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London Boy//Henry Cavill

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intro-logo
Sinopse

O que te faz permanecer vivo?

O que te faz não desistir?

Anna nunca teve sorte alguma quando o assunto era atuar. Vários papéis perdidos, até que uma chance a fez descobrir um mundo completamente novo. Um mundo que irá virá-la de cabeça pra baixo. Henry, um Astro admirado por diversas pessoas, se vê encantado pela doce Anna, uma mulher sonhadora e determinada. O que o futuro os reserva?

Eu o ouvi rindo - Sorri ao lembrar dele. -

Eu vi as covinhas primeiro e depois ouvi o sotaque, dizem que lar é onde o coração está, mas não é onde o meu vive. Eu estou apaixonada por um cara de Londres.

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Audição
O clima aqui Londres é temperado, em geral o verão é bem leve e o frio no inverno é meio intenso, mas hoje o dia estava mais frio que o normal para um dia de verão. O que tornava mais difícil eu levantar da cama e sair para fazer uma audição. Eu não sei por qual motivo minha agente insistia tanto que eu fizesse essas coisas, afinal de contas, sempre fui azarada com isso. Sério, já tentei CENTENAS de vezes conseguir papéis em alguns filmes que vocês já assistiram por aí. Nunca consegui. Parece que alguém jogou alguma praga para que eu não saísse do teatro. E olha que todos dizem que sou uma ótima atriz.                Sentei na cama e coloquei a pontinha do dedão do pé no chão, me arrependi amargamente, estava tão frio que me arrepiei.    - É Anna, você consegue. — Murmurei para mim mesma. —         Em um pulo levantei da cama e quase meu corpo inteiro batia de frente com a poltrona próxima. Senti meu corpo esfriar totalmente. Logo a porta do meu quarto foi aberta. Johanna, minha agente, e também minha tia, sempre a tempo.    - Que bom que levantou, sei que está frio, mas você precisa fazer isso. — Ela me entregou algumas folhas, logo vi que eram as falas para o teste. —   - Para que tentar uma coisa que sabemos que não vou conseguir? Prefiro dormir o dia inteiro, meu corpo pede isso. — Falei, não tenho nenhuma confiança com isso, quando se fracassa várias vezes, a gente fica sem fé alguma. —                Cabisbaixa, fui até o banheiro, lavei meu rosto e Johanna estava parada na porta.    - Anna, eu sei que já tentamos várias vezes, mas dessa vez eu te prometo que se você não conseguir, eu te deixo em paz. - Johanna estendeu o dedo mindinho, tentando fazer uma promessa. E fizemos. —   - Não se descumpre promessas de mindinho. —Sorri levemente. —   - Não se preocupe com isso, agora tome um banho e use uma maquiagem leve, você consegue minha futura estrela. — Ela sorriu e fechou a porta do banheiro, me deixando sozinha encarando o enorme espelho. —   - Tomara que dessa vez dê certo. — Respirei fundo e fui em direção ao box. —            Eu não entendia como as pessoas conseguiam caminhar nas ruas tranquilamente enquanto eu quase congelava ao sair do hotel e entrar no carro. Talvez eu estivesse acostumada com o clima quente de Miami. Londres é linda, mas eu nunca conseguiria morar em um lugar assim.    - Como eles conseguem? — Desviei os olhos da janela, pra Johanna que olhava atentamente a estrada. —   - Algumas pessoas não usam o frio para fugir de seus compromissos. — Ela me olhou e sorriu, fiz o mesmo. —   - Ok, se esse for o lugar da audição você pode dar meia volta.                Uma fila enorme ia até o fim do quarteirão, foi literalmente a maior fila que já vi na minha vida. O que estava acontecendo? De repente todos os moradores de Londres se interessaram por esse filme? Sério? Revirei os olhos.    - Não se preocupe, essa fila gigantesca é para autógrafos da escritora do livro que você vai fazer o teste para entrar no filme. — Johanna tentava encontrar um lugar para estacionar enquanto eu rezava para todos os deuses existentes que me dessem forças para enfrentar o frio. E que alguém naquela sala gostasse do meu teste. —               Assim que descemos do carro, uma euforia tomou conta das pessoas na fila. Um homem alto de cabelos castanho escuro entrou no prédio das audições e acenou para algumas pessoas ali presentes.    - Você disse que era uma mulher que estava autografando os livros. — Arqueei uma sobrancelha. —   - Aquele provavelmente é o Henry Cavill. - Johanna deu de ombros e a segui, eu ia de encontro ao final da fila, mas ela me puxou pelo braço. —   - Não, você vem por aqui. — A segui até a porta dos fundos do prédio e entramos. Haviam algumas pessoas sentadas lendo o script e outras em pé falando com seus agentes (provavelmente). Sentei na primeira cadeira que encontrei, que era bem próxima do aquecedor, agradeci mentalmente. —                  Li o script e memorizei algumas falas que estavam marcadas com marca texto verde, deduzi que seriam as falas-chaves, ok, vou me empenhar nelas. Enquanto lia o script e ficava cada vez mais tensa ao ver alguns rostos conhecidos não só da TV, também do cinema, eu estava quase pensando em desistir até que...    - Anna Fitzgerald. — Uma mulher não muito alta com cabelos brancos em um coque e óculos de grau examinou toda a sala de espera. —    - Sou eu. — Me levantei abruptamente e ouvi Johanna sussurrar um: "boa sorte, minha estrela" —                   Entrei na sala e avistei uma mesa com quatro cadeiras, uma delas estava vazia. Entrei com as mãos nos bolsos de trás da minha calça.    - Bom dia, Anna. Que bom que compareceu, o dia está bem frio hoje. Vejo que realmente está disposta a esse papel.  — Um homem simpático sorriu amigavelmente para mim. —   - Sim, eu estou. — Sorri sem mostrar os dentes, acho que perceberam meu nervosismo. —   - É a sua primeira vez fazendo testes? — Uma mulher n***a com um belo sorriso me questionou. —   - Não, nervosismo de sempre. — Gaguejei um pouco. —   - Vejo que não é daqui. Seu sotaque é diferente, de onde veio? — Ela continuou. —   - Sou de Miami, Flórida.    - Eu adoro Miami.  — A cadeira vazia na mesa acaba de ser preenchida por Henry Cavill. E tudo isso só fez minha ansiedade piorar. — Anna, qual sua idade?    - Tenho 20. — Respondi Henry. —   - Você estuda, trabalha? - Ele colocou os cotovelos sob a mesa. —   - Eu ajudo meus pais na mercearia que eles têm no nosso bairro. — Tirei as mãos do bolso, me sentindo um pouco mais confortável. —   - Certo, boa sorte Anna. — Henry sorriu docemente em minha direção, o que me fez ficar um pouco mais calma. —                       Respirei fundo e iniciei a primeira cena. Sempre que errava ou esquecia de algo, os produtores acenavam positivamente com a cabeça para que eu voltasse do início.    - Anna, não precisa ficar nervosa. Estamos aqui para ver se você tem as qualidades para o papel, não julgar seu jeito de atuar, vá em frente, finja que não estamos aqui. — Um senhor de cabelos grisalhos falou. — Comece do início, por favor.                       Olhei pra Henry que acenou com a cabeça positivamente.  Reiniciei a cena e tudo fluiu de forma leve e espontânea. Quando terminei eles agradeceram.    - Vamos entrar em contato com você em breve, tudo bem? — O senhor grisalho assentiu com a cabeça. —   - Sim, obrigada. — Sorri e fui até a mesa, apertei a mão de todos e me dirigi até porta para sair. —                      Johanna estava na porta me esperando, m*l olhei para ela, fui correndo para o banheiro. Com os olhos já cheios de lágrimas me encarei no espelho. Me sentia um fracasso e tinha quase certeza que eu não seria aprovada.    - Anna... — Johanna entrou no banheiro e me segurou pelos ombros. — Querida... O que aconteceu?    - Johanna... Eu.... Eu sei que não passei, que não fui boa, eu deveria desistir e entrar em uma faculdade, eu sou uma péssima atriz, eu nunca vou conseguir. — Falei em meio a soluços. —   - Meu bem, o que eles disseram? — Ela tentava, mas falhava miseravelmente enxugar minhas lágrimas com um papel toalha. —                      Naquele exato momento senti minhas pernas enfraquecerem, me apoiei na pia do banheiro e continuei a chorar desesperadamente, logo respirar ficava difícil, e mais uma vez eu tinha crise de ansiedade.  Assim que Johanna percebeu, ela virou-se a minha frente e começou a falar.    - Anna, Anna respire... inspire e respire... — Ela fazia o mesmo movimento enquanto eu tentava fazer o mesmo, mas falhando. — Vamos, você consegue. Inspire.... Respire.... Você é forte Anna, você consegue. Não deixe isso te dominar. —   - Eu não consigo.... Eu vou morrer Johanna. Eu não aguento. - Meu peito chegava a doer com a força que eu tentava respirar, tudo o que eu sentia era ele cada vez mais pesado. —    - ANNA, OLHA PARA MIM. VOCÊ ESTÁ TENDO UMA CRISE DE ANSIEDADE, ISSO NÃO É REAL, ISSO NÃO VAI TE AFETAR. RESPIRA JUNTO COMIGO. — Olhei pra Johanna e acompanhei seus movimentos. Inspirei e respirei algumas vezes, outras eu falhava, mas estava me sentindo um pouco melhor, até que a crise passou e eu consegui respirar normalmente. Minhas pernas voltaram a funcionar e as lágrimas começaram a secar lentamente. Até que voltei a mim e Anna me abraçou. —    — Você vai ficar bem, vamos para casa. — Ela me guiou até a porta do banheiro e saímos, algumas pessoas me olharam, pois estava com a cara inchada de tanto chorar. Ouvi alguém sussurrar: "Ótimo, menos uma concorrente." Eu não entendia como o fracasso de alguém pode ser tão prazeroso para pessoas ruins. —                  Entrei no carro e coloquei o cinto.      - Essa é a última vez que prejudico minha saúde mental por isso. — Olhei pra Johanna que acenou não muito satisfeita com a cabeça. —               Ela ligou o carro e pegamos a estrada. 2. Expectativas Passei o resto do dia apreensiva. Nem sequer me importava mais com o frio que reclamei o dia inteiro. Eu só queria saber se estava aprovada ou não. Deitei de bruços na cama e peguei meu celular. O Twitter era a única coisa que podia melhorar meu humor naquela hora. Entrei nas notícias e parecia que o mundo conspirava contra mim.   - Henry Cavill, sério? — Revirei os olhos. — É impossível ficar calma sabendo que ele é um dos que vai me julgar.                     Joguei uma almofada na minha cara e levantei da cama. Eu não podia ficar parada esperando uma resposta. Eu tinha que ocupar a cabeça, mais com o que?    - Não quer conhecer Londres? — Tia Johanna parece uma fada madrinha, sempre na hora certa. —   - Tudo para não pensar sobre o teste. — Dei de ombros. — Vamos.                     Londres é uma cidade encantadora, apesar de fria demais para o meu gosto. A arquitetura da cidade é belíssima, acho que uma das únicas cidades que acho tão bonita. Por um momento pensei o quanto poderia conhecer ainda mais Londres caso fosse aprovada no teste.... Suspirei fundo.   - Você não precisa se preocupar com isso, Anna. — Johanna me entregava um hot-dog. —    - Eu odeio hot-dog, tia. — Olhei para o mesmo com uma cara não muito agradável. —                     Uma das coisas que eu mais odeio é hot-dog. Não acho que pão combina com salsicha e molho. Que coisa mais esquisita.  O resto do dia foi agradável, se passou rápido que já era fim de tarde, fomos para casa depois de deliciar algumas comidas típicas da cultura inglesa. Abri a Netflix e dei de cara com um pôster enorme da nova série da Plataforma, The Witcher. ESTREANDO QUEM? ELE MESMO. Que saco, esses dias vão ser longos...     - Se tudo me faz lembrar, então vou entrar dentro do assunto. — Falei para mim mesma. Abri meu notebook e pesquisei sobre o livro que fiz a audição. — Certo, um livro de romance, best-seller, milhões de fãs... óbvio que não vou conseguir. — Fechei o notebook com força. — Os dias serão longos... — sussurrei para mim mesma. —                   E literalmente foram longos até demais. O prazo de quatro dias pareciam ser quatro anos. Eu m*l saí do hotel. Minha rotina era: cama, Netflix, Twitter. Eu estava quase entrando em depressão. Até que recebi um telefonema.    - Anna Fitzgerald? — Uma voz simpática perguntou. —   - Sim, sou eu. — Falei, meio nervosa. —   - Oi Anna! Desculpe me se te incomodo, liguei para falar sobre o resultado da sua audição. —                        Nesse momento coloquei o celular no viva voz, para que Johanna também escutasse a ligação. Ela fez um gesto eufórico e silencioso com as mãos.    - Ah, claro, pode falar. — Eu estava sentindo que a qualquer momento minha voz ia fraquejar. —   - Anna, você foi uma das primeiras a fazer a audição, certo? — Ela falava enquanto um barulho de papel era perceptível, provavelmente ela estava checando minha ficha de inscrição. —  Anna, infelizmente você não foi aprovada. Aqui consta que você nunca fez nenhum trabalho na TV ou cinema, apenas no teatro. Infelizmente precisamos de atores com um histórico para avaliarmos, você fez a audição muito bem, mas precisamos a ver em cena.                      Aquelas palavras me mataram. Eu não sei por qual motivo tia Johanna ainda apostava em mim. Era óbvio que eu não iria passar. Eu uma novata, que nunca sequer apareceu em um comercial de TV, competir com atrizes que inclusive já fizeram trilogias e sagas era impossível. Segurei o choro.    - Anna?    - Sim, estou ouvindo. — Minha voz falhou. —   - Agradecemos pela inscrição, tenha um bom dia. — Ela desligou. —                     Encarei Johanna enquanto sentia minha vista embaçar.    - Tudo bem, vai ficar tudo bem. — Ela veio em minha direção e me abraçou. —    - Eu não sei porque tinha tanta expectativa. — Enxuguei uma lágrima.  Johanna sorriu. —   - Expectativa é sinal que você ainda acredita. — Ela sentou ao meu lado na cama. —   - Agora vamos para casa e esquecer esse sonho b***a de ser atriz. — Levantei. — Vou procurar uma faculdade e me empenhar nela, quem sabe nisso eu não fracasso. — Sorri de leve. —   - Você não fracassou, eles que perderam uma ótima atriz. — Johanna levantou e ficou em minha frente. — Ainda temos três dias aqui.    - Por mim eu ia embora agora.    - Vamos curtir um pouco a cidade, você vai esquecer isso.  — Johanna saiu pela porta me deixando sozinha. —                    Nunca quis tanto um papel como quis aquele.... Eu realmente criei algumas expectativas com isso, mais tudo bem, as vezes algumas coisas não são para ser mesmo. Passei o resto do dia encarando o teto, recebi algumas ligações de amigos e dos meus pais, que lamentaram eu não ter conseguido o papel, o que me fazia sentir pior ainda. Liguei a TV e fui para um canal aleatório com notícias.      -  E já sabemos os atores principais para a renomada saga “A queda de um anjo”. — Uma das apresentadoras falou. —   - p***a. — Falei mentalmente. —   - Quem vai fazer o papel principal como anjo caído é ninguém menos que o queridinho da DC, Henry Cavill. — Ela sorriu e a outra apresentadora abriu a boca formando um O perfeito. —   - Não acredito que vamos ver Henry Cavill com asas de anjo, dando jus ao seu rosto perfeito. Eu m*l posso esperar por isso. — Ela se abanou com uma das mãos. Revirei os olhos. — E quem vai fazer o papel de Catherinne? A Nephilim que vai conquistar o coração desse anjo fazendo-o cair da graça?    - Deveria ter sido eu. — Revirei os olhos e continuei assistindo. —   - Ninguém menos que Zendaya, que recentemente fez Euphoria e também os dois filmes do Homem Aranha. Parece que vamos ter um encontro entre DC e Marvel. Vamos amar ver isso. — A apresentadora que parecia mais animada que tudo, sorriu. —               Eu estava competindo com a Zendaya, é óbvio que eu não tinha chance. Desliguei a TV. O resto da semana inteira tive que aturar buzz em cima desse filme que eu nem sequer sabia que era tão famoso assim. Bom para os dois, tem três filmes garantidos. Abria o Twitter e via montagem deles como anjos, ou deles juntos, as pessoas estavam realmente empolgadas. Acho que se eu fosse a escolhida, nem teriam fotos para colocar, eu nem sou famosa.  —Dei uma risadinha enquanto via as fotos. — Johanna percebia o quanto eu estava m*l com tudo, ela tentava me animar, mas nós duas sabíamos que sempre foi assim. Não era aprovada = duas semanas inteiras sem sair de casa. Já era típico. Meu telefone tocou.    - Anna Fitzgerald?    - Sim, é ela. Quem é? — Perguntei, com a sensação de ter ouvido aquela voz antes. —   - Oi Anna, que bom que não perdi seu número. — A mulher pareceu aliviada. — Isso custaria meu emprego. —                    Permaneci em silêncio.    - Anna, você teria interesse em fazer parte do elenco de “ A queda de um anjo” como irmã da protagonista?                      Senti meu corpo inteiro estremecer. Nem ferrando. Passei alguns segundos para processar a informação.    - Anna? — A mulher no telefone pareceu compreender meu susto. —            Voltei ao meu eu.   - Oi, oi... Desculpa, o que disse?    - Você aceita fazer parte do elenco? — Ela questionou mais uma vez. — Não é um papel tão grande quanto o que você fez a audição, é considerável.    - Claro... eu nem sei o que falar...  — Eu ainda estava em choque. —   - Preciso que me passe o contato da sua agente, você tem uma?    - Sim, você tem caneta e papel?    - Pode falar.                    Dei o número de Johanna, ela agradeceu e desligou a ligação. Meu Deus, EU VOU FAZER MEU PRIMEIRO FILME. Tapei minha boca com as duas mãos para abafar o grito que dei, enquanto dava alguns pulinhos de alegria no quarto.    - Eu não acredito que isso está acontecendo. — Sacudi a cabeça. — Por Deus, e agora, o que eu faço?                  Eu só conseguia rir, para mim tudo não passava de um simples sonho e a qualquer momento eu iria acordar. Era meu primeiro sim e logo para uma trilogia tão grande... tudo bem que eu não seria a principal, mas isso abriria portas para mim. Hollywood iria finalmente conhecer Anna Fitzgerald.... Comecei a pular freneticamente na cama até ficar suada e Johanna entrar com um sorriso de orelha a orelha pela porta.    - AI MEU DEUS — Ela não conseguiu se conter. —   - Sim, sim, sim!! Está acontecendo o dia que sonhamos desde que eu tinha 13 anos. — Eu pulei da cama e fui correndo abraçá-la. — Obrigada por não desistir de mim. 

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