Capítulo 7- Primeiro Amor!

3863 Palavras
O dia amanhece tomo meu banho, escovo meus dentes visto minha farda, me sento a mesa pra tomar meu café e o meu padrasto aparece logo atrás de mim e me fala: Padrasto: Você hoje irá ficar na loja enquanto vou resolver umas coisas na rua! Olho pra cara dele rindo e digo: Você acha que eu não tenho minhas obrigações hoje? Se você ainda não percebeu, já estou pronta para ir a escola! Ele me olhe e diz: Você pode faltar um dia de aula. Fuzilo ele com os olhos e grito com ele: "SE EU PERDER MINHA AULA HOJE, POR SUA CAUSA SE PREPARE PARA AS CONSEQUÊNCIAS". Minha mãe desce e escuta tudo ela olha para ele e diz: Vou levar a menina na escola, quando eu chegar abro a loja! Olho para ela e digo: A senhora vai abrir esse portão pesado com essa barriga, pra que? Ele vai passar o dia v******o, o negócio é dele quem tem que cuidar, é ele! Ela me puxa pela mão e vamos para a garagem, aquele homem vem atrás de nós e diz a ela: Preciso do seu carro. Mãe: Use seu fusca, porque agora este carro vai direto para a porta de uma escola, ele sai bufando e batendo nas coisas. Entramos no carro e em seguida, bati palmas pra ela. Ela me olhou sem entender. Larih: As palmas foi, pela senhora enfrentar aquele folgado - lhe digo. Ela me lança um sorriso, mas vejo em seus olhos medo, tristeza e preocupação. E daí me preocupo em deixá-la só, com aquele troglodita! Chegamos na escola, vou caminhando até a quadra, quando passo na frente dá entrada que dá acesso aos banheiros e bebedouros. Sem esperar alguém vem por detrás e segura em minha mão, quando olho para à pessoa vejo Hugo, segurando minha mão. E ainda o vejo em plantos comigo desacordada em seus braços, quando a ambulância chega ele acompanha os paramédicos ao lado de Luna, até que a ambulância deixa a escola, comigo dentro. Depois o vejo inconsolado, na frente de uma Haley, querendo entender o que tinha acontecido. Ninguém falava nada, porque nem, eles mesmos sabiam o que tinha acontecido! Mas pela visão dele me vejo, meio que incorporada, dando uns carões nele e dizendo, que eu era o avô dele e que não era para ele mexer, com essas coisas e por conta disso, essa menina aqui, eu aponto para mim mesma, pagara por isso. Daí me vejo caida, completamente inconsciente, no chão na parte de baixo daquelas escadas, grandes da quadra, eu via minha perna em uma posição, que explica o porque fraturei o pé e precisei de gesso. Assim que entramos na quadra para esperar o professor, nos levar para a sala ele solta minha mão e vai se juntar com Dhylan e Rhyan. Em seguida alguém sussurra em meu ouvido. Luna: A família, toda já está sabendo, do namoro de vocês, prepare-se, logo você receberá um convite, para jantar lá em casa. Sei, que você e meu irmão, se gostam a muito tempo e nós duas, já, sabemos que o namoro entre vocês já era aprovado por ambas, nossa família. Acento o que ela diz, com a cabeça e fico admirando Hugo, conversando com os amigos, ele me ver o olhando e vem em minha direção, me abraça com carinho, eu me permito, me perder em seus braços, por alguns instantes. O professor chega e nos leva para a sala. No meio do caminho fico, a pensar se estou agindo certo, ao seguir meu coração, aceitando os sentimentos de Hugo, para comigo. Pois, meu destino é pesado para qualquer, ser humano, comum aguentar e se ele vier a se machucar por minha causa? Na hora do intervalo Hugo e o namorado,de Luna vão ao banheiro e nós duas ficamos, conversando. Olho Hugo, se afastando de nós e digo para ela. Larih: Não sei se mereço namorar seu irmão? Gosto dele de verdade! Meu, medo é de arrasta-lo, comigo para uma coisa que nem tenho por onde, explicar e ele acabar se machucando, por minha causa. Ela olha para mim e diz. Luna: Mulher tu pensa demais, se ele quer te namorar agora então namore. Você nunca vai saber se algo vai da certo ou não, sem nunca ter tentado! E quanto, ao fato de você ter, medo dele se machucar, ele é grande e saberar como si e ti proteger. O que sei, Larih, meu irmão está muito, feliz de estar com você, de verdade, ele: te ama! Hugo e o namorado, de Luna volta para, perto de nós. Luna e eu nos entre olhamos, nos perguntando o que tinha