Apelidos

817 Palavras
—James, eu sou seu pai.— Provavelmente não deveria ter passado a viagem inteira assistindo Star Wars já que essa foi a primeira resposta que veio à minha cabeça quando ele perguntou quem sou. - Você só pode estar brincando. - Grunhiu, apertando o início de seu nariz e fechando os olhos enquanto conta até três. Suas sobrancelhas se inclinavam de uma forma fofa conforme ele as apertava— Você n******e invadir a casa das pessoas assim. - Meu primo é um i****a, pessoas de cabelo azul ele acha que bateriam em sua porta?  - Onde é meu quarto ?. —Perguntei, porém ele simplesmente ignorou minha pergunta. - Moranguinho, eu fiz uma pergunta! onde é meu quarto ?. - Perguntei novamente e novamente ele não respondeu. Suspiro - f**a-se eu mesma acho. - Rosno levantando do sofá. Andando pela casa com minhas malas e minha pelúcia preso ao meu cinto.  Achei um quarto cinza bem espaçoso, o observado por alguns segundos antes de decidir que aquele seria meu quarto e que tiraria um pequeno cochilo, porém não demorou muito para que algo entrasse em meu novo quarto. - Monster High o que você quer? .— Perguntei me sentando com o "Não te interessa" em meu colo enquanto provava-me. - Você gosta de apelidos. - Observa estreitamente com seus olhos azuis fazendo-me dar de ombros. - O café da manhã está pronto. - Bato meus pés no chão sem entender sua fala enquanto tento corrigir os fios rebeldes com a ponta de meus dedos. - Eu cheguei depois do almoço. - Murmuro confusa enquanto o observo rir de minha confusão ou de meu cabelo, não saberia a resposta. - Você chegou ontem. Ele explica com paciência. - Nossa balãozinho você não serve nem para me acordar !. - Resmungo sentindo meu estômago doer de fome. - Para varada de fome.— - Azure, poderia parar com os apelidos? - Pede penteando o cabelo rosa que estava bem montado em um topete com os dedos - Porque princesa jujuba ?. - Talvez eu estivesse sendo um tanto quanto insuportável, embora quanto menos ele me quisesse aqui mais cedo eu estar em casa. - Eu não gosto de apelidos. - Posso ver sua faze se tornar rosada, como minha mãe ele se tornava vermelho quando se estressar, o que suponho não é muito difícil. - Que pena, eu amo apelidos.— Declaro lançando-lhe um sorriso sacana. - Ótimo, então vou te dar um apelido.— Murmurou coçando o queixo. - Baixinha¿, Azulzinha¿ Há já sei Smurf.— Reviro os olhos com seu repertório de apelidos, eles eram piores que os meus. Agarro um travesseiro e lanço contra seu rosto, era melhor eu ficar com os apelidos. Preparo outro travesseiro para jogar nele porém ele corre, fazendo-me persegui-lo escada abaixo, sua risada é gostosa de ouvir conforme ele corre. ... - Azure divide comigo! Eu que paguei pela maldita pizza !! Sua minha diaba de cabelo azul! .— O ouvia gritar do outro lado da porta enquanto me deliciava com minha pizza, não saberia dizer se satisfaça nos dando bem ou m*l, entretanto, não era desagradável estar em seu entorno pertubando-o - Eu te entrego umas fatias se parar de tentar me dar apelidos.— Grunhi, ele realmente era péssimo dando apelidos já tinha me chamado até de caneta azul! - Ok.— Ele soca a porta uma última vez arrancando um sorriso meu. - Quero que você prometa! - - Eu prometo, m***a, agora me dá uma pizza maldita! - abro a porta e lhe entregou uma caixa de Pizza pela metade para ele. - E a outra¿. - ele pergunta e simplesmente ponto para a outra caixa vazia sobre minha cama. - Como você conseguiu comer tão rápido? Tem um monstro na sua barriga? - Não me lembro de ter te comido um monstro para ter um monstro na minha barriga. - Murmuro tentando entender o sentido da frase, bem ele pode estar se referindo a vermes e essas coisas. Pego o Não te interessa e desço até a cozinha enquanto ele me persegue. - Como é o nome desse cachorro que você leva para todo lado? - Observo sua, ele estava realmente interessado ou simplesmente estava tentando puxar assunto ?. Brinco com uma fatia de - Não te interessa. - Estufo o peito com orgulho do nome. - Nossa.— Observo ele ficar tenso ainda que sua expressão parecesse neutra. —Não.te.interessa. —Tento explicar para ele pausadamente e ele bufa, fazendo-me colocar minhas duas mãos em suas bochechas enquanto as apertou com força, apesar de ser apenas uma brincadeira observo quando seu olhar caiu sobre minha boca, e observo ele engolir em seco. - O nome dele é esse, não-te-Interessa.— Quando largou as bochechas dele, ele demora alguns segundos para se afastar e murmurar um "louca"
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