O caminho até as coordenadas do diário foi feito sob uma nevasca que dificultava a visão, mas não a determinação do grupo. Estávamos em um comboio de dois veículos: Guilherme e eu no primeiro; TZ e Bia no apoio logo atrás. As coordenadas nos levaram a uma antiga vinícola desativada, encravada em uma encosta rochosa. Por fora, apenas ruínas; por dentro, após TZ usar um decodificador de frequência no painel de um elevador de carga escondido, revelou-se um bunker de última geração. — Sua mãe era uma visionária, Liz — Guilherme murmurou, impressionado com a tecnologia do lugar. — Isso aqui não é um cofre, é um centro de inteligência. No centro da sala principal, um servidor isolado guardava o que o mundo inteiro queria: as gravações originais do sistema de escuta que minha mãe instalara em

