Rafael abre a porta do carro para mim, como um perfeito cavaleiro, que ele não era. Querendo ou não, essa situação me lembrou meu primeiro encontro de verdade, meu primeiro beijo. Eu tinha quinze anos e depois de meses apaixonada, Igor me convidou para sair. Eu tinha tanto medo de me decepcionar e depois ficar m*l, como eu via nos filmes de romance que minha mão vivia assistindo. Mas foi totalmente ao contrario. A noite foi maravilhosa e, como Rafael, ele abriu a porta do carro do pai dele para eu entrar, parecia que tinha milhões de borboletas em meu estomago, todas querendo pousar na boca de Igor. O primeiro beijo foi o melhor de todos. Havia tanto sentimento envolvido no momento que eu parecia flutuar, nunca havia sentido algo assim, nem sabia se um dia eu ia sentir. Mas duas semanas

