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751 Palavras
Capítulo 3 Hellen narrando Eu estaciono o meu golzinho na frente da delegacia e desço, eu olho para todos os lados pasra ver se reconhecia quem tinha me ligado mas nunca sequer ouvi falar no nome do Luan, mas vivia deixando meus cartões pelas delegacias para eles indicarem a presos que não conhece advogados. — Doutora Hellen Medeiros? – a voz de um homem soa e eu me viro vendo um homem todo tatuado, com a camisa aberta me encarando. — Luan? – eu pergunto para ele. — Sou eu mesmo – ele fala — Você é o que da pessoa que foi presa? — Meu irmão – ele fala – ele foi preso mas não trouxeram ele para essa delegacia como eles falaram. — Como assim? – eu pergunto – eles não trouxeram ele para cá e para nenhuma outra delegacia? — Não – ele fala – estão mantendo meu irmão em outro lugar. – eu olho para ele e vejo que tinha outro cara acompanhando ele fumando um cigarro encostado no carro. — Quem é seu irmão? – eu pergunto para ele – porque ele foi preso? — O nome do meu irmão é Henrique Souza Rodrigues – ele fala — Porque ele foi preso? – eu pergunto para ele. — Ele foi acusado de roubar o carregamento de armamento da policia federal – eu arregalo os olhos para ele. — Com quem eu estou mexendo? – eu pergunto para ele. — Com o dono da maré – ele fala e eu olho para ele com um sorriso amarelo. — E como conseguiram meu número? — Um policial lá dentro disse quje você era a única coisa que poderia defender meu irmão – ele fala – disse que estava com problema de grana, a gente paga muito bem – ele olha para o cara – Denis me dar a bolsa. — Aqui – ele fala entregando para Luan e Luan abre a bolsa e tinha muita grana. — Essa é a primeira parcela – ele fala – dez mil reais, de onde vem essa tem mais, se você mandar meu irmão para uma penitenciaria e tirar de onde eles estão mantendo ele trancado, eu te dou o dobro. Eu olho para a bolsa cheia de grana e olho para ele, ele me encara com o cigarro na boca, eu só consigo pensar que essa grana toda pode ser a saída para todos os meus problemas, eu estava preste a perder a minha casa e ainda com um processo do Jonas rolando. — Preciso dos documentos dele – eu falo para ele – nome, cpf, rg, data de nascimento, vou descobrir onde seu irmão está. – ele abre um sorriso. — Gostei da senhora doutora – ele fala – vamos ter uma grande parceria, sua vida vai mudar c*****o. — Estou fazendo isso apenas por causa que preciso do dinheiro – eu respondo — Todos nós precisamos doutora – ele fala me encarando – está com fechamento, não passamos a perna de ninguém. A partir de agora somos fechamentos. Eu olho para ele e ele me entrega a grana e eu coloco dentro do carro, eu converso com ele e ele me explica no mínimo detalhes como tudo aconteceu e Soyuzadepois pego minha carteira de advogada e entro para dentro da delegacia. — Advogada Hellen Medeiros – o delegado fala — Estou aqui para falar sobre um cliente. — Não sabia que tinha cliente preso aqui na delegacia, não lembro de ter detido nenhum que esteja sem advogado. — Sabe sim delegado Roger – eu falo para ele – Henrique ouza Rodrigues – ele me encara – onde ele ~está? — Não lembro de ter prendido ninguém com esse nome – ele fala — Você sabe sim que prendeu em uma operação totalmente ilegal – ele me encara – por causa de um roubo de carga totalmente ilegal, vai acusar ele do que? – eu pergunto para ele e ele me encara – eu quero meu cliente dentro da delegacia em menos de uma hora, caso ao contrário, eu chamo todos os repórter,os jornais que eu possa chamar e vou colocar a boca no trombone sobre a chegada da carga ilegal. — Você sempre defendendo vagabundo – ele fala — Estou fazendo meu trabalho – eu falo para ele – E ai? Vai trazer meu cliente para cá ou não? Ele me encara com raiva e eu encaro ele firme, mas ele acaba assentindo que iria trazer Henrique para cá..
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