capítulo 39

1297 Palavras

Quarto 312 — Hotel Serramar Narrado por Gustavo Henrique Oliveira Andrade O corpo dela ainda quente no meu. A respiração dela misturada com a minha. A guerra de segurar o que queria explodindo por dentro. Lorena se ajeitou no meu colo mais uma vez. O quadril roçando no meu. A maldita covinha piscando no canto da boca. Ela virou o rosto de esguelha e disse, a voz cheia de faísca: — Vamos sair, general? — Caminhar na praia, jogar vôlei... — Antes que você morra de tanto autocontrole? O sorriso dela era puro desafio. O olhar, ainda mais. Fechei a cara. O sangue ainda fervendo nas veias. — Não. — respondi seco. — Agora não. Tentei focar no laptop de novo. Tentei. Mas ela não deixou. Lorena riu, baixa, e lançou, venenosa: — Então acho que vou chamar o professor da academia

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