Capítulo 4

4099 Palavras
Amy Sangrend Estes dias na casa do meu irmão, estão me deixando entediada, eu nunca fui de ficar tanto tempo dentro de uma casa, mas mesmo eu já estando cansada desta rotina estou amando ver o meu irmão apaixonado pela Júlia ela é secretaria dele, e uma mulher tão doce, e eu gosto muito dela, e também descobrir que eu não sou alcoólatra, bom eu acho, afinal passei a semana sem beber nada com álcool e não me fez falta alguma, e olha que o meu irmão tem uma adega enorme. Como o meu irmão deslocou o ombro, a minha cunhada pediu para mim ir em um jantar com os italianos, ela até iria, mas o chato do Matheus queria ser mimado pela namorada e, e como era só para fechar um acordo, e aceitei preciso sair um pouco estou uma semana sem beijar ninguém e isso sim está me fazendo falta. A Júlia até me emprestou o apartamento dela, porque eu sinceramente pegaria até o garçom hoje, ela até colocou uns vinhos caso eu quisesse deixar as coisas mais picantes. Me arrumei com uma roupa formal afinal eu ia trabalhar, e fui para o restaurante de táxi, pretendo beber e não ia dirigir bêbada. Cheguei e tinha três homens de terno um como minha cunhada disse era muito bonito, o outro tinha um sorriso amigável e parecia o papai Noel gordo com a barba branca, o terceiro era o mais jovem no máximo uns 19 anos. — Buonasera — falei com um sorriso amigável. — Buanasera — o senhor mais velho me responde com um sorriso fofo, ele parecia ser muito gentil. — O senhor Sangrend mandou a secretária? — o tal bonitão falou e eu sorri, só para ser educada mesmo, mas a verdade é que eu não entendo estás pessoas que se acham tanto. — O Senhor Sangrend não poderá comparecer ele sofreu um acidente e precisa ficar em repouso, eu sou Amy Sangrend, CEO da wine Love no Canadá e tenho 20% das ações da Felizes para sempre... — Ela é a irmã do Miguel filha do León Sangrend, uma das maiores empresárias do últimos tempos, é um prazer finalmente poder conhecê-la, já vi fala muito no seu nome — o senhor amigável falou e se levantou para puxa a cadeira para que podesse sentar. — É verdade que não se fazem cavalheiros como antigamente. — falei sendo educada. — A senhorita veio do Canadá unicamente para este encontro? — o senhor perguntou. — Não, como o meu irmão não está muito bem, resolvi dá uma força estes dias, mas então eu vim ouvir a posta de vocês a respeito das licenças — falei. — Então a Il mio sogno, está mercado de brinquedos infantil a quarenta anos na Itália, e queríamos levar os castelos de Princesa para as meninas italianas, o meu neto vai te mostra como seriam produzidos, e os valores. — Il nonno non è sicuro, non vogliamo concludere affari da ragazza, siamo venuti a parlare con l'amministratore delegato della filiale brasiliana non come una ragazza che pensa di essere una super imprenditrice. (Vovô tem certeza, não queremos fazer negócio com está garota, viemos falar com o CEO da filial brasileira não como uma menina que pensa que é uma super empresária) — o tal bonitão falou e pelo visto ele é só bonito por fora. O fatos deles saberem que o meu irmão não fala italiano acho que os fizeram pensar que eu também não sei, se fosse em outras condições, já tinha falando que eu não me acho uma grande empresária eu sou, e que na nossa empresa não toleramos hétero top, mas quis ver até onde está história de não querer fechar negócio comigo por ser uma garota iria, e bom eu também não tenho nada para fazer mesmo. — Non capisci che questa ragazza è una delle più grandi imprenditrici, quindi fai il tuo lavoro. (Você não entende que essa garota é uma das maiores empreendedoras dos últimos tempo, então faça o seu trabalho.) Peguei o cardápio e logo o garçons se aproximou. — Já gostariam de fazer o pedido? — ele perguntou e examinei ele como olhar, realmente ele não era de se jogar fora, e nem tinha aliança. — Sim, eu quero um FRITTATA DI ARAGOSTA DA ZILLION DOLLARI, e por favor uma garrafa do vinho Nur Liebe 1969, os senhores já sabem o que vão querer? — perguntei educadamente, eles se entre olharam. — Por favor avise ao chefe Mario que este é para a Amy Sangrend, ele sabe o jeito que gosto — falei e o garçom anotou. Eles escolheram os pratos e esperei o garçom sair. — Então vamos falar de números, porque cada minuto