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656 Palavras
Capítulo 5 Hellen narrando Como prometido Luan me pagou o restante que ele tinha prometiod quando Henrique chegou na penitenciaria, eu escondi o dinheiro dentro do colchão , até porque ficaria super suspeito depositar essa grana toda no banco. Eu estava entrando na penitenciaria para conversar com ele, quando encontro Jonas. — Hellen – ele fala me encarando – então, você realmente está defendendo um dos maiores traficantes do Rio de Janeiro? — Você tem provas que seja ele? – eu pergunto para ele e ele abre um sorriso debochado. — Não preciso ter provas, eu sei quem é ele Henrique mais conhecido como vulgo Fumaça. — Eu estou defendendo Henrique de Souza – eu falo – esse fumaça, não sei quem é, mas se você poder provar o que está falando , fique a vontade. — Você está se achando, não é mesmo? — Estou fazendo meu trabalho, até porque, estou prestes a perder a casa que você me deixou cheia de dividas – eu olho para ele – e o processo que você pede uma indenização h******l. — Sua casa vai cair Hellen – ele fala – e você vai se arrepender por defender esse traficante. — Estou fazendo meu trabalho, fui contratada para tirar ele de dentro da cadeia e eu vou fazer isso. – eu afirmo e ele me olha. Agora eu preciso ir, meu cliente está me esperando. Cada vez mais eu tinha nojo de Jonas e ficava pensando como eu fui me envolver com um homem tão i*****l como ele, ele parecia ser um principe quando nos casamos, na faculdade, mas foi só a gente construir as coisas para ele me dar uma rasteira dessa forma. — Hellen – Ele me chama e eu me viro olhando para ela. — Você vai se arrepender por estar defendendo ele – ele fala – está fazendo isso para me provocar, mas vai ter volta, eu vou destruir você. Eu olho para ele e volto andar, mostro a minha carteirinha para o guarda e ele me acompanha até a sala onde encontraria o Henrique. Logo ele chega e os guardas tiram as algemas dele. — Boa tarde doutora – ele fala — Boa tarde – eu falo ainda pé — A senhora parece meio bolada – ele fala – aconteceu alguma coisa? Tem haver com meu caso. — Não – eu falo – eu consegui o pedido do habeas corpus o juiz deve assinar ainda essa semana. — A senhora é muito boa mesmo doutora – ele fala me encarando e eu o encaro. Ele era diferente de todos os outros clientes, ele me encara me observando e eu o encaro. — Só que eu preciso falar com você – eu falo para ele. — Dependendo do que é – ele fala se aproximando e fala baixo , o guarda estava no outro lado da porta, a sala não tinha ajenla, era contra lei ter câmeras ou escutas aqui dentro, mas a gente nunca sabe – eu posso dar um jeito da gente conversar asós mais tarde. — Você está maluco? Isso é contra as regras – eu falo para ele. — Nada é contra regras para mim – ele fala me encarando – eu sou o maior aqui dentro. — Não arrume confusão. – eu falo para ele – você pode perder seu habeas corpus e o juiz pode revogar. — Seguirei tudo que a doutora falar – ele fala – confio na senhora. Eu olho para ele bem na minha frente e ele me encara e eu o encaro, eu me afasto e caminho pela sala. — Até o final da semana você vai estar de volta na sua casa – eu falo para ele – seja lá onde seja. Precisamos combinar o apgamento. — Assim que eu for solto, te entrego a grana na saída, meu irmão vai te entregar – ele fala. — Combinado – eu falo para ele.
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