Stefany Navarro

1117 Palavras
Sexta-feira Sou Stefany Navarro, tenho 20 anos, sou baixinha de 1,60 de altura, sou branca dos cabelos pretos e lisos, s***s medianos, quadril largo, cintura fina, olhos castanhos escuros, sou baiana de salvador e tenho 3 irmãos, me mudei junto com minha amiga Ana aqui para o Rio de Janeiro, passamos juntas na faculdade federal para cursar medicina, dividimos um apartamento no bairro Leme, somos estagiárias e ganhamos até bem que dá para dividir as contas. Sinto falta dos meus pais e meus irmãos, mais sei que eles querem o melhor para mim, a Ana é muito extrovertida meio dodinha mais é um amor de pessoa, ela é linda, morena, olhos negros como a noite, cabelos cacheados, corpo de violão, tem o mesmo tamanho que eu, é mais safada que eu, somos mais que amigas, somos irmãs. Ana- Sterzinha vamos hoje naquela boate que tanto quero ir? Você prometeu ir. Ela faz aquela cara de cachorro pidão que só ela sabe fazer e como coração mole que sou nuca digo não a ela, mesmo não querendo ir. Stefany- se eu disser que não você vai insistir do mesmo jeito, até conseguir o que quer, então vamos né? Ela pula de alegria como sempre faz porque sempre consegue o quer tanto quer. Ana- te amo amiga. Stefany- também te amo amiga. Ana- então vamos para casa ficar ainda mais gatas do que já somos? Stefany- é o que eu mais quero ir pra casa. Temos uma biz branca que compramos juntas e vamos para casa, chegamos em casa, comemos e vamos nos arrumar, tomo um banho relaxante, lavo meus cabelos e seco, faço uma maquiagem nada muito chamativo mis que me deixa linda, opto por um vestido preto de alcinhas e costas nuas preto patê, um salto preto nada muito exagerado, e minha bolsa com meu celular dentro. Ana também está linda com uma saia de couro preta e um cropped bege e um salto bege, faço maquiagem nela, já que fiz um curso de maquiagem lá onde eu morava, e atraso na maquiagem da Ana, destacando seus olhos negros, pedimos um carro de aplicativo e vamos até a casa noturna que Ana tanto queria ir. Pegamos um pouco de fila, e entramos e vamos direto para o bar beber algo, eu não bebo então peço um caipifruta sem álcool, amo coisas doces, sou literalmente uma formiga kkk. Ana pedi uma caipirinha e ficamos olhando o movimento até que quando viro mim bato com alguém e só não fui pro chão porque senti braços fortes me segurando, e que braços, que cheiro gostoso esse homem tem, que olhos lindos, e esse sorriso um verdadeiro Deus grego, que homem lindo. Conversamos e a Ana foi dançar com o amigo dele Lucas, até que Vítor me chama pra ir com ele não sei a onde, mais imagino que seja um motel, sou virgem mais não dou burra, sei bem como termina uma noite assim em uma casa noturna, eu aceito ir com ele, sou doida por estar indo com o completo estranho mais estou doída pra dar pra ele, já está na hora de deixar de ser virgem só espero não me arrepender depois. Quando chegamos no seu carro eu fiquei surpresa com o carro que ele tem, uma RAM Classic, que homem é esse gente, que exala poder e o quarto de motel que ele escolheu que era um luxo, e já da pra ver que ele só exala luxo por onde passa. Falei pra ele que era virgem ainda, e ele foi incrível, foi o melhor sexo da minha vida, não que eu tenha com o que comparar, mais sem dúvida vai ser o melhor, ele é gostoso demais e me virou do avesso a noite toda, a gente transou em várias posições na banheira na cama, na parede, e eu achei que não daria conta de um homem daquele, tive tanto orgasmos que até pedir as contas, uma coisa tenho que confessar Vítor é intenso demais e insaciável e que p*u grosso e grande que ele tem, Vítor é perfeito demais um verdadeiro Deus grego, dormimos já com o sol raiando. Acordo me sentindo como se um camisão tivesse passado por cima de mim e que caminhão em, estou com uma vontade louca de fazer xixi mais tem braços fortes me agarrando que não consigo nem me mover, vou tentando até que consigo sair, vou para o banheiro e sento no vaso e quando começo a fazer xixi quase grito de dor, dói demais estou toda assada, escovo meus dentes faço um coque no cabelo e vou tomar um banho, quando estou no final do banho sinto braços fortes me abraçando por trás. Vitor- bom dia abelhinha. Acho graça do apelido que ele colocou em mim e sorrio. Stefany- bom dia Vitor. Terminamos de tomar banho entre beijos e carícias só com um belo orgasmo que Vítor me deu, porque não aguento mais ir além do que isso, e vamos nos arrumar para irmos embora, Vítor sai na frente do banheiro indo para o quarto e eu vou logo em seguida, quando olho pro criado vejo uma arma e um digestivo da polícia que nem tinha reparado em nada disso. Stefany- você é da polícia? Vitor- Sim, sou delegado da polícia federal, Delegado Ferrari. Stefany- nossa. Vitor- vamos tomar café e te deixo em casa, pode ser? Stefany- sim. Vamos até uma padaria que tem ali perto fazemos nossos pedidos e ficamos conversando até chegar. Stefany- quantos anos tem? Tem muito tempo que trabalha como delegado? É solteiro né? Vitor- nossa tantas perguntas, é um interrogatório? Stefany- não, desculpa. Vitor- 36 para à primeira pergunta, sim para a segunda pergunta, e não para a terceira. Stefany- não vai me perguntar sobre mim? Vitor- não, porque a pergunta que eu fosse fazer já sei a resposta. Stefany- como sabe? Se nem perguntou para saber a resposta exata. Vitor- porque eu sei, tenho mais experiência de vida que você já vivi muito, e você faz perguntas demais. Nossa Vitor é muito grosso, ele muda da água para o vinho, nossos pedidos chega e não pergunto mais nada a Vitor, comemos em silêncio e vamos embora, coloco meu endereço no gps do carro dele d vamos o caminho todo em um completo silêncio, quando ele estaciona em frente o condomínio onde moro, ele só me dá um beijo no rosto e fala até mais, todo frio e arranca com o carro dali, tomara que não reencontro mais com Vitor, subo e vou pro meu quarto tomar um banho, deito na cama e durmo pensando em Vitor, que homem gostoso, mais o que tem de gostoso tem de grosso e frio.
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