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Leiloada ao Dono do Morro

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Sinopse

Juliana era uma incrível criança de 9 anos que morava com seu pai Luis e sua mãe Tania, ele era um homem humilde que trabalhava muito e quase não parava em casa; já sua mae era uma mulher maravilhosa que por mais que a vida (esposo) não fosse tao boa com ela, ela não deixava de sorrir e ser a melhor pessoa para sua linda menina. Para as pessoas de fora Luis era um homem maravilhoso que cuidava da família e era um exemplo de ser humano que por ‘ironia’ do destino acabou ficando viúvo com uma criança de 9 anos para criar sozinho. O que ninguém sabia é que dentro de casa ele era r**m e maltratava ambas, filha e esposa; e após ela falecer ele mudou de vida e teve seu próprio negocio que o fazia faturar muito, mas as coisas ficaram ainda pior para Juliana que foi feita de gato e sapato pelo pai que havia virado um monstro ainda pior jogando nas madrugadas, fazendo dividas que não podia pagar e maltratando ela horrores, ate que um dia se cansou dela e a leiloou para alguns donos de morro para poder pagar as dividas, o que ele não esperava é que o Lion estivesse la para dar o lance dele, a vida dela estava para mudar assim como a dele e tudo ia virar dos avesso mas ela era a peça do quebra cabeça que faltava na vida de lion, o recém eleito dono do morro.

