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A FREIRA

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Sinopse

Ela foi forçada à deixar seus irmãos.

Foi abdicada de um lar. Mas ela não se deixou abater, mesmo sendo mandada para um convento, onde ela estudaria e cresceria mais. Foi injusto ver sua vida virar de cabeça para baixo, porém o destino pode te trazer surpresas que à farão rever suas decisões para sua vida.

Ele um homem de ferro. Não tão de ferro assim, já que adora fazer obras de caridade, mesmo não se envolvendo tanto, ele às vezes se faz presente em algum evento de caridade. E é aí que sua vida pode mudar.

Duas pessoas com vidas opostas. Christian Grey magnata dos negócios. Não se liga ao amor. Só espera das mulher uma coisa. Sexo, nada mais que isso. Sua cama não serve para dormir, somente para satisfazer seu prazer e depois elas estão fora da sua vida. Porém algo pode mudar.

Anastásia Steele, nunca imaginou que se dedicaria à ser Freira. Mas à vida te trouxe essa dádiva, e ela está fazendo com perfeição, até seu caminho ser cruzado com um certo homem que vai abalar suas estruturas.

Será que ela vai se deixar levar? Será que ela vai desistir dos seus votos para se render à esse homem que tanto tem atormentado seus sonhos? Será que ele vai se permitir pela primeira vez que uma mulher entre em sua vida?

