Vincenzo Andando por um corredor estéril, forrado de blocos de concreto, com Simon. Ele está empurrando a cadeira de rodas do meu pai, e nós três estamos seguindo uma senhora muito severa em um uniforme de guarda prisional. O corredor se abre para uma sala de visitas cheia de cadeiras, casais conversando, homens em macacões marrons e mais do que algumas máquinas de venda automática. Guardas vagam por aí, parecendo irritados. E ali, sentado sozinho, está meu irmão Sergio. Ele fica de pé quando nos aproximamos. Sua barba é espessa e desgrenhada, e seu cabelo está raspado até o couro cabeludo. O cara parece musculoso — o clichê sobre prisioneiros não fazerem nada além de ficar por aí e levantar pesos é verdade no caso dele — e ele sorri quando nos aproximamos. É incrível vê-lo novamente, e

