Terror Eu virei o copo d’água de uma vez só, encarando a Thaís. Ela tava sentada no sofá da casa dela, de pernas cruzadas, ainda de uniforme. Tinha acabado de chegar do trabalho e parecia exausta, mas eu precisava conversar com ela. Thaís: Eu já tentei falar com ele, mas não adiantou. Terror: Talvez com o soco que eu dei na cara dele, o moleque acorde pra vida. Thaís: Espero que sim. Não aguento mais ver o Vitor se afundando nas drogas e não poder fazer nada. Me joguei no sofá ao lado dela. Terror: Mandaram papo pra mim de que quem ajudou a Maria Eduarda foi a Luana — falei, encarando a televisão desligada. Thaís: Ela me contou. — fez bico. — Não sei o que pensar sobre isso. Terror: Nunca tinha saído no soco com o VH antes, mas não deu pra evitar. É cada cena feia que chegou no me

