Melissa Vincenzo dorme na manhã seguinte. Bastou uma surra violenta para finalmente fazê-lo dar um tempo. Eu acordo cedo, enrolada em uma caneca de café e observando o oásis acordar da janela da frente. Capangas vagam pelo quarteirão e mais pairam nos telhados fumando cigarros e falando ao telefone. Não era tão movimentado quando cheguei aqui, mas agora a guerra está deixando todo mundo nervoso e a segurança está duplamente reforçada. Faço café e fico espreitando pela cozinha até criar coragem para fazer panquecas. Vincenzo desce as escadas na hora em que termino, e me beija na bochecha antes de se sentar na ilha com um grunhido, uma mão pressionada contra suas costelas quebradas. — O médico disse que eu precisava de muitos carboidratos para me recuperar totalmente — ele diz enquanto eu

