JP narrando
estava dirigindo, quando notei que tinha um carro nos seguindo...
JP: Rosa não quero te assustar mas tem alguém seguindo a gente
Rosa: seguindo a gente como assim ? JP - ela falou desesperada olhando pra trás –
JP: eu não sei mas vou dar um jeito nisso - acelerei mais ainda e sair cortando os carros que estavam na minha frente, o carro preto fez o mesmo ,vi que a Rosa estava com medo.
JP: Rosa... meu amor olha pra mim - ela se virou pra mim e vi realmente o desespero nos seus olhos- você tem que manter a calma ta bom ?- ela assentiu com a cabeça , peguei meu celular no bolso e liguei pro Vitin.
-Ligação –
Vitin: Fala irmão .
JP: Vitin, eu to sendo perseguido, manda todos os homens que tiver pra cá, eu to com a Rosa... a e não esqueci de mandar uns lá pra casa da minha vó, pra ficar de guarda
Vitin: p***a irmão, tranquilo- quando ele terminou de falar eu passava por um cruzamento e um carro que vinha em alta também bateu na parte da frente do meu carro fazendo girar varias vezes pela pista... eu estava zonzo tudo parecia em câmera lenta...
Quando o carro parou de roda eu bati a cabeça no volante senti o sangue escorrer pela minha testa.
JP: m***a - minha vistas estava duplicada, olhei pro lado ainda super tonto e vi a Rosa desmaiada também, tentei ajuda-la mas estava tudo embasado eu não estava nem conseguindo deixar meus olhos abertos direito, e de repente ficou tudo escuro e eu desmaiei também .
Acordei com alguém jogando agua na minha cara e me dando um t**a logo apos mandando eu acordar, abrir meus olhos tentando processa onde estava, olhei pro homem que estava na minha frente e tentei reconhece-lo, moreno... olhos castanho claros... eu conhecia de algum lugar, olhei melhor e o reconheci, era o Duda, o dono do morro alemão ,eu e ele era inimigos mortais, ele sempre tentava pegar o morro de mim e eu dele claro, mas nenhum dos dois tivemos sucesso nos nossos planos, a não ser meu pai que ele matou quando eu tinha 15 anos.
Duda: Acordo bela adormecida ?
JP: oque você quer teu alemão fdp ?
Duda: calma ai... vamos conversar com pouquinho - ele puxou uma cadeira e sentou na minha frente... minhas mão estavam amarradas nas minhas costas e nas costas das cadeiras e meus pés também estavam amarrados, o lugar estava escuro com pouca luz, parecia um galpão ou algo parecido.
Duda: estava mesmo na hora da gente ter essa conversa não acha ? - cuspi na cara dele.-
JP: OQUE VOCÊ QUER DUDA, FALA LOGO p***a - gritei –
Duda: Eu queria bater um papo antes... mas já que você ta muito rebelde, vamos direto ao assunto. - ele levantou limpando o rosto e me deu um soco bem forte que chega a cadeira cambaleou - vai mandar FP me passar o morro por livre espontânea vontade - minha boca sangrava, mas dei uma gargalhada mesmo sentindo dor –
JP: nunca, você nunca vai ter meu patrimônio.
Duda: Será mesmo ? Jô... trás a garota - meu coração se apertou , vi a Rosa entrando de calcinha e sutiã toda suja, chorando, amordaçada, o homem que a trouxe a jogou no chão com tudo, uma lagrima caiu dos meus olhos e comecei a me debater na cadeira tentando sair.
JP: Não ouse encostar um dedo nela seu filho da p**a.
Duda: e você vai fazer oque pra impedir? - ele agachou perto dela e segurou o seu rosto. - ate que você é bem gostosinha... Rosa né?
JP: TIRA A MAO DELA -gritei, ele sorriu e colocou a mão em um dos s***s dela e o aperto, meu ódio foi aumentando cada vez mais, ela fechou os olhos e chorou silenciosamente
Duda: Cadê aquele homem agora JP ? - sua mão foi descendo ate chegar na i********e dela , eu não parava de me debater na cadeira tentando sair pra salvar o amor da minha vida. –
Duda: você tem cara de ser tão apertadinha,- ele falou pra Rosa- ela é JP ? - ele me olhou sorriu, e eu não respondi - Jô ,quer ver se ela é apertadinha mesmo?
Jô: opa, agora mesmo.
