CAPÍTULO 19

2180 Palavras
Cheguei na sala de jantar e Ana já estava sentada. Pego à caixa que Ray mandou para ela e vou até à mesma. Ela estava distraída. Queria saber ler os pensamentos dela. Queria aprender ler seus sentimentos. - O que você tanto pensa? Indaguei me sentando. - Em meus irmãos. Eles são lindos, e super carinhosos. Elena tem o mérito de ter dado todo amor e carinho para eles. De está criando pessoas de bem. Ela fala triste. - Eu lamento que Elena não soube fazer o mesmo por você, e eu não entendo. - Ela disse que foi estuprada. Franzo à testa. E que eu sou filha de um estupro. Ela não aguenta olhar para mim e ver que um homem acabou com ela e seu corpo. Fico totalmente surpreso com isso. - Você não tem culpa. Digo pegando na mão dela. - Eu não considero mesmo que tenho culpa. Não há como culpar uma criança dos atos dos adultos. Não há como eu ser culpado por um monstro ter feito o que fez com ela. Eu lamento por ela, sinto muito o que ela passou, mas não concordo com que ela fez comigo. E não digo somente ter me afastado dela, de ter me dado para Carla cuidar, mas sim por ter me afastado mais dela e dos meus irmãos por anos. Ela não tinha esse direito. Assinto. Pego sua mão e beijo à mesma. - Ela disse quem é seu pai? Ela me olha e sorrir. Não um sorriso que chegue aos olhos, mas um sorriso triste. - Não, mas isso não me interessa. Ray é meu pai, mesmo que não seja de sangue, é de coração. - Eu não quero que haja segredos entre nós Lyubimaya. Gosto de ser o mais verdadeiro possível em tudo, e inclusive nos relacionamentos. Então, eu sei quem é seu pai. - Imaginei que soubesse, mas como disse que não quero saber. Não me importa quem é. Quero virar essa página da minha vida. Eu cresci com uma mãe maravilhosa. Depois Ray entrou na nossas vidas, e foi um pai maravilhoso até acontecer o que aconteceu. Eu sei que ele me ama como uma filha e nada vai mudar. - Tudo bem. Eu te apoio, mas se algum dia você quiser saber, eu sei quem é. E outra, não acho que ele saiba da sua existência. - Vai continuar sem saber, pelo menos por mim. Elena também acredito que da mesma forma que ela tem ódio de mim, ela também tem dele, então não acho que ela vá correndo para ele. - Também vejo dessa forma. Agora quero te dar isso? Entrego à caixa enviada por Ray. - As roupas e sapatos não foram o bastante? Ela indaga olhando para mim e cruzando os braços. Sorrio para ela. - Nunca é o bastante Lyubimaya, mas dessa vez esse presente não é meu. Sim de Ray. Ela sorrir abertamente. Ela vai parar pegar à caixa e eu tiro de perto dela franzindo à testa. Quer dizer que se fosse meu teria uma carranca, agora como é de outra pessoa tem um maior sorriso. Indago chateado. - Parar Christian. Fiquei feliz porque Ray achou o que eu pedi à ele. Entrego para ela. Ela balança à cabeça em negação e não diz mais nada. Abre à caixa e sorrir feito uma criança que acabou de ganhar o presente que queria. Ela tira uma corrente e eu fico intrigado. Essa corrente foi minha mãe que me deu. À única coisa que tenho dela. Ela abre o pingente de coração que tem uma pequena foto de Carla e Ray. Ela era tudo para mim. Ela limpa uma lágrima. - Eu sinto muito. Sei como é à dor de perder alguém. Ela me olha. - Você também não tem mãe? - Nem pai. Os dois morreram quase ao mesmo tempo. - Eu sinto muito. Ouço à campainha. - Nosso jantar chegou. Falo me levantando. Vou até à porta e pego à sacola de um restaurante italiano. Pago o entregador e volto para à mesa. Ana já está colocando os pratos e talheres à mesa. - Porque não me disse que tinha pedido comida? Franzo à testa. Eu poderia fazer para gente. Sorrio. - Você estava ocupada demais para fazer o jantar Lyubimaya. Agora foi à vez dela ficar confusa. - Eu cheguei e você poderia ter dito. - Não quero você se ocupando na cozinha, sendo que tenho