Capítulo 5
Hellen narrando
Como prometido Luan me pagou o restante que ele tinha prometiod quando Henrique chegou na penitenciaria, eu escondi o dinheiro dentro do colchão , até porque ficaria super suspeito depositar essa grana toda no banco.
Eu estava entrando na penitenciaria para conversar com ele, quando encontro Jonas.
— Hellen – ele fala me encarando – então, você realmente está defendendo um dos maiores traficantes do Rio de Janeiro?
— Você tem provas que seja ele? – eu pergunto para ele e ele abre um sorriso debochado.
— Não preciso ter provas, eu sei quem é ele Henrique mais conhecido como vulgo Fumaça.
— Eu estou defendendo Henrique de Souza – eu falo – esse fumaça, não sei quem é, mas se você poder provar o que está falando , fique a vontade.
— Você está se achando, não é mesmo?
— Estou fazendo meu trabalho, até porque, estou prestes a perder a casa que você me deixou cheia de dividas – eu olho para ele – e o processo que você pede uma indenização h******l.
— Sua casa vai cair Hellen – ele fala – e você vai se arrepender por defender esse traficante.
— Estou fazendo meu trabalho, fui contratada para tirar ele de dentro da cadeia e eu vou fazer isso. – eu afirmo e ele me olha. Agora eu preciso ir, meu cliente está me esperando.
Cada vez mais eu tinha nojo de Jonas e ficava pensando como eu fui me envolver com um homem tão i*****l como ele, ele parecia ser um principe quando nos casamos, na faculdade, mas foi só a gente construir as coisas para ele me dar uma rasteira dessa forma.
— Hellen – Ele me chama e eu me viro olhando para ela.
— Você vai se arrepender por estar defendendo ele – ele fala – está fazendo isso para me provocar, mas vai ter volta, eu vou destruir você.
Eu olho para ele e volto andar, mostro a minha carteirinha para o guarda e ele me acompanha até a sala onde encontraria o Henrique.
Logo ele chega e os guardas tiram as algemas dele.
— Boa tarde doutora – ele fala
— Boa tarde – eu falo ainda pé
— A senhora parece meio bolada – ele fala – aconteceu alguma coisa? Tem haver com meu caso.
— Não – eu falo – eu consegui o pedido do habeas corpus o juiz deve assinar ainda essa semana.
— A senhora é muito boa mesmo doutora – ele fala me encarando e eu o encaro.
Ele era diferente de todos os outros clientes, ele me encara me observando e eu o encaro.
— Só que eu preciso falar com você – eu falo para ele.
— Dependendo do que é – ele fala se aproximando e fala baixo , o guarda estava no outro lado da porta, a sala não tinha ajenla, era contra lei ter câmeras ou escutas aqui dentro, mas a gente nunca sabe – eu posso dar um jeito da gente conversar asós mais tarde.
— Você está maluco? Isso é contra as regras – eu falo para ele.
— Nada é contra regras para mim – ele fala me encarando – eu sou o maior aqui dentro.
— Não arrume confusão. – eu falo para ele – você pode perder seu habeas corpus e o juiz pode revogar.
— Seguirei tudo que a doutora falar – ele fala – confio na senhora.
Eu olho para ele bem na minha frente e ele me encara e eu o encaro, eu me afasto e caminho pela sala.
— Até o final da semana você vai estar de volta na sua casa – eu falo para ele – seja lá onde seja. Precisamos combinar o apgamento.
— Assim que eu for solto, te entrego a grana na saída, meu irmão vai te entregar – ele fala.
— Combinado – eu falo para ele.