O silêncio pairou por um instante após as palavras de Elona. O vento suave soprou entre as cortinas, como se até mesmo a natureza estivesse esperando pela explicação que viria a seguir. Todos podiam ver o quanto aquilo custava a ela pela forma como se agarrava à camisa de Matteo. Eram lembranças dolorosas, mas que precisavam ser relembradas se ela desejava salvar suas amigas. Sayuri franziu a testa, ainda digerindo o que acabara de ouvir. — Borboletas...? — repetiu baixinho, voltando-se para Elona. — O que você quis dizer com isso? Por que ele as chamava assim? Elona respirou fundo, os olhos perdidos por um momento nas folhas dançando ao vento. — Porque... — disse ela, fazendo uma pausa. — Não se preocupe, querida, estamos aqui com você — disse Matteo de forma reconfortante. — Ele no

