Capítulo 63 ANALU NARRANDO Quando a tela carregou e a imagem dele apareceu, eu perdi o ar. Não foi figura de linguagem. Eu realmente perdi o ar. O Guepardo estava deitado na cama dele, aquela cama enorme, cheia de lençol escuro com o peito nu brilhando ainda molhado, a pele marcada de água, os músculos todos relaxados de um jeito que parecia convite e ameaça ao mesmo tempo. A única coisa cobrindo ele era uma bermuda cinza fina… fina demais. E sem cueca, dava pra ver direitinho o p*u grosso dele marcado. Meu corpo reagiu antes da minha cabeça. Um calor súbito. Um arrepio tão forte na nuca que até doeu. Uma sensação horrível de que eu estava entrando num lugar onde eu não sabia sair. Ele levou o celular mais perto do rosto. A luz suave iluminando aqueles olhos castanhos escuros