acontecido? Hugo vinha bem nervoso. O namorado de Luna vinha que não se aguentava, de tanto rir. Quando eles chegam, perto de nós o namorado de Luna diz. Lucas: Hugo, vai lá falar, com a sua namorada e explicar o que aconteceu, antes que essa história chega aos ouvidos dela de uma forma, distorcida. Hugo, segura minha mão, me puxando para um, recanto da quadra, onde poderíamos conversar à sóis. Hugo: Quando estava no banheiro, a Pathy veio até mim, me suplicou para ficar com ela. Eu lhe disse, que estava te namorando e que nessa vida, você seria a única garota em minha existência. Larih: Hugo, você tem certeza que é a mim, que você quer? Ele me olha, sem acreditar, na minha pergunta. Hugo: Sou apaixonado por você desde, quando éramos mais novos. Sempre odiei aquela Pathy me urubuzando, todos os dias e eu só querer uma pessoa ao meu lado, você! Olho pra ele e começo a ficar corada, continuando ele me diz. Hugo: Ontem tive uma conversa definitiva com a Pathy e exigi que ela parasse, de ficar dando em cima de mim, que comigo ela não iria conseguir nada. Até porque meu coração, já pertencia a uma única pessoa. E que agora está bem na frente da Dona dele, estou pronto para entregar ele por completo a, você. Ele se ajoelha na minha frente e diz. Hugo: Estou muito feliz de estarmos juntos. - Ele me abraça e sussurra: Te amo! Nos, soltamos e ficamos nos olhando, nosso beijo foi devagar, me senti tão bem, quando nossos lábios se tocaram, mais uma vez. Que desejei, que o intervalo não acabasse e que pudéssemos aproveitar, melhor aquele nosso momento. Somos interrompidos pelo som do sinal, que finaliza o intervalo. Quando abro meus olhos, Nailan estava atrás de Hugo, nos observando, vejo lágrimas formarem em seus olhos. Pensei no que Luna havia me dito, de eu pelo menos tentar, então resolvi aceitar seu conselho. Mas, me pego pensando em Nailan e me pergunto o significado daquelas lágrimas. Durante o resto da aula e do dia de hoje, o Nailan, não apareceu mais, fiquei, preocupada com o sumiço dele. O sinal toca, indicando que o intervalo acabou, ele segura minha mão e vamos direto para a sala, assim que ele pega o vejo muito triste e decepcionado. Fiquei preocupada com aquela imagem, por acreditar que eu seja o motivo de sua tristeza e decepção. Entramos na sala, antes dele pegar suas coisas e sentar na cadeira que fica entre Dylan e Rhyan ele me dá um beijo na bochecha e eu fico corada. Ele me ver corada e me lança um sorriso, com um olhar doce e travesso. Meu coração acelera, com aquilo me sento e vejo uma Pathy, entrar com os olhos inchados de tanto chorar. Quando ela ver que Hugo não estava mais sentado ao seu lado, ela me lança um olhar feroz e vira a cara, para mim. A aula termina e vamos todos para casa, estávamos todos nós na frente dá escola a espera de nossos pais, um por um de nossos amigos foram embora. No fim ficamos Luna, Hugo e eu a espera de nossos pais, minha mãe chega dou um abraço em Luna e outro em Hugo. Só que ele não queria só um abraço, assim que eu ia saindo na direção do carro de minha mãe, ele me puxa em seus braços e me tasca um beijo apaixonado. Assim que ele me solta, fico o olhando sem reação, daí ele sussurra em meu ouvido respire fundo e se acalme, você ainda terá muitos desses. Lhe dou um sorriso e um beijo na bochecha e lhe sussurro até amanhã. Vejo Luna parada nos olhando de boca aberta, mas, muito feliz pelo o que via. Me virei parar entrar no carro de minha mãe, eu tinha visto ela nos espiando através do vidro do carro. Quando entro ela me olha sorrindo e diz: Quero uma explicação sobre aquele beijo que acabei de ver! Fico olhando pra ela enquanto ela dirige, sem acreditar no que me aconteceu hoje. Ela para em um sinal vermelho e eu digo: - Mãe estou namorando! Ela me olha surpresa e diz sério? - Sim, mãe! Até que enfim, até os pais daquele garoto torcia pra você ser a namorada dele e eu também, até porque gosto muito deles. Entramos em casa e seguimos o ritual de costume. Só que dessa vez eu ignorava meu padrasto e ele a mim, mas eu ficava de olho em cada palavra ou insulto que ele se direcionava a minha mãe. No dia seguinte na escola durante o intervalo, meu namorado me puxou