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543 Palavras
Capítulo 2 Fumaça narrando A gente estava no esquema para receptar uma carga de armas que estava vindo para a policia aqui no Rio, eram armas super poderosas e que seriam muito importante para nós. — A carga está vindo? – eu pergunto para Cacau — Está a caminho – ele fala — Manda Dn avisar quando entrar próximo – eu falo e ele assente. A gente estava esperando por essa carga quase um ano, esperando que ela chegasse no Rio de Janeiro o quanto antes e demorou para eles enviarem um armamento tão pesado para cá, mas a gente tinha descobrido tudo sobre o esquema e agora a gente estava prestes a pegar o carregamento. — Você já sabe o plano se algo der errado – eu falo para ele. — Sim – ele fala – mas não vai dar nada errado, está tudo no esquema. — Se der algo errado tem algum x9 dentro do morro e ai vamos descobrir. — Fica tranquilo – ele fala – tenho certeza que o nosso morro é blindado a isso. — Nunca estamos livres de traidores meu irmão – ele me encara – as vezes estar bem na nossa frente. Ele me olha pensativo e eu volto acender meu baseado e dar uma tragada, a gente recebe o alerta que o caminhão estava chegando e a gente se arruma para ir para cima. A gente atravessa os carros na frente, eu gostava de estar na frente de cada operação, porque eu não era dono de morro de me esconder atrás dos meus vapores, de ficar lá em cima do morro apenas dando ordem, eu gostava da adrenalina, eu era que nem o meu pai, que grçaa tem ser dono de morro que fica o dia todo com a b***a sentada em uma cadeira na boca enquanto os outros fazem o trabalho? Comigo não tem essa. Eu pego a arma e jogo minha cabeça na roda. A gente começa atirar contra o caminhão e os policiais dentro começam atirar na gente também, mas conseguimos mobilizar os dois policiais que estão na frente e mais o motorista. — Vamos abrir o caminhão, carregar as armas e vazar – eu falo A gente estava em três carros, o total de 8 homens, eu, cacau , Dn e os vapores, quando abrimos o caminhão a gente ver as armas e começa a carregar tudo no caminhão, a gente estava com toucas no rosto para os policiais não nos reconhecerem, trancamos os policiais e o motorista dentro do baú do caminhão, o meu carro era o único que não tinha nada de carregamento, os outros saiem a mil com as armas e eu entro no carro para ir, mas sou surpreendido com um monte de viatura da policia, já tinha colocado a touca que usava no carro que já tinha ido. Meu carro estava limpo, não tinha passagem pela policia, era esse o plano, eu seria o único a ser pego pela policia para ver advogada dando a sua vida pelo meu caso. Até porque já tinha estudado ela nos mínimos detalhes, eu sei realmente o que precisava fazer para ela ser minha isca perfeita. — Mãos para cima, você está preso – O policial fala e eu obedeço.
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