O sol começava a se pôr, tingindo o céu com tons dourados e laranjas quando Alana saiu da clínica. O frio da noite começava a invadir o ambiente, e ela apertou o casaco contra o corpo, sentindo uma mistura de alívio e nervosismo. A notícia de sua gravidez, embora inesperada, era uma alegria em meio a tanto caos. Ela não sabia o que o futuro lhe reservava, mas aquele bebê, esse pequeno ser que crescia dentro dela, representava uma nova esperança. No entanto, a tranquilidade seria curta. Enquanto caminhava em direção ao carro que a aguardava, Alana sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Algo estava errado. O silêncio ao redor era denso, como se até mesmo o vento tivesse se calado. Antes que pudesse processar, uma mão forte a agarrou, cobrindo sua boca com um tecido úmido que a fez perder

