Era sobre o beijo lento, o mover das línguas em sincronia com a cabeça, era sobre o corpo de Andrea relaxar após eu colocar minha mão em sua nuca e em sua cintura, também era sobre eu não querer parar aquilo. Senti o sugar em meu lábio, lento, intenso, dolorosamente excitante coisa que me fez sorrir, lhe dei um selinho e me afastei parcialmente apenas o suficiente para olha-la. — Como dormiu? — Bem. — Nenhum pesadalo — Afirmei e a vi sorrir pequeno enquanto negava. — Não — Sussurrou. — Chamei Nora para o jantar, será às oito. — Não confio nessa mulher. — Ela é inofensiva, Andrea. — Como pode ter tanta certeza? — Pedi para Nadine pesquisar sobre ela. — Não confio em Nadine, ou seja, não ajudou em nada sua pesquisa. — Não estou pedindo para que confie nelas, estou pedindo para q