do meu dia é muito caro, e espero não despediça-lo aqui — falei e o garoto mais novo se espantou. — Claro, senhorita Sangred, nos oferecemos a vocês 30% dos lucros líquido.... — Não -—falei cortando o homem bonito ao meu lado. — Mas a senhora não ouviu nem a proposta — ele falou já chateado, e amo ver está cara de frustração que eles fazem quando tem a leve noção que quem manda sou eu. — Não trabalho com estes números... — Mas nós temos funcionários, famílias mais que isso é impossível. — Então não tenho o menor interesse, ganharíamos mais entrando no mercado italiano, sendo seus concorrentes, então acho que podemos poupar o meu tempo... — falei já me levantando e ele segurou de leve o meu braço. — Qual seria sua contrata posposta? — o menino mais novo falou. — Nós liberamos a licença de 5 anos recebendo a cerca de 45% do lucro sólido... — Isso é um absurdo — o bonitão falou. — Eu não trabalho com lucros líquido, e não é um absurdo, levando em consideração que o mercado deste tipo de brinquedos só cresce nós últimos 24 anos, olha é a idade da Felizes para sempre, e se você quer ter um final feliz eu indico que aceitem a minha proposta, podem pensar eu vou ao toalete — falei me levantando na maior elegância, as pessoas acham que só pelo fato de ser loira eu sou burra. Fui no banheiro retoquei a minha maquiagem, e voltei para mesa na mesma hora que chegou o nossos pratos e o vinho e estava precisando de um bom vinho. —;Senhorita — ele falou, e colou um pouco na taça para mim analisar, eu sou CEO de uma empresa de vinhos então sou muito chata em relação a isso. Peguei a minha taça contra a luz para ver se o vinho estava limpando, depois a cor, e as lágrimas para saber o nível de açúcar e álcool, e este está perfeito nos níveis de álcool que estou precisando para aturar este i****a. Depois pegue a taça e cheiro, e oxigeno o vinho para aprimorar o cheiro, este é tem moléculas de girassol. Levei um pouco a boca e fiz um bocejo. — Pode servir — avisei, comecei a jantar. Nós jantamos, mas notei que o senhor a minha frente que parecia um papai Noel estava ficando cada vez mais vermelho. — O Senhor está bem? — quando perguntei isso eu já vi ele caindo no chão com a mão no coração. — Nono — eles falaram, mas ficaram imóveis, então me levantei o mais rápido possível. Ajudei a ele fica reto, e já fui abrindo a camisa dele para começa a fazer uma massagem cardíaca. — Por favor reage — falei, mas ele não estava respirando de maneira nenhuma. — Chamem uma ambulância — gritei, e uma moça avisou que tinha chamando. Continuei fazendo a massagem cardíaca enquanto estávamos esperando a ambulância que por sinal estava demorando. Então eu não tive muita escolhas, precisava fazer uma traqueotomia nele, o problema é que só fiz uma vez, mas foi na minha própria filha, então eu sei o que fazer eu só preciso ficar calma usando uma faca e uma caneca, eu consegui fazer o procedimento e logo vi o peito dele se mover novamente, o neto mais velho estava me fuzilando com o olha a ambulância chegou e os socorristas o levaram, paguei a conta antes de pegar o táxi e ir com o mais novo para o hospital. — Ele não vai morrer, ou vai? — o garoto perguntou com lágrimas nos olhos, e sei como está situação é complicada. — Não ela teve só um infarto, mas ele já está bem agora. — falei tentando me acalma também, eu odeio ter que fazer estas coisas, mas não podia ficar simplesmente parada. Chegamos no hospital depois de uma viagem que parecia interminável, o trânsito está horrível e estávamos igual a uma tartaruga, fomos correndo para a sala de recepção e o neto bonitão s*******o estava lá quando ele me viu podia ver a raiva no seu olhar. — Se acontecer alguma coisa com o meu avô eu juro que te mato, quem você pensa que é para corta a garganta do meu avô... — Eu fiz uma traqueotomia, porque as linhas respiratórias estavam obstruída com sangue ele podia morrer em alguns minutos ou os pulmões podiam ser... Sabe de uma eu não preciso te dá explicações, eu só não podia deixa o senhor morrer na minha frente — falei furiosa, eu salvei a vida do avô dele, e eu ainda sou a errada — Está bom Max, a Amy só quis ajudar, já deram alguma notícia? — o mais novo falou e estava muito nervoso. — O que você acha? Jorginho... — Estas coisas demoram — falei me sentando. — Você pode ir embora... — Senhora Sangrend, que bom encontrá-la, veio conhecer o hospital? E como vai a sua pequena? — o doutor Luiz Felipe falou com um sorriso amigável, ele já foi médico da Samy quando ela tinha três anos, mas ele se mudou para o Brasil para ser chefe de cirurgia. — Minha pequena está indo um dia de cada vez, mas está bem melhor finalmente acharam um doador compatível, e eu começo segunda, mas um possível sócio sofreu um infarto entrou tem 50 minutos... — Você quem fez a traqueotomia no italiano? — Não tive escolha... — Tinha sim, não era para fura o meu avô— o tal Max falou, e o raiva que eu tenho deste cara — Seu avó só está vivo graças a este procedimento, que só deveria ser feito por um médico — ele falou olhando para mim — Mas a senhora D'Ávila fez com precisão... — Sangrend — falei o corrigindo — Você não quis usar o sobrenome do seu marido. — eu olhei para ele confusa — Não lembra eu fui na convenção o Matheus até me chamou para ser padrinho, ele é um médico maravilhoso e um pai incrível. — E um péssimo marido por isso me separei... — Sinto muito, e como está sendo com a filha de vocês? — Não sinta, ela ficou com o pai, afinal ela não pode ainda sair do hospital, mas o senhor pode falar alguma do senhor Mariano? — Ele está na mão de uma das melhores cardiologistas, então não se preocupem — ele falou e se afastou. — Uma mulher? — o Max perguntou e minha raiva por ele só aumenta. — Sim a doutora Caliman é maravilhosa, uma cardiologista como poucas, e preciso ir, e foi muito bom revelar senhora Sangrend. Ficamos uns 30 minutos ali em silêncio quando do nada o Max se levantou e veio soltando fogo. — Olha garota você pode ser quem for, mas nós não queremos... — Falares do senhor Mariano... — Aqui — o Max nem deixou a médica terminar. — Como ele está? — o Jorge perguntou. — Bem, quem fez a traqueotomia salvou a vida dele ... Não ouvi mais apenas sair eu precisava de álcool no meu sangue, vi que na frente do hospital tinha um bar cheguei e me sentei. — A moça deseja alguma coisa? — o garçom perguntou, e este era realmente lindo. — A bebida mais forte que você tiver — falei e ele sorriu, ele não demorou e assim que me entregou bebê de uma só vez. Assim que terminei um homem colocou outra igual na minha mesa a minha frente, ele era muito bonito estava de terno, tinha 1,88 por média, cabelos pretos e um olhar que me chamou atenção, ele com certeza tinha uma beleza acima da média. — Posso te oferecer o próximo drink? — ele perguntou e sorrir para ele. — Posso me sentar? — apenas afirmei e assim ele fez — Deixa eu me apresentar, meu nome é Enrico — ele falou estendendo a mão. — Amy — falei pegando na mão dele. — Obrigada pelo drink. — Foi um prazer — ele falou e bebe um pouco e ele fez o mesmo — Eu nunca te vi por aqui... — É a primeira vez que eu venho, e você? — Perguntei, e ele logo sorriu, ele não me parece como os outros homens tem algo no olhar ele. — Eu venho bastante, a minha turma gosta deste lugar — bebemos e acabamos ao mesmo tempo ele ia chamar o garçom. — O próximo é por minha conta, para retribuir — falei com um sorriso — O que você quer? — Perguntei para ele. — O que tiver na sua casa — ele falou com um sorrisinho safado. — Uou, você é bem rápido — falei sorrindo. — Perde tempo para quer... — É... — Ok, eu acho que fui rápido demais... — ele começou a falar, mas logo o interrompe. — Acho que na minha casa só tem vinho — falei mordendo o lábio inferior, e ele sorriu de um jeitinho safado, mas tinha uma surpresa no seu olhar. Já fui me levantando e ele fez o mesmo, não sei explicar, mas o meu corpo já estava quente só de pensar naqueles lábios. Pegamos um táxis, e ele já começou a fazer leves carinhos na minha perna e sua mão sobrou para o meu pescoço onde ele fazia carícias e logo me puxou para um beijo, e que beijo era aquele nossas línguas pareciam está em um dança, o beijo começou com suavidade, mas logo foi intensificando cada vez mais, dando leve mordidas nos meus lábios. Fomos para o apartamento da minha cunhada, antes deu abrir a minha bolsa, ele pagou o taxista e já fomos para o elevador, Aparti no número 11 e como tinha uma senhora o elevador tentamos ficar afastado,mas só foi o elevador para no segundo andar e a senhora sair para