Capítulo 3

1558 Palavras
Cheguei no Brasil as 6 da manhã de uma segunda-feira, meu corpo pedia uma dose de tequila, mas em vez disso eu peguei um táxi e fui para casa do meu irmão. Assim que cheguei notei o caus, o meu tem um coração maior que o dele e quando se trata dos amigos e da família ele sempre está disposto a ajuda, mesmo que isso resulte a uma casa lotada de crianças, os filhos da Analu melhor amiga do meu irmão estavam na casa dele, então tinham cinco crianças e um cachorro, o Talles o menorzinho tinha estourado umas almofadas com o Billy o cachorro do meu irmão, e tinha pena por toda a sala, peguei o Talles antes do meu irmão surta, ele é um fofinho, mas realmente a casa estava um caus. — Tia Amy — a minha anjinha falou me beijando. — Oi meu amorzinho — falei sorrindo e beijando ela. Ajudei eles a saírem e fique só com o Talles e o Billy, e uma casa completamente bagunça. — Você vai ser um bom garoto? — perguntei para o bebê no meu colo. — Bubu — ele pediu e fui até o armário e peguei a chupeta e balancei para um lado e para o outro e ele dormiu, mas não quis colocar ele na cama queria ficar como ele pertinho de mim. Para muitas pessoas isso é besteira, mas eu sempre tive está vontade desde menininha, em ter uma grande família, eu sempre achei a minha mãe o máximo, e queria ser como ela ser bem sucedida, ter um marido amoroso, e filhos, mas acho que amo igual ao dos meus pais está em extinção. Meu celular tocou e era a Zoey em uma vídeo chamada. — Chegou bem? — ela perguntou e logo notei o seu olhar de confusão e surpresa. — Sim, estou aqui com o Talles, e o Billy — falei alisando o cachorro. — De quem é este bebê? — Da melhor amiga do meu irmão, a Analu, ele é bonzinho só dei a chupeta e ele dormiu. — Já estou com saudades do seus enjoos... — Eu preciso deste tempo, mas eu quero notícias da minha menina... — Sua mãe quer que você vá na reunião no lugar do seu irmão já que você nunca perdeu um contrato. — Odeio quando ela faz isso, o meu irmão não merece isso... — Falando no seu irmão ele ainda está solteiro? — Está, mas vocês nunca dariam certo... — Como você sabe? — Meu irmão, precisa de algum de pulso firme, para puxa a orelha dele, e ao mesmo tempo seja carinhosa tanto com ele quando com a filha, e até onde eu sei você não é muito chegada em crianças. — Seu irmão é um Deus, mas já que eu não posso me divertir com ele, você se concentrar na reunião. —Tchau, deixa eu babá este anjinho lindo — falei dando cheiro no Talles, e ela fez careta. — Você vai ser uma mãe maravilhosa, só falta acha o pai. — Não preciso disso, e eu sou uma péssima mãe, mas deixa eu ir, beijos, vou desligar - falei já desligando. Fiquei olhando para o Talles, odeio ter que limpar a casa, mas o meu irmão já tinha me avisado que não tinham ninguém para arrumar a casa, então ajeitei o Talles no cercadinho e comecei a limpar a casa e como não achei a babá eletrônica coloquei o Billy para ficar de olho no bebê. Quando finalmente terminei de limpar a campainha tocou, era uma senhorinha muito simpática, e lembro dela dos aniversários da Angel. — Oi florzinha, eu vim buscar o meu bisneto —ela falou sorrindo. — Já? — Sim, posso pega-lo — ela falou e deixei ela entra. — Ele dormiu — falei levando ela até ele. — O Miguel deu a chupeta? — Fui eu, não podia? — perguntei preocupada. — Os pais dele são contra estas coisas então eles não gostam de dá, mas o Talles ama o Bubu — a senhora falou. — Posso ficar aqui até ele acorda? — Claro, e desculpa eu não sabia... — Fica calma, ninguém além do seu irmão respeita isso, eu sou a primeira a da a chupeta, mas o que aconteceu Amy, não é este o seu nome? — Sim, ele só me pediu e eu... — Não é sobre isso Amy, o que aconteceu com você, sua luz está clarinha, e seu olhar está triste, aconteceu alguma coisa? — Como? — A minha neta diz a mesma coisa, mas eu é que não entendo como vocês não enxergam as pessoas... — Eu não quero