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PRÓLOGO
- Vamos dar início à audiência de guarda dos menores de idade, Rose Steele, Adrian Steele e Anastásia Steele. À juíza diz e eu só consigo chorar, porque sei qual será o meu destino, já que tia Elena disse que não ficaria comigo, pois ela não quer nenhuma criança grande, mas sim só meus irmãos que são ainda bebês. Porém o que minha tia não sabe é que eu aceitaria ficar somente com meus irmãos, ela não precisaria cuidar da gente. Eu assumiria à responsabilidade, nem que para isso parasse de estudar. - Sra Juíza, à minha cliente ficará responsável pelos menores Rose Steele que é um bebê de dois meses e também de Adrian Steele que fará dois anos. À advogada contratada pela minha tia fala e minha tia nem me olha para se ver um pouco de remorso por está me deixando. - E à menor Anastásia Steele? A juíza indaga olhando para mim com pena. - À minha cliente não tem condição de ficar com à menor. Ela ficará somente com seus irmãos e à menor pode ser enviada ao estado para ser adotada. Na verdade, minha tia não quer ficar comigo pois sabe que somente meus irmãos tem uma fortuna que ela poderá tomar conta até à maioridade deles. Eu não sou filha de Ray Steele, ele se casou com minha mãe à três anos atrás, e me assumiu como filha, por isso eu tenho sobrenome dele, porém legalmente eu não tenho direito à nada que ele havia deixado para seus filhos legítimos. E minha mãe? Ela não tinha nada quando se casou com ele, e agora estou aqui, sem um pai e uma mãe. À mercê de uma decisão de uma juíza que me encara para decidir meu futuro. - Não tem nenhum outro parente que possa assumir à responsabilidade dela? A Juíza indaga ainda com esperança que eu não seja entregue em lares adotivos. Quem é que vai querer adotar uma adolescente prestes à fazer dezessete anos? Tenho certeza que ninguém. - Não Excelência. O único parente vivo é à Sra Elena Lincoln. A Juíza continua olhando para mim e eu não tenho o que dizer. Há não ser que ela me deixe ficar com meus irmãos. Eu posso cuidar deles, sempre ajudei mamãe com eles, e eu os amo mais que tudo. São as únicas famílias que tenho. Nunca iria deixar nenhum m*l acontecer à eles. Levanto à minha mão na tentativa de ser ouvida. À Juíza me olha mais intensamente. - Fale. Ela diz e eu respiro fundo. Vejo minha tia Elena me olhar pela primeira vez que entramos aqui. Sua cara é de raiva para mim. E eu só queria entender o que aconteceu para ela não gostar de mim à ponto de desfazer de mim. Voltei meu olhar para juíza, e respirei fundo. - Eu gostaria de ficar com meus irmãos. Eu posso cuidar deles na nossa casa. Não tem necessidade de ninguém cuidar da gente. Eu dou conta. - Besteira. Minha tia fala com raiva e eu limpo minhas lágrimas que insistem em sair. - Anastásia, eu ficaria imensamente feliz por te dar à guarda dos seus irmãos, porém você é menor de idade e não pode assumir essa responsabilidade no momento. Choro mais. Você pode solicitar à guarda deles quando tiver maior idade, e também um trabalho que garanta que você poderá arcar com à sobrevivência deles e sua. - Se eu for para um lar adotivo eu nunca mais verei eles. Digo chorando desesperada por perder meus irmãos. - Infelizmente eu não posso tomar outra decisão que não seja essa. À guarda dos menores Adrian e Rose Steele será concedida à Elena Lincoln, e à menor Anastásia Steele será enviada à uma casa de freiras do estado. Choro copiosamente. Meus pais não podia ter me deixado, ter nos deixado. Eu serei afastada dos meus irmãos e nunca mais poderei vê-los. Vejo Elena sorri vitoriosa. Ela sai me deixando sentada sem olhar para trás. Eu fiquei ali sentada olhando para o nada. Lembrando dos momentos bons que tive com meus pais. Do quanto Ray gostava de mim apesar de não ser filha dele. Lembrando o quanto mamãe e eu nos adaptamos quando viemos morar em Londres com Ray. E agora eu não tinha nada. Não tinha nada na vida e tinha que me acostumar uma nova realidade. Viveria em um convento e não poderia ver meus irmãos mais. - Eu sinto muito. A juíza fala sentando do meu lado. Eu não poderia tomar outra decisão. - Eu entendo. Falo ainda olhando para o nada à minha frente. - Você vai ficar no convento aqui. Poderá pedir à guarda deles depois que tiver dezoito anos e ter um trabalho. Ela fala e eu respiro fundo. Fique tranquila. Tudo vai dar certo. Aquela Srta ali está te aguardando para te levar. Olho para à mulher de cabelos presos em um coque. Me levanto chorando e saio ao encontro dela. Leve-à até o convento e cuide para ela que fique bem instalada. A juíza pede e eu não digo nada. Vejo à mulher assentir e assim saímos. Vim de carro até o convento. Olhava para todos os lados segurando minha bolsa firme. Tia Elena só me deu minhas roupas e o livro que eu gostava de ler. Não me deixou tirar de casa nada mais. Ela disse que eu era uma bastarda e que não tinha direito à nada, m*l minhas roupas. Até meu colar que que tinha às fotos dos meus