O dinheiro da Suíça não era apenas números em uma tela; era poder bruto sendo injetado nas veias do Complexo. Sob a supervisão do Ricardo e a minha coordenação, o morro começou a passar por uma transformação que nenhum governo jamais ousou fazer. Instalamos câmeras de reconhecimento facial nos acessos, compramos drones térmicos para monitorar a mata e, o mais importante: investimos na comunidade. Reformamos o posto de saúde, garantimos suprimentos para a escola e criamos uma "bolsa-família" do morro para as viúvas e órfãos. Guilherme — o Terror — entendeu que a lealdade mais forte não se compra com medo, mas com dignidade. — O povo tá com a gente mais do que nunca, morena — Guilherme comentou, enquanto observávamos pelo monitor da Casa Grande a nova iluminação de LED sendo instalada nas

