Capítulo 1

618 Palavras
Vitor Ferrari Narrando Estou com a minha cabeça a mil, quase que explodindo com tantos problemas para resolver aqui na delegacia que nem sei como lidar com tanta papelada e burocracia, queria mesmo era estar nas ruas caçando esses vagabundos e os mandando para casa do c*****o, gosto da adrenalina que é estar nas ruas, de estar em missão, tudo menos estar aqui sentado nessa cadeira, e para completar não consigo tirar da cabeça a p***a daquela menina, que com certeza tem idade para ser minha filha, não que me acho Velho, mais p***a é uma criança ainda, tento me concentrar nos papéis aqui encima da mesa e falho miseravelmente, espero não encontrar mais aquela menina, mais a quem estou querendo enganar já que anseio tanto por isso, talvez seja porque naquele dia não aplaquei o desejo que fiquei nela, com certeza é isso, mais nada que um bela f**a não resolva isso e já até sei como, ligo para Camila que atendi no primeiro toque. Camila- Vitor meu amor, que saudades que eu estava de você, achei que tinha me esquecido. Camila sempre melosa e acha que temos algo porque temos bastante tempo de sexo casual juntos, conheci ela na faculdade e desde então sempre nos relacionamos, ela é filha de conhecido do meu pai, uma patricinha mimada, que tem tudo o que quer a hora que quer, menos a mim, esse capricho ela nunca terá, Camila tem 29 anos, solteira, branca dos cabelos loiros, corpo escultural, uma ótima advogada e tem uma bela f**a gostosa, sabe bem como agradar um homem, mais pena que se acha demais, e é muito cheia de capricho. Vitor- Camila não tem nem duas semanas que nos vimos, não seja dramática isso não combina com seus caprichos. Stefany- nossa não precisa me tratar assim também, sabe que amo você. Vitor- não, você ama o que posso te oferecer, dinheiro, poder, status, isso que você ama, não sabe o que é amar, não uma mulher caprichosa como você. Stefany- e você sabe Vitor o que é o amor? Eu e você somos farinha do mesmo saco, e tenho certeza que não foi para isso que você me ligou, ou estou enganada Vitor? Isso que estraga tudo esse puro capricho dela de achar que estar sempre por cima que pode e tem tudo que quer, mais não a mim, esse gostinho nunca que ela terá, nunca que darei a ela. Vitor- não para a sua primeira perguntar, e não para a sua segunda pergunta, você não está enganada, te liguei para o que você faz de melhor, mais como não aguenta ficar com essa boca calada e não falar merda, eu não tenho mais nada a falar com você. Desligo sem dar chance a ela responder algo, me estressou ainda mais, p***a de vida, vou até minha cafeteira e tomo um café forte e sem açúcar do jeito que eu gosto, volto a sentar na minha mesa e enfio a cara nesses papéis, tentando manter a calma que não tenho, a p***a do controle que a qualquer momento explode, tenho temperamento forte demais e tudo me irrita, tudo eu me explodo. Lucas- cachorrão tô indo nessa, não vai por agora não? Ou esqueceu a hora passar? Olhei no relógio e p***a me enfiei de cara nesses papéis que nem vi a hora passar, que quando olho no relógio marca 21:40. Vitor- p***a nem vi a hora passar, também vou indo nessa, tô quase explodindo aqui. Lucas- imaginei mesmo, então bora nessa. Vamos pro estacionamento e cada um segue pro seu carro, chego em casa, tomo um banho, janto e me jogo na cama e me permito tentar relaxar, já que durmo pouco demais.
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