Crescendo...

1380 Palavras

Depois de um certo tempo, que para mim pareceram horas, escutei uma batidinha na porta, abri uma fresta, e lá estava ele, com a cara vermelha e estendendo uma caixa para mim. — Achei no quarto da Mel, estava muito bem escondido. — Ah, obrigada! — Peguei e fechei a porta rapidamente, mas assim que li o rótulo, chamei ele de novo. — Diogo! — O que foi agora? - Perguntou. — Esse não serve para mim. — Por quê? — Porque… porque não é do tamanho certo. — Eu queria morrer! — Tamanho… como assim? — Isso aqui é tamanho super. — Outro silêncio embaraçoso. — Essa porcaria tem tamanhos diferentes? — Claro que tem! — E agora? — Perguntou, e pensei por um momento. — Vou precisar que você me faça outro favor, dessa vez dos grandes. — Falei nervosa. Ouvi um longo suspiro. — Eu sei que vou me

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