outras coisas mais interessantes para você fazer. Digo malicioso. - Você não tem jeito. Ela fala se sentando. - Você pode me dar um jeito. - Não acredito nisso. Você é impossível. - Não para você. Sou totalmente possível para você. - Você falava assim com outras mulheres? Ela pede colocando sua comida. - Falta de sinceridade não faz parte de mim Anastásia. Como disse, procuro ser o mais sincero possível, então eu nunca escondi meus sentimentos, nunca escondi meu desejo. E por você isso só vem aumentando. - Ou seja, tenho que me acostumar com esse seu jeito. Ela afirma e eu sorrio dela. - Porque você sempre coloca como se eu fosse demais para você? - Você não me dar opções. Não me deu desde o dia que nos conhecemos. É intenso demais, vive para ontem e eu tenho medo que você não me deixe viver à minha vida. - Sua vida você viverá. Isso não está em discussão nem para mim e nem para você. Porém sua vida terá eu nela, é só isso que quero e preciso que você veja. Ela fica me olhando. - Você sempre foi tão exigente com as outras mulheres? - Não houve alguém que me instigou tanto. - Ou seja, eu fui à sortuda da vez. Ela afirma com humor. - Mais que sortuda. Você me tem todo para você, coisa que mulher nenhuma teve. Então se acostume. Porque eu não vou à lugar nenhum sem você e você não irá sem mim. Ela eleva sua sobrancelha. - Meio que um castigo isso não Sr Grey? Fecho à cara para ela. - Vamos ver mais tarde se esse Sr Grey vai sair da sua boca, e se eu sou um castigo para você, lamento porque eu serei seu castigo por muito tempo. Você não vai se livrar dessa castigo, e eu não lamento. Digo piscando para ela. - Fazer o que né. Vamos ver o que vai dar esse castigo. - Muito prazer, isso eu posso te garantir. - Você só pensa em sexo? - Não consigo pensar em outra coisa ao seu lado. - Lembro que você me disse que era um homem movido à negócios. Tinha muito trabalho. - Continuo tendo, porém não consigo mais me mover sem pensar em você. - Ou seja, eu sou o seu negócio agora. - Não acho que eu pense em negócios quando estou com você Anastásia. Ela volta à comer sem dizer mais nada. Quando você vai começar à procurar os imóveis? Ela suspira. - Eu tenho que trabalhar no hospital duas vezes por semana, gostaria de estender esses dias. Queria que fosse à semana toda, mas vou fazer isso depois que achar os lugares para você. - Que ótimo, estamos começando à nos entender. - Não tenho muita escapatória. - Não tem mesmo. Digo piscando para ela. - Portanto começo amanhã. - Ótimo. O motorista vai está à sua disposição o dia todo, então nada de sair sem ele. Você não tem precisão de ficar indo de ônibus. - Sim Sr. Olho para ela. - Você entende que eu quero seu bem né? Entende que eu quero te proteger, quero te dar uma vida diferente da que você levava. - Christian, eu passei cinco anos vivendo em um convento. Nunca passou para minha cabeça está aqui jantando com um homem, e nunca passou pela minha cabeça sair dali. E tudo é novo para mim, eu nunca tive que lidar com alguém como você. - Alguém como eu? Questiono sem entender. - Sim. Você é intenso demais. Já disse isso. Você não espera as coisas acontecerem. - Eu gosto de fazer elas acontecerem. Ela revira os olhos. Eu sei que é novo para você. E isso que estamos tendo, também é novo para mim. Como disse, nenhuma mulher me tirou tanto o sono quanto você. Nenhuma mulher conseguiu me trazer à vida como você faz. Eu sei que posso está sendo demais para você, mas esse é meu jeito. Assim como você tem que se moldar, eu também tenho, mas isso vai com tempo e não hoje ou amanhã, então peço à você paciência. - Posso aceitar isso. Só não quero que você me atropele com esse seu jeito. - Combinados Lyubimaya. Ela apenas sorriu e assim terminamos de comer. Fomos para sala, e continuamos conversando. Sei que ela está meio assim pelo meu