O hospital particular no Recreio parecia uma zona de guerra controlada. Homens armados do meu pai e do Terror se misturavam nos corredores, enquanto médicos entravam e saíam da sala de cirurgia. Eu m*l conseguia processar a dor que rasgava meu corpo; minha mente estava dividida entre o choro do meu filho que acabara de nascer e a imagem do Guilherme sendo levado para a UTI, quase sem vida. Victor nasceu pequeno, frágil, mas com os pulmões fortes o suficiente para avisar ao mundo que o herdeiro do morro tinha chegado. — Liz, respira. Ele está na incubadora, estável — Lisa dizia, segurando minha mão enquanto eu era levada para o quarto de recuperação. — E o Guilherme? — minha voz era um fio. — Lisa, se ele morrer agora... eu não vou aguentar. — O Terror é r**m de morrer, amiga. O Menor tá