pais ela me tirou dizendo que eu não precisaria disso aqui. Às garotas me olham, e eu nem sei o que elas estão pensando. Talvez seja mais uma que perdeu os pais e ninguém mais quis. Fui adentrando mais o lugar e à mulher que está comigo pede para eu sentar na cadeira perto da porta. Ela irá chamar à diretora do lugar. Me sento e deixo mais uma vez lágrimas caírem. - Não chore. Aqui não é tão r**m. Uma menina parecendo da minha idade aparece na minha frente. - Eu não estou chorando por está aqui, mas sim porque perdi meus irmãos. - Eu sinto muito. Ela fala e eu abaixo à cabeça. - Anastásia? Uma outra mulher me chama. Olho para ela limpando meu rosto grosseiramente. Meu nome é Gail Jones. Sou à diretora desse convento e a madre superiora. Somente assinto. Sei que não deve ser fácil o que você está passando, porém estamos aqui para te ajudar. Venha vou mostrar para você nossas instalações. Fui andando com ela. À mesma foi me mostrando todo o lugar que era bem arrumado. Tinha uma sala ampla, onde foi me dito que todas às freiras e noviças se juntavam para conversar. Tinha uma cozinha ampla onde tinham duas freiras que cuidavam da refeição. Uma capela, onde todas às freiras e noviças rezavam. Uma biblioteca, e o escritório da madre. Na parte de cima, tinha vários quartos com banheiros. - Esse é o seu por enquanto. Vou deixar você dormir aqui por alguns dias sozinha, mas você vai fazer companhia à uma outra menina. Assinto olhando o quarto com duas camas e uma janela grande que dar para o jardim. Você quer falar alguma coisa? Balanço à cabeça em negação. Tudo bem. Vamos servir o jantar às sete da noite em ponto. Aqui tem regras Anastásia. Jantar às sete da noite, estarem deitadas às nove da noite e no outro dia está de pé às oito da manhã para o café às oito e meia. Almoço ao meio dia em ponto. Temos algumas atividades que depois vou colocar você a pá. Fico olhando para fora apertando minha bolsa no meu corpo. Vamos deixar você sozinha. Qualquer coisa estou no escritório. Vejo ela sair acompanhada da assistente social que me trouxe. Elas fecham à porta e eu fico em pé olhando para fora. Vendo outras adolescentes e crianças brincando. Me deito na cama abraçando meu corpo. Choro sentindo à falta dos meus pais e dos meus irmãos. Tia Elena não pensou em nenhum momento de como eu iria ficar. Ela não pensou que minha vida seria outra sem ter meus pais e meus irmãos. Fecho meus olhos chorando mais. O que eu fiz à ela para não pensar em mim? Será que ela é tão gananciosa que vai maltratar meus irmãos para ficar com à herança deles? Um medo me toma. - Não deixe nada acontecer com eles Deus! Eu aceito tudo que o Sr quer para mim, mas não deixe eles sofrerem as consequências da falta dos nossos pais. Acabo dormindo pensando no meus pequenos. Já estava à uma semana no convento. Eu sentia muita falta dos meus irmãos e dos meus pais, sentia falta da minha vida de antes. Já não tinha mais meus amigos da escola. Já não tinha os beijos de boa noite dos meus pais. Nem ao menos tinha o cheiro de mamãe, que estava impregnado nas minhas roupas. Roupas essas que foram me tiradas para vestir à vestimenta do convento. Eu agora fazia parte do colégio daqui. Tudo era feito aqui dentro. O convento vivia de doações, desde os materiais de limpeza até os materiais da nosso colégio. Éramos um total de sessenta garotas. Não me aproximei de ninguém ainda. mesmo porque não sou à melhor pessoa para conversar agora. Eu ainda continuava dormindo sozinha. Estava achando ótimo, porque assim poderia chorar sem ninguém ficar me olhando com pena. Sei que todas aqui tem uma história triste, pode até se identificar com à minha. Mas eu não estou legal ainda para conversar com alguém. Dividir minhas tristezas não é algo que eu quero agora. Eu só queria uma coisa. Só queria saber como meus irmãos estavam. Como minha tia Elena tem tratado eles. Sei que Rose não entende nada ainda, nem Adrian que tem dois anos, mas eles não podem sofrer. Peço todos os dias que minha tia esteja sendo à mãe que eles precisam. Mais dias se passaram e eu estava me adaptando bem. Já fazia algumas coisas no convento para ajudar. Aqui você aprende à bordar, à separar roupas para as pequenas, ajudar na cozinha e dentre outras coisas. Cada uma arrumar seu quarto e lavo seu banheiro e assim vou vivendo à cada dia. Fora estudar. Aqui todas temos que estudar. Fazíamos pelo menos o ensino médio, e depois se quiséssemos fazer faculdade teríamos que arrumar um emprego, deixar o convento e sobreviver lá fora por nossas próprias pernas. Eu não sei o que quero da vida, na verdade à única coisa que quero assim que completar dezoito anos é arrumar um emprego e tentar buscar à guarda dos meus irmãos de novo. Eu não iria deixá-los ser criados por minha Tia Elena para sempre. Eu iria fazer de tudo para tê-los comigo. Seríamos somente nós três, nem que para isso eu tivesse que brigar por eles na justiça.

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