CAPÍTULO 22

462 Palavras

Arrasto-me pelo chão, arrasto-me porque sei da fresta que existe no canto escuro e sei que Sammy vai estar lá, tudo o que preciso é sentir seu toque rígido novamente. Coloco as mãos, ainda amarradas, na fresta e ouço a respiração pesada de Sammy decidindo se vai segurar a minha mão ou não. Mas por fim ele a toca. Passa o indicador pelos nós de meus dedos e depois sobe pelo braço me fazendo cócegas. Eu nunca quis ver alguém tanto quanto eu queria ver ele. Era como se Sammy fosse aquele garoto da internet ao qual toda adolescente se apaixona, mas eles nunca se veem. Apaixonada? Estou apaixonada por Sammy? Não! Sammy continua passando o indicador em meu braço e é uma tortura, mas eu não quero que ele pare, ainda assim, ele para: – Verônica eu preciso saber se está bem. Demoro um pouco p

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