ele me pressionar no canto e voltamos a nós beijar só que desta vez tinha tanto calor, que senti que a minha b****a já estava molhada, saímos do elevador nós beijando e com dificuldade a abrir a porta e só foi fechar a porta que ele me colocou contra a parede e começou a descer os beijos pelo meu pescoço, deixando meu corpo arrepiado, voltei a beija-lo e que beijo, a sua língua parecia vasculhar cada canto da minha boca era uma sincronia maravilhosa. — Você tem certeza? — ele perguntou e investir as posições sendo eu que o pressionasse contra a parede e fiquei na ponta dos pés mesmo com um salto plataforma de 15 cm sua rosto ainda fica distante do meu, mas logo alcanço a sua orelha e passo minha língua por ela e dando pequenas mordidas, e fazendo ele se arrepiar, e ele abaixa a cabeça para voltamos a nós beijar. — Acho que isso responde a sua pergunta. — falei e quando ele tentou mudar a posição batemos batemos na mesinha derrubando algumas coisas no chão, mas nada que atrapalhasse meu fogo. Tirei meu blazer ficando só de vestido, e ele tirou a camisa já pulei no colo dele e voltamos a nós beijar ele beijava o meu pescoço, e ia descendo ele vou andando até a pequena ilha que tinha onde dividia a sala da cozinha, enquanto nós beijamos ele afastou as coisas, e eu já estava quente, e toda molhada de tanta t***o. Assim que retirou alguns objetos o safadinho sem me dizer uma só palavra me colocou deitada na ilha, e ele retirou a minha calcinha e cheirou ela e logo voltou a sua atenção para minha b****a, ele começou com pequenos beijos e a chupadas de leve, e algumas moedinhas que me faziam gemer, ele começou com movimento seculares, ele chupava minha b****a gostosa e me fazia me contorcer de t***o. Eu fiquei de pernas bambas completamente entregue aquelas chupadas gostosas e os movimentos que ele fazia com a língua. Quando me dei por mim já estava gozando na boca daquele safado gostoso, e ele sorriu para mim com um sorriso safado, e logo voltou a me limpar com a sua boca me deixando ainda mais louca, quando gozei pela segunda vez, eu já estava louquinha. Me sentei com um sorrisinho safado, sai da ilha e o empurrei no sofá, fui beijando o seu abdômen sarado e dando pequenas mordidas pelo seu corpo, desabotoei a sua calça e tirei com a ajuda dele, e já podia ver pelo volume na sua força box vermelha que o sei p*u já estava ereto, e não demorou muito para ele salta e olhei para ele espantada, não pelo tamanho ele não era grande como o do Matheus, mas era tão grosso que não sei se ele ia caber. Comecei a dá beijos na cabeça do seu m****o e com a mão tentava massagear, sentei segurado para ter uma noção e logo vi que não conseguia pegar com uma mão pós só ia até a metade, mas nem quis pensar no estrago, só comecei a mamar com t***o, passei a língua por volta do glande, lambi as bolas e chupei tudo bem gostoso por uns cinco minutos, e ele gozou na minha boca me dando o seu leite gostoso. Ele se sentou e não demorou a tira a me puxa e abrir o zíper do meu vestido e foi beijando meu corpo conforme foi me despindo e dava leve mordidas e ele é o seu m****o já estava duro de novo, pulei no colo dele ainda com sutiã e fomos nos beijando enquanto eu o guiei até o quarto. Ele me jogou na cama e tirou o meu sutiã me deixando completamente despida. — Que corpo é este — ele falou voltando a me beijar. — Você tem preservativo? — ele perguntou descendo os seus beijos. — Não, eu não faço... — ia fala que não faço a camisinha, mas na hora ele chupou o meu seio me fazendo gemer. Ele começou a massagear meu seio direito enquanto passava a língua em movimento circulares no pico do meu seio, me fazendo gemer, eu eu estava ainda mais molhada, ele me ajudou a ficar de quatro e com cuidado ele colocou o p*u na minha b****a, ele não estava com pressa nem nada ele queria curtir o momento, e não vou mentir que eu agradece mentalmente porque não foi tão fácil assim ele entra mesmo eu estando toda molhadinha. — Sua b****a é maravilhosa — ele falou e começou a fazer movimentos a princípio devagar, ele parecia está com medo de me machucar e isso era novo. — Pode mete com força, me bate e me chama de v***a — falei e ele arregalou os olhos surpreso. Mas não demorou para ele está metendo com força e me fazendo gemer alto. — Vai