Thais continuava sentada ao lado de Coringa, observando sua respiração pesada e irregular, cada inspiração dele soando como um esforço quase insuportável. O dreno no pulmão ainda liberava lentamente o líquido avermelhado, uma lembrança constante da gravidade da situação. Ela não sabia quanto tempo tinha passado desde que entrou no quarto. O tempo parecia se arrastar de forma c***l, como se cada segundo fosse uma eternidade de incerteza. Foi só depois de um tempo que ela se deu conta de que não estava sozinha no quarto. Seus olhos se moveram para a outra cama, que até então havia passado despercebida em meio ao seu desespero por Coringa. Lá, Perigo também dormia, parecendo igualmente ferido. Seu corpo estava imóvel, o peito subindo e descendo devagar, mas de maneira constante. O rosto dele