jeito, mas eu não consigo ser de outro jeito. Posso me moldar, mas não sei se terei como deixar todo esse meu jeito, ainda mais com ela do meu lado. - Já está tarde! Que tal à gente namorar um pouco? Falo pegando ela no colo. Vou levando ela para o quarto. Chegamos no mesmo e eu deposito à mesma carinhosamente sobre a cama. Ela ficou sentada esperando meu próximo movimento. Me sento ao teu lado depois de a contemplar, acredito que nunca vou me cansar disso. Só aí a faço deitar. Dirijo minha boca até suas pernas, beijo teus lindo perfumados pés e começo a deslizar a língua pelas suas pernas. Ela sente o calor úmido subir por elas enquanto minhas mãos deslizam pelo seu corpo. A língua segue seu caminho exploratório, chega nas suas coxas, mordisco, beijo e aí chego ao vértice tão desejado. Vejo aquele volume delicioso que está ávido por me receber, puxo a calcinha de lado. Em total autocontrole passo lenta e suavemente a língua pelas suas virilhas, uma de cada vez. Subindo chego ao ventre, contorno o umbigo, brinco com ele e prossigo. Quando chego aos s***s passeio devagar ao redor de cada um, passo a língua ágil e rapidamente em cada um dos b***s e sigo até chegar ao pescoço. Beijo, cheiro, chupo o pescoço afastando os cabelos que tanto amo, e finalmente chego a boca entreaberta e como encontro essa concessão tácita, introduzo a língua em sua boca sorvendo o teu desejo, o seu carinho, a sua ânsia de ser possuída. Só então começo a despir e ela e a mim. Enlaçados em um beijo ardente vamos tirando nossas roupas. Consigo puxar sua blusa para cima e ela traz minha camisa nas mãos. Ela aproveita que estou de joelhos e tira a parte de baixo da minha roupa e libera o meu m****o, que a extasia pela rigidez. Faço sua calcinha deslizar pelas pernas e vejo que ela está com tanta vontade como eu. Consigo ver o meu brilhando em sua i********e, me deixando mais louco ainda. Me dedico então a sorver de dentro dela todo aquele pré orgasmo. Busco em cada dobra e no interior dela até não sobrar vestígio. Me coloco então entre tuas pernas e ao posicionar o m****o, ela me enlaça com suas pernas e me puxa pra si, cruzando-as nas minhas costas em seguida. Tudo isso nos olhando nos olhos fixamente. Ao sentir o contato dos membros um do outro, nos abraçamos em êxtase e aí nos movimentamos no ritmo do nosso desejo, lenta e cadenciadamente deixando que o g**o brote de dentro de nós naturalmente e nós desfalecemos nos braços um do outro. - Que bonito Christian! Acordo com gritos. Fico meio sem saber de onde vem. Quer dizer que eu estava na Rússia e você aqui transando com uma vagabunda. Escuto novamente à pessoa gritar e eu me sento coçando os olhos. Abro os mesmos. - Mia? Falo com raiva. O que essa louca está fazendo aqui? - Sim, sou eu. E essa vagabunda aí? Olho para Anastásia que está olhando de Mia para mim. - Ela me chamou de vagabunda? - Sim, porque mulheres que se metem com homem comprometidos para mim são vagabundas. Mia grita. Vejo Ana se levantar nua sem se importar com os olhos de Mia sobre ela. - Nós não temos nada. Digo me levantando. - Como não? Eu sou sua noiva e você me deixou na Rússia para vir à trabalho. E aí eu chego aqui e você está com uma qualquer na cama? - Eu não sou obrigada à ouvir isso, então vocês se resolvam, mas me deixem fora dessa. - Onde você vai? Peço com receio que ela vá embora e eu não consiga consertar essa merda. - Vou tomar banho, porque meu dia está cheio com certas exigências suas. E sugiro que você se vista se não quiser que eu faça para você. Ela fala de uma forma que me dar arrepio. Ela vai para o banheiro e minha me encara com raiva. Droga, porque ela está aqui? Eu já tinha deixado claro que não tínhamos mais nada, mas parece que quanto menos à gente quer à assombração aparece.
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