Capítulo 47

1003 Palavras

O Complexo fervia. O cheiro de pólvora se misturava ao da borracha queimada das barricadas. Mas quando a silhueta de Guilherme, o Terror, apareceu no topo da Laje do Meio, ladeado por TZ, Bia e por mim, um grito uníssono abafou o som dos disparos. O morro não estava mais acéfalo. O rei e sua corte haviam voltado do exílio. — Menor! — Guilherme gritou pelo rádio. — Leva a Lisa e a Maya para a Casa Grande. O Cobra está com os snipers no telhado. Ninguém passa por aquele portão! — Entendido, Terror! — a voz do Menor veio com um novo fôlego. — O g**o recuou para a quadra! Ele está fazendo moradores de reféns! Guilherme olhou para mim. Ele sabia que entrar na quadra atirando custaria a vida de inocentes. Era a hora de usar a arma que trouxemos da Suíça: a verdade. A RÁDIO COMUNITÁRIA E O ES

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR