(Benicius Narrando)
Estava de boa no camarote no meu cantinho curtindo o baile quando de longe vejo um cara arrasta uma mina pelos cabelos pra fora do baile, eu não costumo me meter em briga de casal, mas no meu morro tem regras e regras foram feitas para serem cumpridas, esse negócio de pegar mulher à forca essas parada aqui no meu morro não existe, chamei dois dos meus meninos e fui pra onde tinha visto o cara arrastando a garota, fomos bem de mansinho por trás da quadra e ele estava tentando beijar a garota à forca e pra ela não gritar por ajuda ele colocou a mão na boca dela entrei no beco de mansinho e liguei a lanterna do meu celular.
Lafaiet- Boa noite, desculpa incomodar os senhores, mas posso saber o que vocês estão fazendo aqui? -perguntei de boa e o cara se assustou com a minha voz, e olha que eu nem falei grosso.
Xxx- Nada irmão! Só estamos ficando- falou e eu coloquei a lanterna bem na cara dois, a menina estava vermelha de chora e as marcas dos dedos dele estava no rosto dela.
Lafaiet- Irmão o c*****o, procede essas ideias garota? Parece que ela não está gostando -perguntei e ela não respondeu, como eu não tenho paciência gritei logo – ABRE A p***a DA BOCA c*****o- Gritei e ela negou e o cara começou a rir de nervoso.
Xxx- Que isso garota você que mim chamou pra cá, fala a verdade amorzinho- falou passando a mão no braço dela e a mina se encolheu e fechou os olhos deixando uma lágrima cair.
Xxx- A gente estava se conhecendo quando ele me arrastou a força pra esse beco, eu nem sou daqui- falou chorando, eu já fiquei puto se uma coisa que eu odeio e quando uma mulher fala as coisas chorando me sobe uma raiva que dar vontade de eu mesmo dar na cara dela.
Lafaiet- Vaza daqui garota, leva ela em casa! e você nós vamos bater um papo legal firmeza? - falei pro cara que negou e eu rir, até parece que estou pedindo kkk.
Xxx- Que irmão só estava tentando me divertir, ela bem que queria, mas quando chegou na hora se recusou e eu não aguentei- falou e eu neguei com a cabeça tirando a pistola da cintura e ele tentou correr, dei logo um tiro na perna dele, eu não ia fazer isso, mas ele pediu.
Lafaiet- Leva ele, Logo mas apareço por lá- falei com um dos menor que veio comigo, dei as costas e voltei pro camarote, eu posso ser o demónio, mas como eu já tinha dito no meu morro existe regras e regras são feitas para serem cumpridas eu odeio p*******a, e x9 são duas coisas que pra mim não tem perdão, eu não sei medir esforços pra meter a mão na cara de uma mulher se ela estiver errada, mas também não admito que homem nenhum bata em uma mulher fora de casa, irmão se você tem problemas com sua mulher resolva sua p***a na sua casa se trazer pra rua pode saber que vai ser cobrado da melhor forma, agora o que acontece dentro da casa de vocês e um problemas de você, e outra se a mulher chegar em nós já sabe que e p*u na certa.
Bruxo- Da qual foi? O Loro disse que tu tava me procurando? -perguntou e eu contei toda a parada.
Lafaiet- Segura as pontas aí que eu vou resolver essa questão e logo mas eu apareço- falei pra ele dar uma moral pros convidados.
Bruxo- Que isso irmão deixa essa p***a que eu resolvo ou então nos ver isso amanhã curtir aí o baile, cheio de bucetinhas novas- falou fazendo movimentos de meter com as mãos e eu rir negando.
Lafaiet- Preciso esquentar o sangue fica ai e já ja eu volto- falei dando um tapinha no seu ombro dele e desci do camarote, bebi um pouco do meu Whiskey e dei o copo ainda cheio a uma loirinha gostosa pra c*****o que passava por mim, sair da quadra subir na moto e arrastei pra boca, não comi nem uma cocotinha ainda e já tenho B.O pra resolver que isso em tio, cheguei na boca estacionei a moto e entrei sem falar com ninguém, entrei na sala de tortura puxei uma cadeira e ascendi um cigarro e comecei a fumar olhando pra cara do indivíduo sem dizer uma palavra se quer.
Xxx- Pra que isso irmão vamos conversa, eu posso pagar, diz ai quanto você quer pra me deixa ir, nunca mais piso os pês aqui- falou e eu rir soltando a fumaça pro ar.
Lafaiet- Dinheiro pra mim não é problema fiote, eu quero ver a tua pele sangra- falei apagando o cigarro no seu olho dele, e ele começou a gritar, que escândalo por causa de um cigarrinho, mandei tirar a roupa dele e peguei um cabo de vassoura que estava atras da porta- Ae Guina come o cu dele pra ver se ele vai gostar- falei jogando o cabo de vassoura pro meu cria e ele sorriu maliciosamente, eu criei monstros e não soldados, eu tenho os melhores crias, todos eles agem na maldade e eu amo isso. Os caras tirou a roupa dele e o Guina ficou enfiando o p*u no cu dele, atava nem aí pro os seus gritos implorando por ajuda o cu era dele e não meu, o cara e escandaloso de mais fio, ele tem sorte que hoje estou bonzinho, mandei parar peguei um barrote e comecei a distribuir porrada por todo o corpo dele, quando ele estava todo lavado de sangue joguei o p*u no canto da parede me abaixei na tua frente e o peguei pelo pescoço- a tua sorte e que hoje estou bonzinho, se eu ver você no meu morro de novo vai ser muito pior que isso- falei metendo a cabeça dele no chão o fazendo desmaiar- tirem ele daqui e joguem em qualquer lugar longe do meu morro- falei saindo da sala e entrei na minha fui direto pro banheiro lavei a mão e o rosto troquei de camisa passei perfume e sair, montei na minha moto e voltei pro baile, larguei a moto no mesmo lugar de antes e entrei na quadra e pra minha sorte a mulher que eu havia dado o meu copo passou por mim, mordi os lábios vendo aquele toquinho de vestido e peguei na sua mão e ela olhou pra trás sorrindo então a chamei pro camarote e ela subiu junto com uma amiga pelo menos a minha noite vai valer a pena, e o que eu espero a mina e gostosa pra c*****o e eu nunca tinha visto ela pela aqui, ela tem uma carinha de que faz um boquete maravilho e deve ter um bocetão sorrir malicioso vendo ela dança até o chão com a amiga.