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618 Palavras
Capítulo 4 Fumamaça narrando — Entra ai seu filho da p**a – o policial fala me jogando em uma cadeira – senta ai. — Eu deveria estar numa delegacia. — Sabe quanto tempo estamos querendo pegar você? — Quem? Eu ? – eu pergunto – sou apenas um Henrique a mais no mundo. — Seu filho da p**a – ele fala e eu começo a rir – você comanda o morro da Maré que a gente sabe. — Ué e tem como provar? – ele me olha — Você realmente acha que alguém vai sentir sua falta? – ele pergunta – a não ser aqueles seus amigos fodidos. — Vocês vão se ferrar se sumirem comigo. — Você não tem noção da vontade que eu tenho de te m***r. — Como é seu nome? – eu pergunto para ele. — Diego – ele fala — Policial Diego, se eu desaparecer quem vai desaparecer é alguém da sua família – ele coemça a rir — Ninguém vai sentir sua falta filho da p**a – ele fala – a não ser os seus amigos fodidos que eu não estou nem um pouco preocupado. Eu abro um sorriso para ele e ele se afasta liga um cigarro e fica me encarando e eu encaro ele o tempo todo com um sorriso no rosto. — Delegado Rogers ligou – o outro policial falou – comando mudou, é para levar ele para delegacia. — Como? – ele pergunta para o policial — São ordens Diego – ele fala — O que você disse? – eu pergunto para elee – que ninguém se importaria comigo a ponto de me tirarem da cadeia? Tu tá fodido meu irmão. Você não sabe com quem mexeu. Ele não me responde nada apenas me encara com um seblante totalmente fechado , faz sinal e o policial quase me arrasta de volta para viatura da policial, eles entram e começam andar. Eu abro um sorriso vendo que o meu plano estava dando certo, logo estaria frente a frente a doutora. Chegamos na delegacia e eles me tiram de dentro, eu vejo de longe Cacau e DN, eu entro dentro da delegacia e começam a me levar para uma sala, mas vejo a doutora, ela me encara e eu a encaro e tenho que confessar ela é muito mais bonita do que eu achava pela foto. Sou jogado dentro de uma sala e eles me mandam esperar ali, escuto uma discussão do lado de fora que demora por algum tempo, até que a porta é aberta e a doutora entra na sala, a gente se encara. — Henrique? – ela pergunta — Sim – eu respondo — Eu sou advogada, meu nome é Hellen de Medeiros, eu fui contratada para defender você na sua causa – ela fala – você irá prestar depoimento e vai ser levado para penitenciaria, mas já sairei daqui entrando com o recurso de habeas corpus porque sua prisão é ilegal, já que não tem como provarem todos os fatos. — Eu confio na senhora doutora – eu falo para ela e ela me encara – se meu irmão te contratou é porque ele confia em você também. — Obrigada pela confiança - ela fala – tenho certeza que logo terá a sua liberdade, agora eu preciso – ela puxa a cadeira sentando na minha frente – combinar algumas coisas que você vai falar em seu depoimento. — Preciso depor? — É muito importante que você de o seu depoimento para a gente provar que a prisão é ilegal – eu falo para ele – seguindo tudo o que eu te falar. — Pode deixar doutora, falarei tudo conforme você me falar – ela me encara.
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