pela mão e me guiou até a quadra onde os outros já estavam. Vi a Pathy com uma maleta, nem imaginava o que era aquilo, ela se virou para Hugo e disse chegou quem faltava - estou aqui também certo, Pathy? Ela me olha, olha para Hugo segurando minha mão e diz com desprezo: é sim Larih! Só não sei se você vai gostar do que tenho aqui, ela, aponta para a maleta. Mas já que todos estão aqui, vamos nos sentar em círculo para darmos início ao nosso jogo. Nem imaginava que jogo seria, nos sentamos e ela abre a maleta, o que vejo? Sim é ele o tabuleiro Ouija! Olho pra ele e digo sem ar, Hugo percebe que fiquei assustada e sussurra em meu ouvido: não importa o que aconteça, estarei aqui pra lhe proteger. Dessa vez não será que nem na última. Me viro e pergunto o que aconteceu, na última? Todos me olham e perguntam você não se lembra o que aconteceu, quando nós brincamos com isso da última vez? - Quem me questiona é a Pathy! Daí respondo só me lembro de ir dormir longe de vocês até me deitei ali, apontei o dedo para onde estava antes do acidente e depois disso, de acordar em um hospital. Eles começam a relatar o que aconteceu: -Pathy deu início: Você parecia está possuída por alguma coisa. Chegou perto de nós e chamou Hugo pelo nome completo dele, que nenhum de nós nem sabia, porque ele nunca nos falou. Mas você começou a se identificar como o avô dele! Olho pra ele e pergunto e depois disso o que aconteceu, ele me olhou nos olhos e disse, depois disso você começou a se referir a si mesma dizendo: Por causa de vocês, essa garota aqui irá começar a passar pelos momentos mais difíceis, da vida dela. E daí você desmaiou e caiu ali embaixo, eles apontaram para a parte de baixo, a escola teve que chamar uma ambulância, porque o modo que você caiu. Se, não fosse pelos cuidados de um profissional, você teria tido sequelas. Eu disse: Passei, quinze dias com um gesso no meu pé, sem entender de como tinha me machucado e com muita dor de cabeça. Você caiu de cabeça - disse Hugo quase chorando, acariciando minha cabeça, mas agora você está aqui nos meus braços, jamais deixarei você ir pra longe de mim novamente, ele me dá um beijo na cabeça e me abraça forte. Então Pathy, tira o tabuleiro da maleta e põe no meio do círculo o qual estávamos sentados, daí ela diz: Vamos começar? Dessa vez eu digo: Vocês não deveriam mexer com isso! Pathy me ironiza e diz: Está com medo? Se tiver é só sair, fique a vontade! Olho para ela e lhe digo: não tenho medo disso, não mais, o que quero dizer é que vocês vão mexer com coisas que não irão poder controlar, depois que você, aponto para ela libertar um espírito obsessor, que não lhe deixará sossegada um segundo se quer, será tarde para se arrepender. Ela rir e me pergunta: Você acha que pode me fazer medo? A única medrosa aqui é você! Eu dou um tanto faz para ela e vejo, eles começarem um jogo. Um vento forte passa por mim e eu sinto um calafrio na espinha, vejo um homem com uma aparência mais velha. Mas o reconheço de imediato, porque quando ele estava vivo era ele quem trazia os netos para a escola. Era, o avô materno de Hugo e Luna. Ele tenta se aproximar de mim e eu ponho uma mão na frente dele, como os outros estão tão envolvidos naquele tabuleiro e******o, eles não percebem que estou interagindo com um espírito e justo o do avô deles. Me solto dos braços de Hugo ele me olha e pergunta: o que foi? Preciso ir ao banheiro! Ele assente com a cabeça e diz: vá e volte, estarei lhe esperando aqui. Larih: Certo! Vou para o banheiro e o espírito daquele senhor vem atrás de mim, ele me chama pelo nome até porque ele me conhecia, também. E me pergunta: Você pode me ver? Olhei em volta não tinha ninguém naquele momento, aí eu disse: Sim! Ele, me pede para guiar aquele jogo, ou fazer aqueles garotos pararem de jogar aquilo. Digo a ele que só tem um modo, deles pararem de jogar, vou até a diretoria e vejo uma Haley, indo em sua direção lhes pergunto. Dona Aley depois do meu acidente a uns quinze dias atrás, a senhora confiscou um jogo de tabuleiro certo? Ela disse: Sim, Porque? Vi alguns alunos na quadra, com esse mesmo jogo de tabuleiro, se eu fosse a senhora, iria dar uma olhada! Ela sai em direção