Thaís Acordei na quarta-feira de manhã com o corpo doendo pra caramba. O Guilherme não tinha me poupado nem um pouco na noite passada. Pra ajudar, quando abri os olhos ele já não tava mais ali. Ainda bem que eu só ia precisar me preocupar com as crianças depois da aula, porque elas tinham dormido com o Flávio, e ele ficou de levar pra escola. Mandei mensagem pro celular novo que o Pedro tinha ganhado, e ele logo respondeu me dando bom dia e desejando bom trabalho. Ajeitei a casa correndo, enquanto passava o café e me arrumava. Ouvi batidas na porta, e, como de costume, quando abri, dei de cara com o Junin. Ele sempre vinha cedo — o Nando ficava com o turno da noite. Junin: Tudo certo, patroa? Revirei os olhos e deixei a porta aberta pra ele entrar, enquanto corria pra cozinha. Th