falar do assunto... — Tudo bem, deixa só te falar uma coisa, são perca a bondade que tem no seu coração, por causa da dor — ela falou de um jeitinho tão doce, me fez me lembra a minha avó — A senhora é uma fofa — falei sorrindo para ela. — Obrigada — ela falou sorrindo — Você vai trabalhar na empresa com o seu irmão? — Não, eu vim para trabalhar no hospital Li... — Você é médica? — Não, eu não seria uma boa médica, eu sou administradora, eu vim para orientar o CEO do hospital, estou em uma aventura. — Você tem cara de que gosta de uma aventura. — Adoro, se a senhora não se importa eu preciso me arrumar, minha mãe quer que eu vá em uma reunião, e bom eu estou precisando de uns pontinhos com ela. — Tudo bem, você o seu irmão pintam os seus pais como monstros. — Não é isso dona Linda, é que nós não queremos decepcionar, não são todas as pessoas que abrem, não só a porta das suas casas como a dos seus corações para duas crianças órfãs sem nem pensar duas vezes, meu pai todos os dias tinha tempo para brinca comigo, e ele nem sabia que era meu pai para ele eu só era a filha da ex empregada, e ele nunca nem me viu desta maneira, e me tratava como a sua princesinha desde o primeiro dia que cheguei lá, a mamãe a mesma coisa, eles podiam está mortos por dentro não importava eles sempre tinham tempo para nós dois, ele sempre nos amaram a cima de tudo... — Mas é isso que os pais fazem, quando você for mãe vai entender, seus pais não fazem a menor diferença que seja entre vocês quatro. — Eu entendo este amor, eu amo a Samy a cima de tudo — mas as vezes precisamos ser racionais e no meu caso eu sei que o melhor para minha menina é está com o pai, ele pode ajudar ela de uma maneira que eu não seria capas. — Por que vocês fazem está diferença? —Como assim? — Vocês ficam lembrando que são adotados e que eles fizeram caridade, enquanto os pais de vocês te ama e sempre falam, como vocês se parecem com o pai ou com a mãe, seus pais agem como pai porque o amor ele não é adotado ele é só amor. Fiquei calada assimilando as informações. — Acho melhor eu ir, esquecer que vou ajudar a Giulia com a Geovana — ela falou e peguei o bebê para entregar para ela. Depois que eles saíram fui para o meu quarto para tomar um banho e me arrumar. Peguei o meu celular e liguei para minha mãe eu estou sendo uma i****a com ela. — Oi filha — minha mãe falou com um sorriso no rosto confortante. — Oi mamãe, eu te amo — falei e ela sorriu mais ainda. — Eu te amo mais que tudo filha, mas me conta está tudo bem?, você sumiu, pediu para se afasta da empresa, eu achava que você gostava de trabalha lá... — Eu gosto de trabalhar na empresa, mas eu não estou muito bem, eu terminei com o Matheus, mas não se preocupe eu estou melhor sem ele foi uma decisão minha e estou certa dela. — Eu sei, mas eu sempre vou está aqui se quiser eu pego o jatinho agora faço a sua lasanha de milho, com seu brigadeiro de banana ... — Obrigada, mamãe, e Desculpa tá, eu te amo, você é a melhor mãe do mundo, mas eu estou bem... — Tudo bem meu amor eu finjo que acredito, você finge que está bem. — Isso mamãe, por enquanto, eu preciso deste tempo, te amo. — Eu te amo mais minha pequena, mas como vocês resolveram? A Samy é muito apegada a você. — Isso é o que mais me dói estou com saudades da minha menina. — Filha, você não está sozinha, eu te amo tanto... — Obrigada... — Não me agradeça pelo meu sentimento, eu sei que não sou a Violeta... — Você é minha mãe, eu só agradecendo por me dá espaço, mas você sempre vai ser minha mãe, e eu sou a sua prima filha tá bom — falei e ela sorriu. — É bom ouvir isso, tem certeza que não quer colo? — Não se preocupa comigo eu estou bem, já virei a página, eu agora vou me arrumar para ir a está reunião... — Eu amo muito os meus quatro presentes, boa sorte filha. — Obrigada mamãe - falei mandando beijo. ©©©©©©©©©© Continua...
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