a quadra e eu vou ao banheiro e tomo minha água, quando vou entrando, na quadra para encontrar meus amigos. Vejo, Dona Aley, em posse daquele jogo e alguns alunos em apuro inclusive meu namorado. Mesmo que agora ele vá levar um bronca, junto com os outros fiz isso para o bem dele, espero que ele me compreenda. Me aproximo de Luna e pergunta o que houve? Dona Haley, nos pegou no flagra e estamos todos indo levar uma bronca - diz ela. Pathy nos escuta e diz: acho muita coincidência, assim que tu sai Dona Haley chegar e estragar o jogo, já tínhamos até começado - ela me lança um olhar afiador de acusação. Não posso dizer nada em minha defesa, até porque, fui eu quem os dedurou. Hugo escuta todas nossas discussões e segura em minha mão, me mostrando todo seu apoio. Pathy olha o modo dele me tratar e fica com mais ciúmes e raiva ainda de mim. Mas mesmo assim os acompanho até a sala de Dona Haley, ela se volta para o grupo e pergunta, quem é o Dono desse? Porque o outro que confisquei está bem aqui, ela aponta para o outro que está em seu armário. Ela continua, se bem me lembro este que está comigo foi o senhor Hugo, quem o trouxe, certo? Ela faz essa pergunta se dirigindo a ele! Hugo: Sim, senhora! - ele responde. Haley: Ela continua depois do acidente da Larih, ela se direciona a mim, sua mãe diminuiu sua mesada, para que você não tivesse chances de comprar outro, certo? Hugo: Sim, mesmo que ela não tivesse, diminuído minha mesada, jamais faria alguma coisa que machucasse a Larih, novamente - ele diz isso para ela e levanta minha mão; que está segurando a dele. Ela ver aquilo e nos lança um sorriso, mas se direciona a pergunta a todos. Haley: Então quem trouxe este pra escola? Ela aponta para o tabuleiro Ouija, recém confiscado! Como não falamos quem trouxe, ficamos todos de castigo, inclusive eu, já que fazia parte daquele grupo e não abri a boca para dedurar quem trouxe aquilo. Então hoje todos nós iríamos ficar mais duas horas, na escola depois do término das aulas. Ela determinou que devíamos ficar na capela e assim aconteceu. A aula terminou, e fomos levados para a capela, assim que entramos a assistente da diretora disse daqui a duas horas, virei liberar vocês, enquanto isso vão rezar que é o melhor que vocês, irão fazer. Daí me lembrei dos espíritos zombeteiros, assim que a assistente sai, a porta da capela se fecha sozinha, com um baque bem forte na porta. Escutamos a assistente tentando abrir a porta, mais sem sucesso, ela nos manda ficar, calmos enquanto ia pedir ajuda, para abrir aquela porta. O que aconteceu depois na capela deixou todos os meus amigos assustados, as coisas dentro da capela começaram a flutuar sozinhos no ar, bem era assim que meus amigos viam. Mas eu estava vendo os espíritos zombeteiros segurando e movendo cada objeto daquela capela, até o altar da capela começou a flutuar. Vi, as duas meninas se abraçarem de medo e os meninos olharem aquilo sem conseguir acreditar, Hugo se aproxima de mim e me abraça sussurrando, sei que deves estar com muito medo agora. Continuo, o abraçando e digo em seu ouvido. Larih: Tente mentalizar em sua mente seres de luz para nos ajudar, irei fazer o mesmo. Apenas escutei sua respiração e senti ele bem quieto, acredito que ele está mentalizando. Então vejo o avô de Hugo, se materializar dentro da capela, os espíritos zombeteiros o viram e o ignoraram. Ele tenta da conta deles, mas é em vão, pois devido ao uso do tabuleiro Ouija aqueles espíritos ficaram mais fortes. Então, mentalizei e comecei a chamar o Nailan mentalmente. Assim que o chamo, ele se materializa, junto com mais um ser de luz, um com asas, que o identifiquei na hora por ser o anjo da ordem e justiça. Os três conseguiram parar os espíritos zombeteiros e os capturaram. Assim que todos sumiram a assistente voltou, com a ajuda, quando ela empurra a porta da capela, ela se abre sem nenhum problema. Todos que presenciaram aquilo, ficaram sem acreditar e em um quase, ataque de choque. Como já tinha passado mais de uma hora depois de todos aqueles acontecimentos dentro da capela, ela nos manda sair. Quando saímos da capela, vimos nossos pais, com a cara de como, quando chegarmos em casa