Cheguei no Brasil as 6 da manhã de uma segunda-feira, meu corpo pedia uma dose de tequila, mas em vez disso eu peguei um táxi e fui para casa do meu irmão.
Assim que cheguei notei o caus, o meu tem um coração maior que o dele e quando se trata dos amigos e da família ele sempre está disposto a ajuda, mesmo que isso resulte a uma casa lotada de crianças, os filhos da Analu melhor amiga do meu irmão estavam na casa dele, então tinham cinco crianças e um cachorro, o Talles o menorzinho tinha estourado umas almofadas com o Billy o cachorro do meu irmão, e tinha pena por toda a sala, peguei o Talles antes do meu irmão surta, ele é um fofinho, mas realmente a casa estava um caus.
— Tia Amy — a minha anjinha falou me beijando.
— Oi meu amorzinho — falei sorrindo e beijando ela.
Ajudei eles a saírem e fique só com o Talles e o Billy, e uma casa completamente bagunça.
— Você vai ser um bom garoto? — perguntei para o bebê no meu colo.
— Bubu — ele pediu e fui até o armário e peguei a chupeta e balancei para um lado e para o outro e ele dormiu, mas não quis colocar ele na cama queria ficar como ele pertinho de mim.
Para muitas pessoas isso é besteira, mas eu sempre tive está vontade desde menininha, em ter uma grande família, eu sempre achei a minha mãe o máximo, e queria ser como ela ser bem sucedida, ter um marido amoroso, e filhos, mas acho que amo igual ao dos meus pais está em extinção.
Meu celular tocou e era a Zoey em uma vídeo chamada.
— Chegou bem? — ela perguntou e logo notei o seu olhar de confusão e surpresa.
— Sim, estou aqui com o Talles, e o Billy — falei alisando o cachorro.
— De quem é este bebê?
— Da melhor amiga do meu irmão, a Analu, ele é bonzinho só dei a chupeta e ele dormiu.
— Já estou com saudades do seus enjoos...
— Eu preciso deste tempo, mas eu quero notícias da minha menina...
— Sua mãe quer que você vá na reunião no lugar do seu irmão já que você nunca perdeu um contrato.
— Odeio quando ela faz isso, o meu irmão não merece isso...
— Falando no seu irmão ele ainda está solteiro?
— Está, mas vocês nunca dariam certo...
— Como você sabe?
— Meu irmão, precisa de algum de pulso firme, para puxa a orelha dele, e ao mesmo tempo seja carinhosa tanto com ele quando com a filha, e até onde eu sei você não é muito chegada em crianças.
— Seu irmão é um Deus, mas já que eu não posso me divertir com ele, você se concentrar na reunião.
—Tchau, deixa eu babá este anjinho lindo — falei dando cheiro no Talles, e ela fez careta.
— Você vai ser uma mãe maravilhosa, só falta acha o pai.
— Não preciso disso, e eu sou uma péssima mãe, mas deixa eu ir, beijos, vou desligar - falei já desligando.
Fiquei olhando para o Talles, odeio ter que limpar a casa, mas o meu irmão já tinha me avisado que não tinham ninguém para arrumar a casa, então ajeitei o Talles no cercadinho e comecei a limpar a casa e como não achei a babá eletrônica coloquei o Billy para ficar de olho no bebê.
Quando finalmente terminei de limpar a campainha tocou, era uma senhorinha muito simpática, e lembro dela dos aniversários da Angel.
— Oi florzinha, eu vim buscar o meu bisneto —ela falou sorrindo.
— Já?
— Sim, posso pega-lo — ela falou e deixei ela entra.
— Ele dormiu — falei levando ela até ele.
— O Miguel deu a chupeta?
— Fui eu, não podia? — perguntei preocupada.
— Os pais dele são contra estas coisas então eles não gostam de dá, mas o Talles ama o Bubu — a senhora falou. — Posso ficar aqui até ele acorda?
— Claro, e desculpa eu não sabia...
— Fica calma, ninguém além do seu irmão respeita isso, eu sou a primeira a da a chupeta, mas o que aconteceu Amy, não é este o seu nome?
— Sim, ele só me pediu e eu...
— Não é sobre isso Amy, o que aconteceu com você, sua luz está clarinha, e seu olhar está triste, aconteceu alguma coisa?
— Como?
— A minha neta diz a mesma coisa, mas eu é que não entendo como vocês não enxergam as pessoas...