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CAPITULO 1 - DIA HORRIVEL
JULIANA NARRANDO Hoje quando eu acordei achei que fosse ser um dia comum como todos os outros, mesmo sendo especial pra mim, mas fui pega de surpresa com os berros do meu pai no telefone conversando com alguém sobre um galpão e um tal de leilão que ele ia fazer acontecer em breve, claro que achei estranho isso por que ele já estava cheio das dívidas e a empresa que ele tinha segundo ele não estava indo mais tão bem... então não tinha com o que fazer o tal leilão, mas isso não é da minha conta né então fiquei na minha cama com a cabeça coberta fingindo que dormia por que não queria me meter nos assuntos dele e ser escardada logo cedo e também pra ele não vir brigar comigo por estar acordada e não ter levantado ainda. Passou uns segundo e o silencio prevaleceu e aí percebo pela sombra que já não estava sozinha no quarto, vi uma sombra parada um pouco perto, era aquela mesma sombra que sempre se fazia no rumo da porta todos os dias que eu nao levantava antes dele, era meu pai me observando, ele fazia isso todos os dias até vir brigar comigo por eu não ter feito ainda o café da manhã. Como a coberta era meio transparente eu consegui ver ele com o telefone ainda na orelha mudo, mas depois voltou a falar com alguém que eu imagino que seja aquele sócio meia boca dele: "é quero mais é que se f**a essa menina, não me serve para muita coisa mesmo... se bobear eu até doou ela mano, tô de saco cheio... só me dá gasto e nunca faz nada direito." Então quer dizer que o item que ele ia fazer o tal leilão era nada mais nada menos que eu???? p**a que pariu eu não acreditava nisso não cara, tudo bem que eu já sabia que uma hora ou outra ele ia me descartar em alguma sarjeta como lixo, só que ele nunca me deixou ir embora de livre espontânea todos esses anos ele me deixou presa nessa casa contra a minha vontade e olha que eu tentei fugir viu, porem me arrependi amargamente em todas essas vezes por que depois veio a corrente na perta, as dores na costela etc... e o por que de tudo isso eu vou tentar explicar melhor, ou pelo menos resumir sabe. Quando eu era novinha meu pai era uma pessoa simples com sonhos e tudo mais, acho que todo mundo é assim né. Bom, na época ele era pedreiro e eu lembro como se fosse hoje ele chegando no fim do dia com a roupa toda suja de terra e cimento vinha me abraçando perguntando como foi o meu dia e o da minha mãe, a gente até parecia aquelas famílias felizes do comercial de margarina sabe ? Mas ai com o passar dos dias ele foi chegando cada vez mais tarde, tipo uma hora, duas horas e a minha mãe estranhando essa situação se enfurecia cada vez mais, até ela descobrir o que ele fazia que era ir jogar e apostar com uns amigos incluindo esse sócio dele que na época era apenas amigo dele, só que não parava por ai não viu, ele também estava traindo ela, só que as surpresas não paravam por ai, o desgraçado já fazia isso há muito tempo só que o caboclo era esperto e fazia as coisas bem na encolha, só não sei o que aconteceu com ele pra se rebelar de uma hora pra outra. Eu sei dessas coisas por que ouvia minha mae falando com uma colega dela contando tudo isso e muito mais que eu não consigo me lembrar tanto, eu era muito nova uns 9 anos mais ou menos, só que mesmo pequena a gente entende um pouquinho e guarda na memoria e quando mais velho se lembra de alguns flashs da infancia e finalmente entende o quanto sua mãe sofreu e o quanto seu pai sempre foi um babaca completo. Meu pai começou a ter muito dinheiro conforme ia jogando, apostando e ganhando, claro que as vezes perdia mas ele era esperto e segundo ele sempre tinha um jeitinho pra pegar o dinheiro de volta que eu não sei como era, mas sei que mesmo que ele perdesse no jogo ele ainda chegava com dinheiro em casa; Todas as noites ele acordava a gente pra se gabar das suas vitórias e quando a gente não comemorava com ele era gritaria e xingamentos ate altas horas, isso quando ele nao dava uns tapa na gente tambem. Com tudo isso ele conseguiu construir uma empresa pequena que a gente nunca soube do que se tratava e ele tinha um lucro muito bom com ela que quase não víamos dentro de casa, ele era horrível com a gente em relação a dinheiro e outras coisas, mesmo com tudo o que meu pai fez pra minha mãe ela continuou do seu lado, apoiando ele a cada momento que ele precisou, mesmo que chorasse sempre que ficava sozinha e se torturava vendo as fotos de antigamente... antes de todas essas revelações. Só que meu genitor não fez o mesmo; muito pelo contrário, ele continuou tratando ela m*l pra caramba com traições, palavras e atitudes, isso quando ele não enfiava a mão na cara dela, rolava ela no chão na base do chute e pontapé... essas cenas eu nunca vou esquecer, ela berrando e ele rindo enquanto ela sangrava no chão pedindo por socorro mas nunca ninguem ajudou. Se passaram dois anos desde que ela descobriu as coisas que ele vinha fazendo pelas costas dela, pois é ele continuou traindo e maltratando ela até o dia que ela não aguentou mais viver nessa situação e então quando estávamos perto do meu aniversário de 11 anos ela partiu para outra vida, me deixando aqui com esse homem que já não era mais meu pai e sim um completo estranho que eu não conseguia nem olhar na cara de tanta raiva e nojo que eu sentia. Eu não lembro muito bem do dia que minha mãe morreu, só dela caída no chão ensima de uma poça de agua que caia da pia entupida e meu pai rindo feito uma hiena, depois disso eu só lembro que eu chorei por um mês ou mais trancada no meu quarto por que meu pai não aguentava mais ouvir meus soluço. Meu pai batia na tecla que ela tinha se suicidado por culpa dela como se ele nao tivesse nada haver com o pudim, e que ela tinha provocado aquilo nela mesma com remédios e bebida que ele tinha guardado no armário, mas aquilo era estranho pra mim por que ela nunca bebeu nem na minha frente nem longe de mim senão eu teria sentido cheiro. Eu não sabia o porquê dela ter feito aquilo mas sabia que tinha um motivo, como ser humano eu queria culpar ela porque que mulher ia deixar sua filha com um homem incompetente que não liga pra ela? Só uma doida mesmo, e eu fiquei com muita raiva durante uns meses, talvez por mais que só alguns meses, eu era uma criança que precisou crescer rapido demais e sentia falta dela, poxa não queria que ela tivesse morrido ou se matado, seja lá o que realmente aconteceu; mas passado alguns anos que fiquei sem ela eu percebi o quanto meu pai foi prejudicial pra ela e percebi que ele não me amava e nunca me amou mesmo naquela epoca que ele era todo amoroso ele ja era uma cobra que machucava a gente indiretamente com as coisas que ele fazia nas nossas costas, mas ela sim me amou, imagino que me amava tanto que não podia me ver sofrer mais e não queria que eu a visse sofrer, por isso ela me deixou daquela maneira e só depois de todos esses anos eu percebi que talvez ela não tenha me deixado tanto "por querer" já que ela tava caída no chão, eu tentei achar outros motivos pra isso que não fosse o suicídio como todos diziam, sei lá um m*l estar, problema no coração de tanto desgosto e raiva, mas nada parecia tão concreto quanto os olhares do meu pai e do amigo dele caçoando de mim e falando que minha mãe era fraca e tinha se matado. Eu era apenas uma menina e eles não entendiam que toda criança dessa idade 10/11 anos precisa ou quer atenção, eu também queria mesmo já quase sendo uma mocinha, mas eles sempre riam de mim, sim eles por que esse "sócio/amigo" sempre tava com ele na nossa casa. Meu pai quase não me dava carinho, nem sempre escutava as façanhas que eu tinha pra contar sobre a escola ou as imaginações que eu tinha, eu me sentia sozinha demais e aí ele chegava bêbado em casa e me fazia companhia me batendo e jogando na minha cara que a culpa era toda minha da minha mãe ter "partido" que eu era a infelicidade dele e dela também, sendo que era ele quem tinha provocado tudo isso, ele nunca foi pai ou marido de verdade, então não adiantava ele vim falar abobrinha pra mim por que quem tinha total culpa nisso era ele. Só que eu não tinha boca ne, e nem podia responder ele... só que eu muito burra um dia chorando pelas ofensas e berros dele resolvi retrucar com toda a coragem do mundo e ganhei um belo dum tapa na boca que me fez sentir o gosto do sangue na mesma hora e passando a língua pela boca vejo que junto tem um corte pequeno porém um pouco fundo, depois disso eu só me dei o luxo de responder quando ele perguntava e ainda tinha medo da resposta não ser a que ele queria. Nesse dia ele nem se importou em me pedir desculpas ou ver como eu tava, simplesmente pegou as coisas dele e saiu de casa me deixando sozinha. Fiquei dois dias sozinha naquela casa fria e escura, na dispensa tinha algumas coisas ainda que eu não precisaria mexer com fogo, querer comida quentinha e fresca igual a que a minha mãe fazia é claro que eu queria, mas não tinha como então eu comia as bolachas que tinha lá disponíveis.

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