Marcela Mille Cheguei ao cativeiro e deixei o carro bem distante, para não levantar suspeitas. Assim que entrei, fui imediatamente abordada pelo repugnante de forma irônica, com seu sorriso escroto e olhar cheio de desdém. Por um momento, me perguntei por que diabos não havia escolhido um criminoso mais interessante. Aquele sujeito, com sua aparência vulgar, era apenas uma peça no meu jogo, um detalhe insignificante. Lembro-me da primeira vez em que me aproximei da fugitiva, esperando vê-la tremendo de medo. Pedi ao bandido para abrir a cela, que eu queria conversar com ela. Mas, como sempre, algo deu errado. A maldita saltou sobre mim, e antes que eu pudesse reagir, senti seus socos me atingindo com força. Fiquei ferida, meus dentes quase caíram devido aos golpes. E o pior, o bandido

