergunto dando um beijo e uma mordida na palma da mão dela. – Pode ser igual ontem? – Diana abaixa a mão. Tenho a impressão de que ela está corada. – Igual ontem o quê? – É que eu não lembro de tudo com detalhes. – Ela olha para os próprios pés e gira a ponta do sapato. – Então... Podemos fazer isso devagar. – Diana continua olhando para o chão e noto que está mordendo o interior da bochecha. – Desde quando você é tão tímida. – Toco sua bochecha e ela me olha. – Fica uma graça garotinha! – passo o indicador pela ponte do nariz dela, fazendo sua expressão mostrar uma falsa raiva. Provoco um pouco mais apertando a bochecha dela. – Para com isso! – Diana tira minha mão e eu a trago para mim. – Você pode ser mais velho mas é ainda mais infantil. – Vou te mostrar como sou infantil... – Falo baixo, tiro seu vestido e a levo para a cama. – Não se preocupe, seu pedido é uma ordem, vou garantir que você não esqueça nem um segundo dessa vez. Beijo seu corpo inteiro, termino de me despir e seu olhar queima de desejo, saber que esse desejo é por mim me deixa louco, alucinado. Pego o preservativo na gaveta do armário, coloco lentamente, para me deleitar um pouco mais da forma como os olhos de Diana acompanham cada movimento meu, ela ficou esgotada com o primeiro orgasmo, mas ainda assim me olha faminta. Subo na cama e fico sobre ela em seguida. Coloco um braço de cada do seu lindo rosto, para poder vê-la e beijá-la. Uso meu joelhos para posicionar as suas pernas abertas, e me acomodo entre elas. Suas mãos deslizam até meu peito. Encosto a minha testa na testa de diana, deixo um beijar casto em seus lábios e mantenho o foco. Tento controlar minha respiração que no momento está mais pesada que a dela. Que merda, me sinto como se fosse minha primeira vez! Já estou ultrapassando dos limites do meu controle, mas desejo que seja especial para ela, da mesma forma que estar com ela é pra mim, quero que cada milésimo de segundo comigo, fique marcada na sua mente, na sua pele e em cada célula do seu corpo. Com os meus olhos fixados nos seus, eu a penetro lentamente. Diana fecha os olhos, jogando a cabeça para trás, fecho os olhos quando estou completamente dentro dela e me deleito com a sensação. É quase uma tortura ir tão devagar, mas também é agradável, posso sentir dor e prazer. — Abre os olhos, por favor. — peço com delicadeza. Ela faz o que eu pedi, voltando a me olhar com os olhos sobrecarregados pela luxúria. Seus quadris se impulsiona com impaciência e começo a me mexer com lentidão. Nossas respirações e gemidos, não consigo imaginar nada mais erótico. Nossos corpos brilham pelo suor, Diana inverte nossas posições, espalmando suas mãos em meu peitoral, se inclina em minha direção e sussurra baixinho me fazendo arrepiar. – Minha vez de trabalhar... – Deixa um beijo em minha orelha e terminar de sussurrar – Relaxa um pouco Nath... – Gosto que você me chame assim. – Seguro sua nuca e roubo um beijo. Ter o corpo de uma mulher como a Diana montado no meu é uma visão sensual pra p***a! Levo uma mão até seu quadril e a outra para seu pescoço, descendo pelo vale entre seu seio, deslizando por sua barriga e repousando em sua cintura. Ela se movimenta devagarinho a princípio, geme apoiando as mãos em minhas pernas e inclinando o corpo para trás, Diana se inclina pra frente, suas mãos agora se concentram acima da minha cabeça e seus cabelo escuro cai como uma cortina entre nossas faces. Raspa levemente os dentes em meus lábios, tenta se afastar com um sorriso provocativo brincando em seu rosto, mas seguro sua costa, deslizo meus dedos entre seus cabelos e trago seus lábios para mim. Suas mãos espalmadas em meu braço, enquanto dita o ritmo do sexo e a beijo com ardor. De repente se torna doloroso respirar, aperto a sua coxa com força, Deixando a marca dos meus dedos em sua pele macia. Está cada vez mais difícil controlar meus instintos. Sinto as pernas de Diana se apertando ao meu redor, suas unhas cravam minha pele. Ela chega ao seu limite e diminui o ritmo, desaba em meu peito exausta, retiro seus fios que se espalharam em meu rosto, acaricio seu cabelo com uma mão e sua costa com a outra. Sua respiração se acalma gradativamente, ela se apoia nos cotovelos e sua voz ressoa baixo. – Desculpe, acho que essa noite não consigo mais empatar. – Dou risada quando percebo que ela lembra dessa parte e beijo sua testa. – Chega de besteira – Faço sua cabeça descansar em meu peito outra vez – Se tem algo que você deveria saber melhor que ninguém é que qualquer homem que possa estar do seu lado sempre sairá como vencedor. – Ela me olha outra vez com mais intensidade. – Você também? – Seguro seu rosto e faço uma expressão séria semicerrando os olhos. – Por acaso está insinuando que não sou homem, Diana Olsten? – Não! – Ela se senta sobre mim e sacode as mãos nervosamente em negativa – Não é isso, juro, o que eu quis dizer é que...– Impeço que termine mudando nossa posição e ficando sobre ela. – Não sei dizer o que é mais excitante em você, mas com certeza tenho pensamentos muito impuros quando você fica tão fofa e corada desse jeito. Me dê um minuto de paz mulher! – Digo saindo de dentro dela, fico de pé para terminar meus assuntos no banheiro. – Volto logo. – Não quer ajuda? – Pergunta quando estou próximo a porta. – Descanse, vou ser rápido. – Olho para o corpo dela em minha cama outra vez e sussurro para mim. – Talvez nem tanto...
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