teremos uma conversa séria. Espero que esse tabuleiro não entre mais aqui ela se direciona para Pathy, sua mãe disse que o tabuleiro é dela e que você pegou sem autorização. O devolvi para sua mãe o resto você e ela resolvem, em casa - disse Dona Haley. Enquanto ao resto estão todos dispensados - continuou ela. Na frente da escola todos nos despedimos, mas para minha grande surpresa, os pais de Hugo e Luna se aproxima de minha mãe e de mim e falam. Sabemos que nossos filhos estão em um namoro disse Dona Ellen a mãe de Hugo e nós aprovamos disse senhor David, pai dele. Então Dona Ellen continua, gostaríamos de convidá-las para participar de um jantar em minha casa, para que haja um vínculo de amizade entre nós ela fala isso se direcionando a minha mãe. Minha mãe aceita o convite e Dona Ellen diz que avisará pelos filhos o horário e o dia em que será, depois disso nos despedimos e fomos todos para casa. Nós, duas fomos, da escola, até em casa conversando, sobre o que aconteceu hoje na escola, ela me pergunta. Mãe: Larih, o que aconteceu hoje na escola, Dona Haley, falou que você, recebeu uma punição, junto com seus amigos, só, não entendi o porquê. Expliquei a ela do que se tratava o castigo, falei do tabuleiro Ouija, que foi o motivo. Disse quem, levou aquele jogo para a escola e que ninguém falou quem foi, aí a punição foi para, todos nós por não ter dedurado o real culpado. Mãe: E o que é esse tabuleiro Ouija? Larih: É um jogo em que as pessoas buscam falar com quem, já morreu e no dia do meu acidente na escola, as mesmas pessoas estavam com esse jogo. Só que o jogo era de Hugo, que acabou tendo sua mesada diminuída, porque para à escola meu acidente, estava ligado a aquele jogo. Mãe: Entendi! Mas você, hoje está bem? Larih: Sim! Contei a ela o que aconteceu dentro da capela, ela ficou sem acredita, mas senti medo em sua voz. Mãe: Espero que aqueles jovens, tenha aprendido, com o medo que eles passaram hoje na capela, se o que você, falou de fato aconteceu. Larih: É o que espero, também! Entramos em casa e meu padrasto, veio em nossa direção. Padrasto: Que demora é essa? Mãe: A Larih ficou duas horas, depois do intervalo, como punição, pelo amigos s*******o dela. Padrasto: Você, não acha que já, é grande demais, para está ficando, de castigo na escola? Ele, fala isso me olhando. Olho para ele e digo. Larih: Tanto faz! Subo os degraus da escada, enquanto escuto minha mãe falar a ele, que eu não tinha culpa. Escuto ele dizer! Padrasto: Se ela tem tais amigos, então ela é culpada sim. Mãe: São adolescentes curiosos, não sabiam o que fazem essa é a idade de acertar enquanto erra. Padrasto: Se eu fosse você isso já seria motivo de mudar ela de escola. Se você fizer, isso estará até, economizando muito e ela, faria novos amigos. Paro na metade da escada e digo, para ele. Larih: É você, quem, paga à minha escola? Vá cuidar das suas, cachaças que minha educação escolar quem cuida sou eu. Mãe:Larih, relaxa você não irá mudar de escola, então vá terminar de fazer o que estava fazendo. Viro, a cara para aquele lixo de homem e término, de subir os degraus. Vou, até meu banheiro, para um banho. Quando, saiu do banheiro meu padrasto estava na porta. Ele me olha dos pés a cabeça e percebo malícia em seu olhar. Larih: O que você está fazendo aqui? Vim só confirmar algo, que sua mãe acabou, de me falar. Padastro: Soube que você está namorando é verdade? Larih: Sim! E o que isso lhe interessa? Padastro: Não, quero nenhum macho, entrando e saindo daqui! Larih: Então, você vai continuar, querendo, pois Hugo sempre veio aqui, mesmo antes de você vir morar, aqui. Padastro: Está querendo me provocar? Você agora está em desvantagem, ele aponta para à toalha. Larih: Se atreva, a tocar em mim, que você será um homem capado e morto. Ele só parou, quando escutou, minha mãe subir as escadas me chamando. Entrei no meu quarto e ele no dele. Troquei de roupa e comecei a perceber que seu eu ficar sozinha com ele, ele poderia me fazer m*l. Não consegui falar, para minha mãe, tinha medo do que ela poderia fazer. Ela estava, grávida do meu irmão e não queria trazer, estresse para ela.
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