gostoso me bate — falei e ele me deu um tapa de leve na b***a. — Enrico eu não quero fazer amor eu quero trepar bate nesta b***a eu quero ela vermelha. — falei e ele começou a me bate nos ritmo das estocadas. — Que tal você cavalgar um pouco — ele havia puxado o meu cabelo e falado no meu ouvido o mordendo em seguida. — Eu vou amar — falei mordiscando o seu queixo. Mudamos de posição e não demorei a começa a cavalgar naquele p*u gostoso, ele apertava a minha b***a enquanto e arranhava seus peitoral. — Gostosa — ele falou enquanto gemia. — Me bate safado, gostoso — falei e ele começou a aberta o meu seio, e logo depois ele começou a bate na minha b***a. — Eu vou gozar — ele falou me apertando. — Eu vou gozar também — falei e gozamos juntos. E cair do lado dele na Cama. Ele era diferente ele não queria que o sexo fosse só sexo, eu notei isso como ele fazia cada movimento com cuidado e ao mesmo tempo com muito desejo, era algo bom e mesmo eu querendo sair correndo, não podia meu corpo inteiro queria ele . E diferente dos outros eu acabei dormindo depois de termos uma noite bem longa. Acordei nua com a cabeça no peito daquele desconhecido que conheço muito bem cada parte do seu corpo. Notei logo que ele também estava pelado e tínhamos destruído o quarto, acariciei o rosto dele e ele sorriu olhando para mim. — Bom dia — ele falou alisando meu rosto e beijou meu ombro, e logo mordeu minha orelha. — Bom dia — falei sorrindo e beijei sua orelha dando leve mordidas, ele procurou o seu celular. — Eu tenho que ir, preciso passar em casa trocar de roupa e ir trabalhar — ele falou acariciando meu rosto com carinho. — Também já está na minha hora — falei e ele me beijou e não era tão r**m. — Você toma pelo menos um café? — perguntei e ele sorriu. — Claro, posso usar o banheiro? — ele perguntou, e me levantei mostrando o meu corpo desnudo. — Não faz assim o meu coração não aguenta — ele falou com aquele sorriso safado e peguei o roupão para ir até a cozinha. — Pode usar o banheiro — falei apontando antes de saí. Eu não tenho o dom para a cozinha, mas fiz um café e cortei umas frutas e fiz duas torradas, acho que é o suficiente, eu sou vegetariana. Ele vei para a cozinha só de toalha , já que as roupas dele estavam espalhadas pela casa. Ele veio até mim pela divisório da sala e da cozinha ele me puxou e beijou minha bochecha e dei a xícara de café para ele. — Nossa parece que passou um furacão aqui... — Ou dois né — falei olhando para ele que sorriu colocando a camisa. — Eu queria te ajudar a arrumar, mas eu tenho mesmo que ir — ele falou olhando para o relógio. — Quando a gente se ver de novo? — Hum — falei tomando um pouco de café, a noite foi perfeita, mas mesmo sendo muito bom não posso ficar transando com ele. — Eu perguntei, quando a gente se ver de novo? — ele perguntou tomando o café. — A gente não vai se ver de novo — falei pegando uma maçã e ele me olhou confuso. — Eu fiz alguma coisa errada? — ele perguntou e parecia preocupado. — Nada de errado com você, você não ronca, nem tem chulé... — Você está fazendo piada? — Não estou só querendo dizer que com você, está tudo bem — falei jogando a meia dele que estava no abajur. — Engraçado, porque — ela falou se aproximando e me afastei — Vem cá — ele falou me puxando pela cintura — Eu acho que a gente tem química — ele falou me beijando, e os beijos dele me fazem ter pequenos choques pelo meu corpo.— Foi tão bom passar a noite aqui com você... — Mas eu já fui casada, e não acredito mais em relacionamento estável — falei me afastando dele. — Você está me dizendo que isso só foi um lance? — ele perguntou com a testa franzida e parecia chocado. — Isso — falei pegando a minha roupa. — Foi só um lance não quero repetir, se não fica chato, vira relacionamento e logo um casamento... — Acho que eu entendi, mas se pinta o clima... — Eu não repito figurinha Enrico, mas se o destino fizer nós encontramos novamente e pinta o clima, não vou te negar outra dose — falei e ele veio até mim — Ok, então eu já vou para não te atrapalha — ele falou veio até mim me deu um selinho. — Boa sorte com as suas pegadas — ele falou quando eu abri a porta pare ele. Relação estável comigo nunca mais. ©©©©©©©©©©©©© Continua....
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