— Eu não quero falar do assunto...
— Tudo bem, deixa só te falar uma coisa, são perca a bondade que tem no seu coração, por causa da dor — ela falou de um jeitinho tão doce, me fez me lembra a minha avó
— A senhora é uma fofa — falei sorrindo para ela.
— Obrigada — ela falou sorrindo — Você vai trabalhar na empresa com o seu irmão?
— Não, eu vim para trabalhar no hospital Li...
— Você é médica?
— Não, eu não seria uma boa médica, eu sou administradora, eu vim para orientar o CEO do hospital, estou em uma aventura.
— Você tem cara de que gosta de uma aventura.
— Adoro, se a senhora não se importa eu preciso me arrumar, minha mãe quer que eu vá em uma reunião, e bom eu estou precisando de uns pontinhos com ela.
— Tudo bem, você o seu irmão pintam os seus pais como monstros.
— Não é isso dona Linda, é que nós não queremos decepcionar, não são todas as pessoas que abrem, não só a porta das suas casas como a dos seus corações para duas crianças órfãs sem nem pensar duas vezes, meu pai todos os dias tinha tempo para brinca comigo, e ele nem sabia que era meu pai para ele eu só era a filha da ex empregada, e ele nunca nem me viu desta maneira, e me tratava como a sua princesinha desde o primeiro dia que cheguei lá, a mamãe a mesma coisa, eles podiam está mortos por dentro não importava eles sempre tinham tempo para nós dois, ele sempre nos amaram a cima de tudo...
— Mas é isso que os pais fazem, quando você for mãe vai entender, seus pais não fazem a menor diferença que seja entre vocês quatro.
— Eu entendo este amor, eu amo a Samy a cima de tudo — mas as vezes precisamos ser racionais e no meu caso eu sei que o melhor para minha menina é está com o pai, ele pode ajudar ela de uma maneira que eu não seria capas.
— Por que vocês fazem está diferença?
—Como assim?
— Vocês ficam lembrando que são adotados e que eles fizeram caridade, enquanto os pais de vocês te ama e sempre falam, como vocês se parecem com o pai ou com a mãe, seus pais agem como pai porque o amor ele não é adotado ele é só amor.
Fiquei calada assimilando as informações.
— Acho melhor eu ir, esquecer que vou ajudar a Giulia com a Geovana — ela falou e peguei o bebê para entregar para ela.
Depois que eles saíram fui para o meu quarto para tomar um banho e me arrumar.
Peguei o meu celular e liguei para minha mãe eu estou sendo uma i****a com ela.
— Oi filha — minha mãe falou com um sorriso no rosto confortante.
— Oi mamãe, eu te amo — falei e ela sorriu mais ainda.
— Eu te amo mais que tudo filha, mas me conta está tudo bem?, você sumiu, pediu para se afasta da empresa, eu achava que você gostava de trabalha lá...
— Eu gosto de trabalhar na empresa, mas eu não estou muito bem, eu terminei com o Matheus, mas não se preocupe eu estou melhor sem ele foi uma decisão minha e estou certa dela.
— Eu sei, mas eu sempre vou está aqui se quiser eu pego o jatinho agora faço a sua lasanha de milho, com seu brigadeiro de banana ...
— Obrigada, mamãe, e Desculpa tá, eu te amo, você é a melhor mãe do mundo, mas eu estou bem...
— Tudo bem meu amor eu finjo que acredito, você finge que está bem.
— Isso mamãe, por enquanto, eu preciso deste tempo, te amo.
— Eu te amo mais minha pequena, mas como vocês resolveram? A Samy é muito apegada a você.
— Isso é o que mais me dói estou com saudades da minha menina.
— Filha, você não está sozinha, eu te amo tanto...
— Obrigada...
— Não me agradeça pelo meu sentimento, eu sei que não sou a Violeta...
— Você é minha mãe, eu só agradecendo por me dá espaço, mas você sempre vai ser minha mãe, e eu sou a sua prima filha tá bom — falei e ela sorriu.
— É bom ouvir isso, tem certeza que não quer colo?
— Não se preocupa comigo eu estou bem, já virei a página, eu agora vou me arrumar para ir a está reunião...
— Eu amo muito os meus quatro presentes, boa sorte filha.
— Obrigada mamãe - falei mandando beijo.
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Continua...