JP: Você não é louco de fazer isso.. –falei entre dentes-
Jô: eu vou pro inferno mesmo.- ele começou a tirar o resto da roupa dela a deixando totalmente nua.... eu entrei totalmente em desespero
JP: NAO - gritei - ME MATA,PODE ME m***r, MAS NAO TOCA NELA. – o Duda me olhou surpreso-
Duda: olha só como ele mudou .... então quer dizer que você daria a vida por essa p*****a. - não respondi e ele olhou pra mim e depois pro tal Jô- Jô... vai fundo.
JP: NÃO... eu passo o morro pra você assim que eu assumi ... não faz isso - eu estava me humilhando me rebaixando .... mas se isso for preciso pra deixar a Rosa em paz... eu faria varias vezes.
Duda: Acho que o Jô ta com muita vontade né Jô ?
Jô: to sim chefe - falou abaixando a calça e mostrando o seu p*u - eu continuava a me debater...
JP: Se você encostar nela eu vou atrás de você ate o inferno se for possível...
Jô: ah, de boa então - ele colocou ela de quatro, a vi desesperada assim como eu, meu peito subia e descia rápido devido a minha respiração ofegante, Jô penetrou nela, e ouvi o gemido de dor vindo da sua garganta, meu coração se apertou e eu fechei os olhos me negando a ver aquilo... dava pra ouvi sua dor e as estocadas que ele dava nela, e eu também sentia essa dor, senti uma arma do lado da minha cabeça.
Duda: ah, você não vai querer perder o show não vai ? Que tal abrir o olho - eu ignorei todas as palavras dele e não abrir os olhos - ABRE A p***a DO OLHO - ignorei do mesmo jeito e não abrir ele destravou a arma em sinal de que iria atirar
Duda: ABRE c*****o - abrir devagar e vi a pior cena da minha vida, meu coração se partiu e o choro desceu dos meus olhos como um rio que me levou pra longe, ele metia com força nela as suas pernas sangravam, ela chorava desesperadamente, meu corpo todo se sucumbi e eu me debati com mais força, ouvi uns tiros vindo de lá de fora e uns homens gritando,
Duda: mas que p***a é essa ? -quando do nada um tiro atravessou a porta e atingiu a perna do Duda, o Jô parou de penetrar a Rosa e a deixou lá no chão, subiu sua calça e foi ate o Duda .
Jô: chefe você ta... - a porta abriu e um tiro ecoou no meu ouvido e o Jô caiu morto em cima do Duda que gritava de dor....
O Vitin apareceu e viu toda a situação Rosa estava encolhida no chão,
JP: Vitin me tira daqui
Vitin: To chegando irmão - ele pulou o Jô morto que sangrava igual ao louco e veio ate mim e me desprendeu da cadeira , corri ate a Rosa que estava chorando, desamarei ela e a puxei ela e a abracei.
JP: desculpa meu amor, desculpa, desculpa - tirei a minha blusa e coloquei nela, o Duda ainda gemia no chão.
Duda: Isso não vai ficar assim JP. - peguei a arma da cintura do Vitin e abri-la pra conferir se estava armado
JP: Vitin, tira a Rosa daqui, e leva ela no hospital daqui a pouco eu vou pra la, deixa um carro pra mim, você veio sozinho?
JP: Não.... mas so eu entrei ta todo mundo la fora, rastreamos seu celular.
JP: Então deixa dois caras comigo pra eu ir embora
Vitin: ta bom irmão - ele pegou ela no colo com todo cuidado e ele tirou ela de la de dentro.
JP: Já passou da hora mesmo da gente ter essa conversa não Duda - me agachei na frente dele e apontei a arma pra sua cabeça
Rosa narrando
Depois daquela experiência h******l, eu não conseguia parar de chorar ,eu me sentia suja humilhada...
O Vitin me levou pro hospital e o JP ficou la, depois de fazer vários exames , eu não conseguia parar de pensar no meu irmão, no meu bebê, aquilo estava demais pra mim, depois dos exames o médico me deu um sedativo e eu dormir, acordei algumas horas depois com a Agatha do meu lado , só de abrir os olhos eu senti o peso das lágrimas descendo novamente.
Rosa: Amigaaa- eu chorava com desespero-
Agatha: Meu amor - ela apertou minha mão com cuidado- seja forte amiga, estou do seu lado.
Rosa: E meu bebê? - Vi quando ela balançou a cabeça negativamente-
Agatha: Sinto muito amiga.
Rosa: Naoooo
eu não conseguia parar de chorar, a dor estava grande, aquela cena não saia da minha cabeça, estava sentindo dor, nojo e ódio, tudo misturado, era a pior sensação que eu tinha sentido em minha vida.