Abri os olhos, respirando fundo, e encontrar seu rosto tão perto do meu fez meu coração dar um salto no peito. Mesmo depois de todos esses anos de convivência, ele ainda tinha aquele efeito sobre mim. Olhei para baixo e verifiquei que ele estava sem camisa, só usava uma calça de moletom preta, quase fiquei vesga só de olhar para o peito dele, e minha vontade era estender as mãos e corrê-las pelo seu tórax, sorte minha que estavam bem presas por ele. — Acordada? — Insistiu. — O que você acha? — Perguntei, irônica. — Será que agora dá para me soltar? — Ele me olhou por mais um instante e soltou minhas mãos, mas continuou sentado de pernas abertas em cima de mim. — Posso saber o porquê desse ataque matinal? — Estou aqui para isso. — Respondeu, com um sorriso glorioso. — Passei, Malu, ganh

